Por razões que não vêm ao caso, já estive mais convencida de
que uma imagem vale por mil palavras.
Apesar disso, cedendo à tirania com que a imagem ameaça ofuscar a realidade ou
até mesmo desvincular-se ou desvincular-nos dela, partilho hoje sem palavras um
conjunto de sinais de outono. São sinais que o mostram amarelecido como é
próprio da sua natureza, mas multicolor, prelúdio de fim, mas também génese,
crescimento e plenitude. Enquanto as árvores se despem e a gente se veste!
Lisete de Matos
Açor, 29 de outubro de 2015























































