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08 fevereiro 2010

Rancho Folclórico Serra do Ceira

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Assembleia-Geral Convocatória .
De acordo com os Estatutos, vai realizar-se uma Assembleia-Geral de sócios, para o dia 21 de Fevereiro de 2010, às 10.00 horas, no edifício da Junta de Freguesia do Colmeal com a seguinte Ordem de Trabalhos: 1. Análise e votação do Relatório e Contas da Direcção e Parecer do Conselho Fiscal, relativo ao ano de 2009. 2. Análise e votação dos valores da quota de associados. 3. Análise e aprovação do Plano de Actividade para o ano de 2010. 4. Outros assuntos de interesse para o Rancho. Nota: Se não houver associados suficientes para reunir em 1ª convocatória, a Assembleia reunirá trinta minutos depois com qualquer número de presenças. Colmeal, 22 de Janeiro de 2010 O Presidente da Assembleia-Geral António Jorge Henriques de Almeida in "O Varzeense" Nº 528, de 30 de Janeiro de 2010

06 agosto 2009

Rancho Serra do Ceira

A União Progressiva da Freguesia do Colmeal regista com muito agrado o ressurgimento do Rancho Folclórico Serra do Ceira com diversas actuações anunciadas em vários cartazes de festas neste Verão. Recentemente apresentou-se nas festas do Soito e do Açor e vai actuar no próximo dia 7 em Góis, pelas 21h30m, no Parque de Lazer do Baião, no âmbito da FACIG - Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Góis. Também estão programadas actuações nas festas de Ádela (dia 8 -19 horas), Malhada (dia 9 - 19 horas) e Colmeal - Parque de Merendas das Seladas (dia 10 - 18h30). Com o trabalho árduo que tem vindo a ser desenvolvido certamente outras exibições estarão já em agenda. E não podemos esquecer que o Rancho Serra do Ceira necessita do apoio de todos nós. UPFC

25 maio 2009

O «SERRA DO CEIRA» em reactivação

Ciclicamente, todas as instituições atravessam as suas crises. O Rancho Folclórico «Serra do Ceira» não fugiu a esse costume. No entanto, depois de um período menos auspicioso, em que os normais derrotistas lhe auguravam um «lindo funeral», o nosso mais representativo agrupamento folclórico reapareceu ao público no ano anterior, actuando no Colmeal, quando da visita de autarcas alemães ao concelho de Góis. Apesar dessa reaparição e do agrupamento ter actuado em 8 de Dezembro de 1986, em Ribeira Cimeira, o «Serra do Ceira» desapareceu praticamente das páginas da Imprensa Regional. Culpa dos responsáveis que não transmitem a actividade do agrupamento, ou dos órgãos de comunicação social que se acomodam no habitual rame rame, aguardam chegada de possível notícia enviada por qualquer carola, não as buscando no local dos acontecimentos? Na anterior edição de O Varzeense, a alusão à Assembleia-Geral e à eleição de novos corpos gerentes despertou a atenção e sabendo estar o agrupamento em fase de reactivação, ensaiando na vila de Góis, na Sede dos Bombeiros Voluntários, fomos assistir ao ensaio, recolher alguns apontamentos do que fomos ouvindo a dirigentes ou membros do rancho. Pelo ambiente de camaradagem e entusiasmo, as perspectivas futuras parecem animadoras: a Câmara, de quem aguardam apoio económico, tem, para já e preciosamente, procedido ao transporte dos membros do agrupamento que, ao momento, são na ordem da meia centena (anteriormente eram uns 35). Nas circunstâncias, pelo aumento de material humano, são necessários – disseram – doze novos fardamentos, cujo custo é elevadíssimo. Quem ajuda o «Serra do Ceira», neste momento de expansão? A todos os goienses aqui fica o apelo. Também, em face de disposição da Federação de Folclore, soubemos que, no passado mês de Dezembro, elementos do «Serra do Ceira» contactaram conterrâneo no sentido de desenhar motivo que esteja de harmonia com as passadas tradições sociais, económicas e culturais dos povos da Serra e Vale do Ceira, em substituição dos «bonecos» bordados no estandarte. Foram-nos facultados os três esboços propostos e indicado o escolhido, que inclusivamente, irá já servir de base ao símbolo do «7º FESTIVAL DE FOLCLORE BEIRÃO», a realizar em 23 de Agosto, em Góis. Contactado o autor e não vendo este qualquer inconveniente na divulgação do desenho, ainda em acabamento, O Varzeense publica gravura. As cores que vão predominar – diz o autor – são o azul céu, amarelo e verde, além de branco. In “O Varzeense”, Março de 1987 Do espólio de Fernando Costa

18 maio 2009

Rancho Serra do Ceira

Realizou-se ontem, 17 de Maio, no salão da Junta de Freguesia do Colmeal, a Assembleia-Geral do Rancho Serra do Ceira, para a eleição dos Órgãos Sociais - biénio de 2009/2010. Antes da votação, foram admitidos e aprovados vários sócios e outros regularizaram a sua situação, procedendo ao pagamento de quotas em atraso. Fernando Santos e Elisabete Ascenção usaram da palavra para prestarem alguns esclarecimentos relacionados com o ressurgimento do Rancho Serra do Ceira e sobre a composição da lista. A sala estava repleta e os trinta associados votaram unanimemente na única lista que foi proposta para sufrágio. Ambiente descontraído e saudável neste passo que agora foi dado para que o Rancho volte a ter a aura de sucesso que granjeou em tempos passados. Há muito trabalho a desenvolver e são necessárias ajudas para a compra de vestuário, calçado e alguns instrumentos. Antes de terminar a sessão, a União Progressiva da Freguesia do Colmeal que estava representada na sala por sete dos seus dirigentes, pela voz do seu presidente, felicitou os agora eleitos e reafirmou a disponibilidade da colectividade em apoiar o Serra do Ceira. Direcção: Fernando Manuel de Almeida Santos (Presidente), Elisabete Cristina Carneiro de Ascenção (Vice-Presidente), Manuel de Almeida Alexandre (Primeiro Secretário), António de Anunciação Duarte (Segundo Secretário), Fernando de Almeida Costa (Tesoureiro), Etelvina Fontes de Almeida (Vogal) e Maria Fernanda Custódio Antão (Vogal). Assembleia-Geral: António Jorge Henriques Almeida (Presidente), José Braz Victor (Primeiro Secretário) e Abel de Ascenção Marques (Segundo Secretário). Conselho Fiscal: Américo Gaspar Lopes de Almeida (Presidente), Lúcia Maria de Almeida Alexandre (Secretário) e Justino Geraldes (Relator). Todos os apoios não serão demais. Vamos ajudar o Rancho Serra do Ceira!
UPFC

13 maio 2009

Se somos tão poucos…

O Rancho Folclórico Serra do Ceira, conforme o seu título indica, não representa uma freguesia, muito menos uma aldeia. O «Serra do Ceira», que nasceu de acção dinâmica do padre Dr. Manuel Pinto Caetano, antigo pároco das freguesias de Colmeal e Cadafaz, sempre teve por lema representar o folclore das Serras e Vale do Ceira, que se estende desde Fajão (Pampilhosa da Serra), Cepos (Arganil), até Vila Nova do Ceira, passando pelas freguesias de Colmeal e Cadafaz, do concelho de Góis. Após alguns contratempos, por vezes necessários a qualquer crise de crescimento, surgiu um tanto inesperadamente como director artístico José Álvaro de Almeida Domingos, um jovem de 22 anos, embora ligado ao agrupamento desde a sua fundação. No ano corrente, os convites não se fizeram esperar. A representação, por vezes brilhante, nos festivais de Viana do Castelo, Ribeira de Frades, Santo Tirso, Aldeia do Bispo (Sabugal), Martim de Freitas (Fafe), Góis, Matosinhos, Serpins e Pampilhosa do Botão, além das actuações nas festas e romarias das Meãs, Esporão, Colmeal, Cepos, etc., confirmam o alto nível do grupo, lídimo representante cultural do concelho de Góis, e o apreço em que é tido o folclore desta zona do distrito de Coimbra. Não fora as tremendas dificuldades económicas e o «Serra do Ceira» teria este ano o seu «baptismo» internacional. «As deslocações custam fortunas – diz-nos o Álvaro Domingos – e sem o apoio das chamadas entidades oficiais não temos a mínima hipótese de aceitar convites do estrangeiro, de países onde a presença de emigrantes portugueses é notória». O Álvaro Domingos, com a modéstia e o entusiasmo que todos lhe conhecemos e reconhecemos, não se cansa de falar do muito que tem aprendido, por esse país fora, ao conhecer outras regiões, contactar com outros povos e agrupamentos folclóricos, e foi-nos adiantando que os encargos previstos em orçamento para o ano corrente foram na ordem dos «800 contos», os quais, cobertos somente em parte com a efectivação de «leilões, excursões, publicidade, donativos, etc.», só seria possível saldar verificando-se «ajuda monetária do Governo Civil, Câmara Municipal e Ministério da Cultura». O director do «Serra do Ceira», que constantemente, sem discriminação de pessoas e entidades, «agradece o apoio dispensado no exercício da sua missão», enaltece «a familiaridade e amizade» existente entre todos os elementos do grupo – na ordem dos 35 – lança os seus apelos às agremiações regionalistas do Vale do Ceira e Casa Concelhia, «para ajudarem economicamente» a solver os problemas. O nosso interlocutor, com uma certa tristeza estampada no rosto e na forma de se expressar, lembra que «a falta de valores humanos, derivada do despovoamento das nossas aldeias, pela inexistência de condições de fixação para os jovens», era motivo mais que suficiente para os responsáveis – autarcas, regionalistas e não só – se unirem para ser viável a continuidade de um «rancho concelhio forte, coeso e digno», onde não existam divisões originadas no exterior, por bairrismo que o Álvaro Domingos classifica de «ciumento», mas a que chamamos doentio, por ser individualista. Do nosso diálogo, efectuado aos poucos e durante vários dias, ressalta ainda «o subsídio de 200 contos, concedido pela Câmara de Góis», e que o rancho apresenta «sempre danças e cantares da região» e, em função de novas pesquisas, foi ampliado «o reportório com a apresentação de Na Trincha da Saia, A Caminho da Castanheira e o Vira das Pancadas, melodias recolhidas em Cadafaz, Fajão e Cepos, respectivamente». Embora a música tradicional, tal como a clássica, a literatura e a arte em geral não mereçam os favores das últimas gerações, felizmente ainda há muitos jovens, entre os quais o «Alvarito» Domingos, que amam a música popular, o folclore. Desse amor ao folclore, às danças e cantares da região que lhe serviu de berço assumiu em «momento de crise» – disse – a presidência do «Serra do Ceira», que, com todas as suas consequências, assumirá «até ao fim do mandato». Ainda quisemos saber se o «Serra do Ceira» já tinha contratos para a próxima temporada, em que localidade do concelho de Góis se realizaria o próximo Festival de Folclore Beirão, mas foi-se escusando com «o futuro só a Deus pertence», endossando compromissos para a «futura direcção, que vier a sair da próxima assembleia-geral» – afirmou como que a encerrar o nosso já longo diálogo. Em face do mutismo do «Alvarito», como todos velhos e novos o tratamos, não aprofundámos a questão. Mas, tal como o nosso interlocutor, apelamos aos «homens bons», aos autarcas e regionalistas no sentido de apoiarem o «Serra do Ceira» e, automaticamente, o grupo manter-se forte e unido, continuando, como todos desejamos, a representar condignamente a região, concretamente o concelho de Góis. Na verdade, se somos tão poucos no concelho de Góis e aqueles que se dispõem a trabalhar e sacrificar por interesses comuns ainda menos, por que razão, directa ou indirectamente, consciente ou inconscientemente, se hão-de fomentar e apoiar cisões que não levam a lado nenhum? Os goienses, quer sejam naturais da sede concelhia, de Vila Nova do Ceira, Cadafaz ou Colmeal, certamente não desconhecem que só a «união faz a força». Vamos, pois, todos unir-nos em volta do Rancho Folclórico Serra do Ceira.
FERNANDO COSTA
In “A Comarca de Arganil” de 17 de Setembro de 1985 Espólio de Fernando Costa

07 maio 2009

Rancho Serra do Ceira - Convocatória Assembleia-Geral

(clicar na imagem para ampliar)
O Rancho Serra do Ceira precisa da presença de todos nesta reunião. É imprescindível criar estruturas e organização. O Colmeal e as restantes aldeias da freguesia têm pessoas válidas que não se deverão afastar nos momentos cruciais e que poderão ajudar a consolidar o ressurgimento do Serra do Ceira. Manuel Pinto Caetano merece, no mínimo, que os Colmealenses dêem as mãos e ponham de novo o Rancho que ele criou com tanto amor e carinho, a funcionar com regularidade. Unidade, solidariedade e entusiasmo são indispensáveis neste momento. Nem tudo será perfeito nos primeiros tempos, mas todos temos consciência disso. É imperioso trabalhar porque muito há para fazer. As colectividades da freguesia e as forças vivas do concelho certamente não deixarão de apoiar esta vontade de colocar de novo a funcionar uma manifestação artística tão genuína da região. FORÇA!!!

26 abril 2009

Rancho Serra do Ceira

“ – O Serra do Ceira é a nossa 2ª família, somos 4 irmãos no Rancho e todos dançamos. Os restantes membros são também da nossa criação, todos nos compreendem e as nossas relações de amizade são, quanto a mim, as melhores que podem existir num grupo desta natureza. O Serra do Ceira é hoje um valor cultural que existe no concelho de Góis e o povo desta zona estima-nos muito. Dentro do grupo há boas vontades, elementos que residem longe e nunca faltaram aos ensaios ou actuações à hora marcada. Isso – julgo – demonstra bem o verdadeiro sentido de responsabilidade que cada um tem. Este ano, temos feito algumas actuações em várias povoações do concelho, de acordo com o programa P.T.L. da Câmara Municipal de Góis. Estou maravilhada pela forma como o povo nos tem recebido nas suas terras. O povo do concelho de Góis é maravilhoso.” In Boletim “O Colmeal” Nº 186, de Julho de 1982 Palavras de Luísa Maria Domingos em entrevista assinada por ARMANES pouco tempo antes da realização do 3º Festival de Folclore Beirão, em 14 de Agosto de 1982 no Colmeal, e que consideramos muito sensatas e com perfeita actualidade, num momento em que se tenta recuperar este Rancho. A. Domingos Santos

08 abril 2009

Uma memória

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Houve em tempos uma acção que mobilizou uma pequena aldeia portuguesa. Essa acção perdeu-se, mas há quem queira recuperá-la. Acho bem. Este é o rasto dessa memória.

A memória do Rancho Folclórico Serra do Ceira, de Colmeal (Góis). in http://nodomingo.blogspot.com/

in http://goisvive.blogspot.com/

06 janeiro 2009

Manuel Pinto Caetano

“Em Outubro de 1976 veio para o nosso meio o Padre Pinto. Desde o início nos surpreendeu o seu empenhamento na solução dos problemas sociais da região. Viemos depois a saber que já nos cinco anos que passou em Angola a sua acção na formação sócio-cultural do povo foi notável. Também na imprensa muito trabalhou para a solução dos problemas do bairro onde vivia, pois foi ali o responsável pelo jornal «Em Família». A sua acção na nossa freguesia não se tem limitado ao aspecto pastoral. Sabemos que visita com regularidade todas as povoações e dialoga com naturalidade e à vontade com o povo simples. O jornal «O Colmeal» sob a sua direcção converteu-se numa imprensa por vezes cheia de controvérsia mas ao mesmo tempo verdadeiramente útil ao povo que serve. Fundando o Rancho Folclórico «Serra do Ceira», deu um sentido cultural à ocupação dos tempos livres e promoveu a união da juventude da freguesia e não só. … Quando cheguei aqui apercebi-me que este povo estava isolado e simultaneamente havia-se criado a psicose do isolamento. As pessoas não conviviam. … Primeiramente pôs-se a funcionar o Centro Paroquial e criaram-se passatempos para juntar as pessoas. Faziam-se inclusive bailes nas tardes de domingo, bailes sãos note-se. Para criar um à vontade e um espírito sadio nestes divertimentos, eu próprio participei neles… … Embora eu gostasse de folclore, a verdade é que eu não percebia nada de folclore. Porém, verifiquei que nas festas anuais, quando se tocava uma moda do folclore, todos dançavam, novos e velhos. Aí pus-me a pensar: talvez seja um meio de juntar as pessoas. Começaram as trocas de impressões… Lança-se a campanha e o rancho aparece em público no dia 14-8-77. A partir daí nunca mais parou. Conheceram-se momentos difíceis, mas tudo se venceu e o Serra do Ceira hoje faz história. … Fazem-se projectos, calcula-se, sonha-se e o 1º Festival de Folclore Beirão, com a presença de seis ranchos, foi uma realidade que causou impacto. Nunca afluiu ao Colmeal tanta gente! O 1º Festival marca também o início de uma viragem dentro do Serra do Ceira. Há que converter o Serra do Ceira num valor cultural dentro da região. … Desde a sua fundação contámos com o apoio da União e com a simpatia dos seus dirigentes. Dentro das limitações da U.P.F.C., recebemos da mesma algum apoio económico, valeu-nos sobretudo em momentos difíceis. Cremos porém que caminhando o regionalismo para outra visão, num futuro próximo os movimentos regionalistas da freguesia deverão dar ainda maior apoio a este agrupamento. Ele será um promotor sócio-cultural inegável.” Foram excertos de uma longa entrevista que Fernando Costa fez ao Padre Pinto e que veio publicada no Boletim Paroquial “O Colmeal”, número 175, de Julho/Agosto de 1981, comemorativo dos 50 anos da União Progressiva da Freguesia do Colmeal. Fernando Costa terminava assim: “Esperamos que os regionalistas, os verdadeiros regionalistas, cheguem finalmente à conclusão que regionalismo não é unicamente empreendimentos de ordem material mas também promoção sócio-cultural.” Sabemos que o Rancho Serra do Ceira está a ser reactivado e que já foi feito um primeiro ensaio. Sabemos que a sua Tocata vai estar presente em Lisboa, na Casa do Concelho de Góis, em 31 de Janeiro, no Dia da Freguesia do Colmeal. Sabemos que quando se quer nada nos pára, nada nos demove. Acreditamos que o Rancho Serra do Ceira vai voltar a viver dias grandes como há anos atrás e que voltará a ser um valor cultural dentro da freguesia e da região. A. Domingos Santos

21 dezembro 2008

Rancho Serra do Ceira

"O Colmeal possui também um Rancho Folclórico, o Serra do Ceira, que tem levado a alegria das suas canções e dançares e o nome do Colmeal e Góis a longínquas terras. Em promoção de sua terra este rancho tem organizado há alguns anos o Festival do Folclore Beirão, que este ano será a 5 de Agosto. Nesse festival além do promotor, participarão ainda, os Rancho Regional de Moreira da Maia, Grupo Folclórico da Senhora da Saúde (Fermestelos), Grupo Típico de Ançã, Grupo Típico «Cancioneiro de Cantanhede» e Grupo Folclórico de Albergaria-a-Velha. Vai ser um festival em cheio com um programa que contentará os mais exigentes. Vá ao Colmeal no dia 5 de Agosto, divirta-se, recrie o espírito e os olhos com o majestoso espectáculo do Vale do Ceira." in "O Varzeense", nº 147, de Junho de 1984 Recordamos aqui os autocolantes dos três primeiros Festivais de Folclore Beirão
UPFC