quarta-feira, 24 de abril de 2013

Caminhada “Na Rota dos Casais” é já no dia 4


Faltam apenas 10 dias para a nossa caminhada deste ano. As inscrições continuam abertas e ainda aguardamos pela sua. Não deixe para o último dia. Sabemos que virá fazer-nos companhia.

O reconhecimento do itinerário e do estado em que se encontram os antigos caminhos foi feito no passado domingo. A Junta de Freguesia do Colmeal, tal como nos anos anteriores, garantirá a limpeza dos trilhos e o apoio com a viatura todo o terreno.

A equipa que fez o reconhecimento aproveitou para tirar algumas fotografias para nos abrir o apetite. Não se esqueça de trazer a sua máquina para depois podermos partilhar o que viu durante esta “sua caminhada”. Há pormenores neste percurso que o vão deslumbrar e que irão ficar registados na sua memória. Não se esqueça de usar calçado apropriado, roupa leve e um chapéu ou boné na cabeça. E uma garrafa com água é fundamental para o seu bem-estar.

Contamos consigo. Mas, para já, aprecie estas fotos tiradas no que vai ser a caminhada “Na Rota dos Casais”. O rio Ceira, a bonita aldeia do Soito, a subida até ao Loural, os Couços, Aldeia Velha por perto, Ventoso e a Ponte. A paisagem envolvente é das mais lindas que poderá encontrar no país, por isso, venha desfrutá-la.
























No final, no Parque de Merendas das Seladas será o convívio habitual.

Contamos consigo!

Fotos de Catarina Domingos
  

9 comentários:

Anónimo disse...

Fotos lindissimas !
Lá estarei, se não houver nada em contrário. Parabéns mais uma vez pela iniciativa ! Um bem haja a todos vós

Anónimo disse...

Já me constou que é um itinerário de sonho. A não perder. Mas reparem que o Simba está com a língua de fora e a maldizer o seu esquecimento da garrafa de água.
Costuma dizer-se que "Quem vai para o mar avia-se em terra".
Boa caminhada para todos. Lá nos encontraremos. E com a garrafita da água.

Catarina disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Catarina disse...

Uma Caminhada a não perder!!
Uma paisagem maravilhosa, ar puro, contacto com a natureza, boa companhia e uma comida fantástica!
Inscreva-se!!!

Anónimo disse...

Abençoados sejam pelo vosso trabalho. Vocês são incansáveis.
Que tudo corra bem.

AJ disse...

Parece um belo caminho! A minha vai e depois há de ensinar-me o caminho. Que corra tudo bem!
Ângela João

Soito aldeia preservada disse...

Este percurso, em boa hora escolhido pela UPFC, inclui, uma passagem pela aldeia do Soito, onde para além do “café da avó” que por certo reconfortará os caminhantes após a primeira etapa da caminhada, os mesmos poderão visitar o Espaço Museológico da aldeia, a capela de São Pedro, a Fonte Velha, para além de uma recomendada visita a toda a aldeia, reconstruída maioritariamente em xisto, com sinalética, proteções em madeira e espaços de jardim e percorrida por uma levada, onde a água corre de forma contínua, dando à aldeia caraterísticas únicas na zona.
Seguidamente e já em direção ao percurso entre o Soito e o Loural, os participantes poderão apreciar o tanque / piscina da aldeia, bem como o lavadouro público em faze de recuperação.
Este percurso, que entre o Soito e o sítio do “Moinho Velho”, coincide com a antiga levada de água (atualmente entubada) e a partir daí segue em direção às fazendas dos “Portos Palheiros”, outrora cultivadas por gentes do Soito e atualmente abandonadas, as quais confrontam com as terras da aldeia do Loural, que atualmente integra um interessante projeto turístico, designado de Loural Village, propriedade do nosso amigo Francisco Nunes e da Tiana, que todos nós esperamos que venha a ser um sucesso para a nossa Freguesia e para a nossa zona.

Este percurso, com posterior ligação aos casais dos Coiços e Porto Chão e a Aldeia Velha, que na zona do Loural integravam o mais importante souto de castanheiros da nossa freguesia, era também utilizada por gentes das referidas localidades, quer em direção aos moinhos do Rio Ceira, existentes nas proximidades do Soito (Cabeceiro e Boiço), uma vez que durante o Verão os moinhos das ribeiras locais não tinham água suficiente para funcionar.

É ainda de referir que, sobretudo Aldeia Velha, juntamente com os seus casais, sendo rica em castanha, não dispõe, pela sua altitude e consequentes condições climatéricas, de condições para produzir azeitonas / azeite, pelo que muitos os seus habitantes, no passado, adquiriram terrenos de olival no Soito, mas também na Malhada, a fim de terem a sua própria produção do “precioso óleo”, pelo que este caminho era também utilizado para esse fim.

Enfim, trata-se de um percurso deslumbrante, com imensos cursos de água e uma vegetação deslumbrante e variada que irá surpreender os caminhantes.

Muito obrigado à UPFC por esta iniciativa.

António Duarte.

Anónimo disse...

Infelizmente não pude estar presente, mas aguardo a publicação de notícias e fotos para saber como correu e conhecer mais um pouco dessa zona da vossa freguesia.

Helena Maria disse...

Também eu tenho curiosidade de ver as fotos.
Sei que foi um dia bem passado.
Esperemos pelas noticias.