18 dezembro 2025
Manuel Mendes Domingos, faleceu
17 dezembro 2025
Mensagem de Natal
2025 passou e a União Progressiva da Freguesia do Colmeal
continuou a sua jornada cheia de regionalismo e atividades!
Começámos no dia 26 de março com o VIII Passeio Turístico
"Rota das Colmeias" e em abril tivemos a atuação do artista Cristiano
Cardoso Neves, no Centro de Cultura e Convívio.
No dia 3 de maio foi a altura de fazer a nossa Caminhada
"Rota das Colmeias", onde podemos contemplar a beleza das nossas
paisagens e no dia 6 de junho recebemos e demos apoio à passagem do Ultra-Trail
"Oh meu Deus".
Em junho, no dia 28, fizemos a nossa assembleia geral,
momento em que elegemos os novos corpos sociais.
Organizámos a festa de verão em honra do Senhor da Amargura,
que decorreu nos dias 2, 3 e 4 de Agosto.
No dia em que a UPFC celebrou 94 anos, respetivamente 20 de
setembro, fizemos o nosso almoço de aniversário, na Casa da Cultura de Góis.
No dia 1 de novembro, mantivemos a tradição e assamos as
castanhas na caruma, com um grande Magusto. No dia 30 de novembro tivemos os
nossos associados José Álvaro Domingos e José Santos a representar a UPFC no
torneio Intercoletividades no jogo da Malha, organizado pelo Município de Góis.
Ainda iremos ter a habitual Festa de Natal da UPFC, com a nossa ida à Unidade
Residencial da Sagrada Família, na Cabreira, no dia 20, com a entrega das
prendas e carinhos aos idosos residentes, e no 21, será o dia de entregar as
prendas aos mais jovens, e também aos nossos idosos, no Centro de Cultura e
Convívio do Colmeal.
Foi um ano cheio! Podemos dizer que as nossas atividades têm
bastante sucesso, trouxemos cerca de 300 pessoas ao Colmeal no VIII Passeio
Turístico "Rota das Colmeias", na Caminhada "Rota das
Colmeias" tivemos 120 pessoas, a Festa de Verão preencheu o nosso Largo
Dona Josefa das Neves Alves Caetano. Tivemos também uma participação no
Festival do Rancho Folclórico Serra do Ceira, pois também queremos e gostamos
de ter um bom relacionamento e cooperação com todas as coletividades e associações.
Continuaremos sempre a lutar por um Colmeal melhor, e por um grande
regionalismo!
2026 é já ao virar da esquina, logo no início do ano iremos
dar conhecimento das atividades previstas, com a promessa de muito trabalho e
empenho em prol do Regionalismo!
Um Feliz Natal, e um Próspero Ano Novo
UPFC
12 dezembro 2025
Aqui na Roça, o dia a dia (VI)
A loja do governo.
"Casa onde caibas e terrenos que não saibas". Num
passado longínquo, era voz corrente nos aldeões das nossas
serras.
Na época as aldeias fervilhavam de gente, as famílias eram
numerosas e havia que providenciar o seu sustento durante o rigoroso inverno.
"Terrenos que não saibas" . Demarcava o estado social de uma família, - quantos mais terrenos melhor. Dali vinha o sustento, milho, feijão, azeite, mel, castanha, àrea de pastorícia e florestal. Em regra todo o agregado familiar se dedicava ao plantio agrícola e pastorícia, havendo tarefas distintas entre homens e mulheres, cujo produto final refletia as boas e esperadas colheitas.
"Casa onde caibas" As casas, em regra geral, eram pequenas. Cozinha com fogueira de lenha no centro, um pátio geralmente a dar acesso ao curral do porco, pequenos quartos e por fim, a "Loja do Governo". Esta loja ampla, de piso terreno e paredes de pedra com largura de grande porte, se destinava a guardar o resultado das colheitas e dos bens alimentares, nomeadamente a salgadeira onde se guardava a carne de porco, o pote onde se acondicionava o azeite e demais produtos alimentares, nas arcas o milho e o feijão e na queijeira os queijos de produção caseira.
Se a área da loja o permitia, ainda se guardava o pipo do
vinho, a dorna e a aguardente.
Os tempos eram difíceis, considerando que na altura uma
sardinha era para três e todos queriam a cabeça, pelo que havia o gestor
dedicado à guarda e consumo racional dos bens armazenados.
Geralmente esta tarefa era do desempenho do cônjuge
feminino. O masculino tinha a responsabilidade de ir ganhar o dinheiro,
para a compra de bens cujos terrenos não produziam, como o petróleo, o açúcar,
conservas e umas guloseimas. Na altura da ceifa do trigo, lá partia para
o Alentejo, mas regressava um dia. Mais tarde começou a ir para a cidade e por
fim tornou-se emigrante e deixou de regressar e se o fizesse era de
passagem. A desertificação ocupou o seu lugar, - a serra os terrenos não
conseguiram garantir o seu sustento e da sua família.
A "Loja do governo" fechou, restam as arcas
e potes vazios, testemunhas silenciosas de um passado que desapareceu no tempo.
Fotos:
Obtidas na "loja do governo" do autor.
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| Parede da loja |
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| Arca do milho |
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| Pote do azeite e dos queijos (1) |
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| Salgadeira |
(1) O pote derivado ao seu desempenho à época, vai ser objeto de uma publicação própria, brevemente.
Colmeal, 10 de Dezembro de 2025
Domingos Nunes
04 dezembro 2025
NATAL '25 NO COLMEAL
Nos próximos dias 20 e 21 de dezembro a União Progressiva
da Freguesia do Colmeal irá proporcionar mais uma vez a grande Festa de Natal!
Dia 20, às 15h, iremos á Unidade Residencial da Sagrada
Família, na Cabreira, para entregar prendas aos idosos residentes, bem como
espalhar carinho e a magia do Natal.
No dia 21, 9h:30m,
será o dia da magia do Natal no Centro de Cultura e Convívio do Colmeal,
com a entrega de prendas aos idosos e às crianças.
Nesse dia também iremos receber o Góis Moto Clube, que
também irá entregar as prendas de Natal às crianças.
De seguida será feito o sorteio do cabaz de Natal.
A Direção da UPFC
28 novembro 2025
26 novembro 2025
Magusto no Colmeal - “Se o Inverno não erra o caminho, cá virá no São Martinho”
Embora na nossa aldeia os
castanheiros já não abundem, estes foram durante séculos uma das árvores mais
valiosas, no tempo em que as castanhas constituíam um alimento essencial no
outono e no inverno, antes da generalização da batata e do milho. O magusto
nasceu, assim, da reunião das gentes após a apanha da castanha, como um momento
de agradecimento pela boa colheita e de reforço dos laços comunitários. Com o
passar dos séculos, esta celebração acabou por se associar ao culto de São
Martinho, o soldado romano que, segundo a lenda, cortou a capa ao meio para
abrigar um mendigo num dia frio — gesto que simboliza a solidariedade e o
espírito de partilha também presentes nos magustos.
A sabedoria milenar do
povo da Beira Serra recorda, num dos muitos provérbios associados ao mês de
novembro, que “Se o Inverno não erra o caminho, cá virá no São Martinho”.
Este ano, não foi preciso esperar por esse dia, pois, nos últimos dias de
outubro, o inverno já se fizera anunciar com chuva copiosa e trovoadas
retumbantes, de tal modo que, no Colmeal, por prudência, a direção da União Progressiva
da Freguesia do Colmeal decidiu alterar o local do tradicional magusto, marcado
para 1 de novembro, dia de Todos os Santos.
Há 50 anos, a edição do
boletim “O Colmeal” de setembro-dezembro de 1975 fazia eco das “Excursões
pelos Santos” em que “numerosos colmealenses residentes em Lisboa (…) se
deslocaram em automóveis particulares” ou se fizeram “transportar em
autocarros alugados” e visitaram a sua terra “a pretexto do magusto”, que
proporcionou “dias de alegre convívio familiar que a todos deixou boas
recordações”.
Este ano, os que se
deslocaram não foram certamente em tão grande número, devido às previsões
climatéricas menos favoráveis, por isso, de modo a assegurar abrigo aos que o
fizeram, em caso de muita chuva, que se anunciava, o magusto realizou-se, não
no Largo da Fonte, mas nas imediações do Centro de Convívio Padre Anselmo, mais
precisamente no pequeno largo traseiro, entre a Cruz da Rua e o Barroco.
Foi aí que o presidente
da delegação no Colmeal da U.P.F.C., o incansável Álvaro Domingos, conduziu,
mais uma vez, o processo com enorme dedicação e perícia, desde o arranjo da
caruma, há muito recolhida e bem-acondicionada, ao ateamento faseado do fogo e
à certificação de que todas as castanhas estavam bem assadas.
No final, todos os que
ousaram enfrentar as condições climatéricas e até lá se deslocaram puderam
saborear umas ótimas castanhas assadas, preparadas na fogueira, à moda
tradicional, bem acompanhadas por água-pé, jeropiga ou vinho abafado. Mas as
castanhas foram apenas o começo, pois no interior do Centro, todos puderam continuar
a confraternização e apreciar os deliciosos torresmos à moda da Anabela
Domingos, bem como provar muitos doces, trazidos pelos colmealenses que se
quiseram associar, onde não faltaram as tradicionais filhoses.
Este momento de encontro,
a que se associaram cerca de sete dezenas de colmealenses e amigos, foi ocasião
para assegurar a continuidade de uma das festas outonais mais emblemáticas da
nossa região, marcada pela comunhão comunitária, pelo fumo das castanhas
assadas, pelo cheiro do vinho novo e do fumeiro e pela celebração da partilha —
um eco das antigas festividades rurais em que os nossos antepassados celebravam
o fim das colheitas e o início do tempo frio.
No dia seguinte – dia de
Fiéis Defuntos – muitos foram os que participaram na celebração eucarística,
presidida pelo Padre Orlando, e na romagem ao cemitério do Colmeal, sufragando
os seus familiares e conterrâneos falecidos.
20 novembro 2025
União Progressiva da Freguesia do Colmeal celebrou 94 anos com homenagens num ambiente de grande convívio
No dia 20 de setembro, a União Progressiva da Freguesia do Colmeal (UPFC) assinalou o seu 94.º aniversário, com uma cerimónia que reuniu cerca de 130 pessoas no espaço multiusos da Casa da Cultura de Góis. A iniciativa ficou marcada pelo convívio e pelas homenagens a três regionalistas, num ambiente de partilha, amizade e forte espírito colmealense.
A festividade teve início com um almoço-convívio, seguindo-se o habitual
momento de intervenções institucionais. O presidente da UPFC, Tiago Domingos,
deu as boas-vindas aos presentes, agradecendo a participação de todos e salientando
a importância das associações e coletividades locais, bem como dos amigos das
aldeias vizinhas, na valorização do regionalismo, referindo que “são estas
associações que muito fazem pelo regionalismo e que têm sido parceiros
incríveis nesta nossa jornada”.
Outros momentos marcantes incluíram o VIII Passeio TT “Rotas das Colmeias”, que em março reuniu 280 participantes, e o espetáculo musical com o artista Cristiano Cardoso Neves, realizado na Páscoa, com o patrocínio da Comunidade dos Baldios do Colmeal. Em maio, cinquenta participantes aventuraram-se numa caminhada pelos “carreirinhos da serra” até ao Açor, terminando o percurso com um almoço de confraternização, preparado por Zé Nunes e Ana, que reuniu mais de 100 participantes.
Em junho, a União também apoiou a passagem da prova internacional Ultra-rail “Oh Meu Deus”, garantindo o abastecimento dos atletas que passaram pelo Colmeal. Já em agosto, promoveu a tradicional Festa do Colmeal, que reuniu mais de 120 participantes.
Sofia Teixeira, revelou ainda que, até final do ano, a coletividade
continuará ativa, com a realização do Magusto, a 1 de novembro, no Largo da
Fonte, e a Festa de Natal, nos dias 20 e 21 de dezembro, na Unidade Residencial
da Sagrada Família, na Cabreira, e no Centro de Cultura e Convívio do Colmeal, eventos
que prometem alegrar crianças e idosos. Para o próximo ano, já está marcada a
nova edição do Passeio de TT “Rota das Colmeias”, a realizar-se a 15 de
fevereiro, informando ainda que estão previstas mais atividades, que serão
divulgadas oportunamente.
Em julho, a direção foi reconduzida para mais um biénio. Sofia Teixeira reforçou
o compromisso do grupo, afirmando que “vamos continuar a promover o
regionalismo, a união e o convívio, proporcionando momentos que nos aproximam
ainda mais e que nos façam vir à nossa aldeia”.
A dirigente deixou ainda uma palavra de agradecimento aos mais séniores e
experientes, “pela sabedoria e vivência nos orientam e tornam o caminho mais
fácil” e à juventude colmealense, “que nos enche de orgulho com a sua
participação ativa sempre que a União precisa”.
Em nome da direção, concluiu com uma mensagem de esperança e união: “caros
amigos, ideias não nos faltam e acreditamos que muito mais será possível
concretizar. Acima de tudo, é na vossa amizade, no entusiasmo e no espírito
colmealense que confiamos para que esta família continue a crescer e prosperar”.
Já o
presidente Tiago Domingos fez questão de sublinhar que “todas estas atividades
não seriam possíveis sem o vosso apoio, e sem a ajuda do Município de Góis, da
União das Freguesias de Cadafaz e Colmeal, da Comunidade dos Baldios do
Colmeal, Góis Moto Clube, bem como todas as associações regionalistas”.
O momento
alto da comemoração foi a homenagem a três regionalistas, nomeadamente Maria
Lucília Domingos Pinto, Francisco José Carreira da Silva e Artur Domingos
Fontes, pelo “trabalho e esforço em prol da U.P.F.C”.
Na
ocasião, Tiago Domingos destacou o percurso de Maria Lucília Domingos Pinto, “filha
de colmealenses, nasceu em Lisboa há 75 anos e é sócia da União desde 1970”. Recordou
que, nessa altura, “não era bem vista, nem aceite, a presença feminina nos
cargos dos órgãos sociais, que eram preenchidos exclusivamente por homens”. No
entanto, em 1972, a Assembleia Geral da UPFC aprova “uma lista verdadeiramente
inovadora, desde logo, integrava uma “Comissão de Juventude” apresenta-se
fortalecida, passa de três para sete elementos, sendo um rapaz e seis raparigas
e Maria Lucília era uma delas”.
Tiago
Domingos relembrou ainda que “seguem-se anos atribulados, em que a dinâmica
interna da União sofre a “onda de choque” dos tempos de transformação
político-sociais que se vivem em Portugal. O espírito regionalista permite
superar a crise e, em 1978, Maria Lucília integra a equipa da direção, em anos
seguintes da Assembleia Geral e do Conselho Fiscal. Neste último, permaneceu
até 2023, quando a equipa entendeu passar o testemunho à geração seguinte. Foi
umas das pioneiras nos Órgão Sociais da União, a que dedicou mais de 30 anos”.
Sobre
Francisco José Carreira da Silva, Tiago Domingos recordou que “nasceu em
Lisboa, há 75 anos, e os caminhos da amizade com a família de Maria Cecília
Barata conduzem-no ao Colmeal. A Cilinha Barata, que integrava a equipa da
Direção da União, logo desenvolveu uma estratégia de “dois em um”: entregou-lhe
uma proposta irrecusável de sócio da União e apresentou-lhe a Maria Lucília. É
que, para se amar o Colmeal, não basta ser sócio da União... tem de se “viver o
Colmeal”. A estratégia resultou e o Colmeal ganhou mais um colmealense”.
O
presidente sublinhou que Francisco Silva “integrou os órgãos sociais da UPFC,
mas, foi sobretudo, na criação do blog e na sua manutenção, desde 2007, que o
serviço prestado à União é mais visível. O blog tem sido, desde há quase 20
anos, o órgão de comunicação da UPFC., divulgando eventos de interesses para os
colmealenses, noticiando os momentos festivos, as celebrações religiosas, as
tradições renovadas, ou os momentos tristes”.
“Com a
contribuição de muitos de nós, através da escrita e das imagens, o blog tem
mantido todos esses registos e, através deles, a ligação aos colmealenses e
seus amigos, onde quer que estejam, à distância de um clique. Atualmente, o
blog tem mais de 1700 publicações”, informou Tiago Domingos.
“Após a
sua saída dos corpos sociais, tem mantido um apoio fenomenal para connosco,
toda a nossa caixa de correio eletrónico é gerida por ele, juntamente com o
blog, tem sido incansável na ajuda e apoio. Obrigado, Francisco Silva”,
acrescentou Tiago Domingos.
Também
Artur Domingos Fontes foi distinguido nesta cerimónia. Tiago Domingos recordou
que o homenageado “nasceu no Colmeal há 72 anos e é sócio da União há mais de
meio século. Depois do Serviço Militar Obrigatório, nos tempos conturbados de
74 a 78, com passagem por Angola, apenas teve tempo de respirar fundo e
aclamar, até ser chamado a nova missão: integrar os corpos sociais da União
Progressiva da Freguesia do Colmeal, que, por essa altura também atravessava um
período atribulado”.
O
presidente destacou que “o espírito regionalista que presidia à UPFC estava,
felizmente, já bem amadurecido e as dificuldades foram sendo ultrapassadas. Com
algumas interrupções pontuais, desempenhou diversos cargos em 1980 e 2023”.
“Artur
dedicou cerca de 40 anos à União e, no seu museu, há mais de uma década,
desafia-nos a uma viagem de regresso às memórias de infância. Pois nas suas
miniaturas, encontrou uma forma de honrar e preservar a memória do modo de vida
e do labor das nossas gentes”, concluiu.
A
cerimónia incluiu ainda um momento de reconhecimento aos Bombeiros Voluntários
de Góis. O presidente da UPFC sublinhou que “não podemos deixar passar esta
oportunidade sem dar uma palavra de apreço e gratidão aos bombeiros, e em
especial aos do nosso concelho, à Associação Humanitária dos Bombeiros
Voluntários de Góis, que de uma forma genuína enfrentam o perigo, muitas vezes
sem pensar em si, sempre prontos a cumprir com orgulho a sua missão”.
“São
chamados a meio da noite, deixam as suas casas e as suas famílias e partem para
o desconhecido, sem saber o que os espera. Levam no coração apenas a missão de
ajuda e da prática do bem. Também a eles queremos prestar a nossa homenagem e,
de alguma forma, ajudar, ainda que de forma quase simbólica, a colmatar as
necessidades logísticas que também têm que ultrapassar”, referiu Tiago Domingos,
revelando que “é com muito gosto que o UPFC faz um donativo de 500 euros aos Bombeiros
Voluntários de Góis”.
Seguiu-se
a intervenção do vice-presidente da Câmara Municipal de Góis, Nuno
Bandeira, que começou por cumprimentar todos os presentes,
em especial Tiago Domingos e os órgãos sociais da
União Progressiva, destacando “esta fantástica instituição que nós
temos no nosso concelho”.
O autarca
saudou também todas as instituições e participantes, sublinhando que “é
com satisfação que vemos aqui representada toda a freguesia, numa demonstração
de força e união, pois só assim é que nós conseguimos elevar a nossa
terra e concretizar os nossos objetivos”.
O
vice-presidente felicitou os três homenageados pelo “trabalho que foram
fazendo ao longo destes anos” e destacou ainda a importância
da parceria entre as associações locais, a Câmara Municipal e a União das
Freguesias, afirmando que “as instituições que estão mais
próximas da comunidade são muito importantes para quem está a gerir o
território. São muitas vezes o alerta para aquilo que precisa de ser melhorado,
e a UPFC é um exemplo disso, tal como todas as outras coletividades
das nossas aldeias”.
O autarca
terminou enaltecendo a presença da juventude no evento e agradecendo “o
contributo que a União Progressiva da Freguesia do Colmeal tem dado ao concelho
ao longo dos últimos quatro anos”, deixando uma palavra de incentivo à
continuidade deste trabalho.
Coube a
Tiago Domingos encerrar a cerimónia de intervenções, reconhecendo que “como
sabem, ninguém é perfeito... esta equipa vai fazendo várias atividades, com
mais ou menos dificuldades, mas sempre com grande gosto e amor, e com o intuito
do honrar o nosso Colmeal. Como líder desta equipa, quero dizer que tenho
orgulho em todos e que temos roçado a perfeição nas nossas atividades. Uma
salva de palmas para esta malta!”
O
presidente pediu ainda “uma grande salva de palmas aos nossos pioneiros,
fundadores desta Associação regionalista, e a todos os que seguiram os seus
passos e que honraram o regionalismo”.
Seguiu-se
a entrega de prémios às vencedoras do Campeonato de Sobremesas, realizado nas Festas
do Colmeal: Anabela Domingos, vencedora da edição de 2024, e Luísa Domingos, vencedora
da edição deste ano.
A
festividade contou ainda com a animação musical de Lúcia e Pedro Otero e com
uma exposição de trabalhos de Paula Ramos.
O encontro
terminou em clima de festa, com o tradicional cantar dos parabéns,
o bolo comemorativo e o brinde de champanhe,
celebrando os 94 anos da União Progressiva da Freguesia do Colmeal.






























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