sábado, 21 de abril de 2012

Prémios Nobel de Literatura reunidos no Colmeal



Numa louvável iniciativa da União Progressiva da Freguesia do Colmeal encontram-se reunidos no Colmeal vários Prémios Nobel de Literatura.
A ideia foi lançada em 2005 aquando do almoço de aniversário da colectividade mais antiga da freguesia e hoje é uma realidade que a todos deve orgulhar.

Rudyard Kipling (Prémio Nobel de Literatura em 1907) está no Colmeal com a sua obra “O Livro da Selva”, Thomas Mann (1929) com “Sua Alteza Real”, Hermann Hesse (1946) com “Siddhartha” e William Faulkner (1949) com ”O Homem e o Rio”.

Laureados da segunda metade do século passado estão também na nossa sede de freguesia, dos quais destacamos: Albert Camus (1957) com as obras “A Queda” e “O Estrangeiro”, Ernest Hemingway (1954) com “As Verdes Colinas de África”, “Paris é uma Festa”, “O Adeus às Armas”, “As Neves do Kilimanjaro” e ”Por Quem os Sinos Dobram” será talvez o mais representado de todos eles a par do anfitrião José Saramago. Boris Pasternak (1958) com “O Doutor Jivago”, John Steinbeck (1962) e os seus sucessos “A Um Deus Desconhecido”, “As Vinhas da Ira”, “O Inverno do Nosso Descontentamento” e “A Leste do Paraíso”, Jean-Paul Sartre (1964) com “Os Sequestrados de Altona”, Gabriel Garcia Marquez (1982) com “Cem Anos de Solidão” e “Viver para Contá-las”.

Orhan Pamuk (2006) com “Os Jardins da Memória” e Mário Vargas Llosa (2010) com “A Tia Júlia e o Escrevedor” são dos dois mais recentes Prémios no Colmeal.

José Saramago, que foi Secretário da Direcção da União Progressiva da Freguesia do Colmeal (1948/50 e 1954/55) e a quem foi atribuído o galardão máximo da literatura mundial em 1998, está naturalmente presente com algumas das suas obras, das quais destacamos “Memorial do Convento” e “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”.

Não foi muito fácil reunir tantos expoentes máximos da literatura mundial numa pequena aldeia, sede de freguesia, como a do Colmeal. Mas é um raro privilégio poder conviver com eles e com as suas obras. Eles estão à sua espera na Biblioteca da União – núcleos do Centro Paroquial e da Antiga Escola.
Aproveite a oportunidade. Leia-os.

A. Domingos Santos

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