quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Festa do Açor

“Teve lugar de 1 a 2 de Agosto. A Festa do Açor que se celebra em honra de Nossa Senhora da Saúde. Como habitualmente, constituída por uma parte religiosa e uma profana, a religiosa consistiu na celebração da Santa Missa, a que presidiu o Pároco de Arganil, cuja presença a comunidade do Açor agradece.
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No que toca à parte profana, destacam-se a participação nos jogos de cartas e da malha, bem como na actuação do Rancho Serra do Ceira, o que lhe augura um futuro muito promissor. Não são encantadores, os pares? Parabéns pelo trabalho em curso.
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Lisete de Matos
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Açor (Colmeal) 09/08/05”

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Santo António

É lindíssima esta imagem do Santo António. Em cerâmica (azulejo ?), está numa casa em fase de ruína em frente ao edifício da antiga escola do Colmeal. À mão de semear, ainda bem que não foi vandalizada. Certamente que ainda terá dono e a este ou a quem de direito dirijo o meu pedido: resguardem e recuperem o Santo António. Obrigado. A. Magalhães Pinto

Tradições

. 4. A gestão da água / o juiz da água
O Soito sempre foi uma terra abundante em água, porque é uma das aldeias mais baixas da Freguesia, aproveitando assim do rio e das ribeiras para regar as suas terras, algumas das quais designadas de lameiros pelo facto de entre o Inverno e a Primavera serem irrigadas de forma permanente, a fim de produzir a erva para os animais, cujo último corte era destinado ao feno (erva seca), guardada nos palheiros, para consumo sobretudo nos dias mais invernosos em que o gado não saía dos currais.
Apesar disso, as terras mais junto da aldeia, onde se cultivavam sobretudo as hortas, disputavam uma quantidade nem sempre abundante de água, que era / é captada na “ribeira”, no desembocar das águas do Ribeiro de Além e da Quinta das Águias. Aí havia 3 poços (actualmente em ruínas) que, após estarem cheios (uma a duas vezes ao dia, dependendo da quantidade de água), eram abertos, sendo a sua água transportada até ao Soito, por uma levada de cerca de 2 km (hoje substituída por um tubo).
A água destes poços, que demoravam cerca de 2 horas a serem esvaziados, uma vez chegada ao Soito pela dita levada (alguma perdia-se no caminho), era depositada num poço de terra e pedras de grande dimensão situado no cimo da aldeia, hoje substituído por um tanque de cimento.
A distribuição da água era feita segundo escritos antigos, ainda hoje existentes, com base na dimensão de cada um dos terrenos de cultivo que a ela tinham direito, mas como acontecia em muitas outras terras do país, originava por vezes algumas discórdias, dado que algumas pessoas menos conscientes abusavam da sua utilização esquecendo os direitos dos outros.
A fim de resolver as “guerras da água”, os antigos habitantes resolveram então colectivamente instituir a figura do “juiz da água”, que era um homem designado por todos os agricultores para controlar a utilização da água por cada uma das propriedades, de acordo com o tempo a que tinham direito.
Este juiz, que eram pago em géneros agrícolas pelos diversos proprietários, tinha como função abrir o poço da aldeia e encaminhar água pelas levadas em direcção às terras que naquele dia iria ser regadas, chegada a água ali, virava o “tornadoiro(1)” e controlava o tempo de rega, cortando a água em direcção a outro destino, quando este terminava, ainda que o terreno não tivesse sido todo regado. Era necessário cumprir a “lei” e o juiz era implacável.
Os seus instrumentos eram o relógio para controlar o tempo de rega e um pequeno sacho para levar a água para o percurso desejado e também para desobstruir as levadas e os rêgos.
O último juiz da água do Soito, que exerceu a sua função até cerca de 1970, foi o ti António da Neves, mais conhecido por ti António do Balcão (dado que a sua casa, à entrada da chamada “rua da carvalha”, tinha um pequeno balcão e um alpendre). Era natural de Aldeia Velha e casou no Soito e o seu sacho ( a sua ferramenta de juiz da água) é uma das peças que integram o acervo do “Espaço Museológico do Soito”. [1] Desvio da água para o local desejado, através da colocação de torrões (ervas com terra) no curso inicial.
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António Duarte – Comissão de Melhoramentos do Soito

Nevoeiro no rio

Fotos de Pedro Marquês

Freguesia do Colmeal (História) II

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PASSADO – PRESENTE Capítulo II
a) Freguesia; situação orográfica e hidrográfica. b) Topografia; vias de comunicação; população Está a freguesia do Colmeal, situada no distrito de Coimbra; província da Beira Litoral; comarca de Arganil; concelho de Góis; bispado de Coimbra e arciprestado da Pampilhosa da Serra. O seu comprimento (N.S.) é de 6 km e a largura (E.O.) de 7 km. Superfície de 42 km2 aproximadamente. O terreno é bastante acidentado e o principal monte é a Serra das Caveiras (Aldeia Velha) com 1028 metros, que separa a nossa freguesia das de Pessegueiro e Pampilhosa da Serra. O principal curso de água é o Rio Ceira, que nascendo em uma ravina da Serra da Estrela, atravessa a freguesia no sentido Nascente Poente e vai desaguar ao Rio Mondego em Coimbra. Na margem direita ficam situadas as povoações de: Colmeal, Ádela, Açor, Sobral, Saião, Salgado, Vale de Asna e Vale de Égua (1). Na margem esquerda: Malhada, Carrimá, Foz da Cova, Soito, Aldeia Velha, Loural, Carvalhal, Roçaio e Penedo (2) e Quinta de Belide. As únicas vias de comunicação são a estrada do Rolão, com ramal para o Soito, e a estrada para Cepos, muito semelhante às florestais, com ligação para Arganil. População: No quadro abaixo se descrimina o número de habitantes da freguesia, desde 1527 a 1960. Anos Habitantes (3) 1527 0024 1864 1259 1878 1353 1890 1295 1895 1147 1900 1478 1920 1477 1940 1335 1950 1113 1960 0847 Facilmente se conclui pelo gráfico apresentado, que a população aumentou até 1900, entrando então num decrescendo constante até 1970, cujo total de habitantes não temos ainda exactamente, mas não andará longe dos 550. (1) Extinta (2) Extinta (3) Vol I – Arquivo Histórico de Góis, p. 40, excepto o referente a 1960 cujo senso foi feito a 15Dez1960 in Boletim “O Colmeal” Nº 103, Abril de 1970

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Mérito do concelho para colmealenses

. No próximo dia 13 de Agosto comemora-se o Dia do Município no concelho de Góis. Na Sessão Solene que se vai realizar pelas 10 horas no Auditório da Biblioteca Municipal "António Francisco Barata" em Góis, vão ser reconhecidos pelo trabalho desenvolvido e agraciados com a Medalha de Mérito do Concelho três grandes regionalistas da freguesia do Colmeal - António Santos Almeida (Fontes), Fernando Henriques da Costa e Manuel Martins Barata.
A proposta apresentada por Henrique Braz Mendes, presidente da Junta de Freguesia do Colmeal, teve a concordância dos responsáveis autárquicos. A União Progressiva da Freguesia do Colmeal que irá estar presente na cerimónia, orgulha-se de ter tido dirigentes de tão elevada craveira e que tanto fizeram pela colectividade e pela freguesia. Certamente que a comunidade colmealense não se irá alhear deste acto onde três dos seus filhos vão ser homenageados. UPFC

“RAIZES”: UMA EXPOSIÇÃO DE PINTURA A NÃO PERDER

Mais uma exposição de pintura de Josefina Almeida. Chama-se “Raízes” e foi inaugurada a 3 do corrente, no Posto de Turismo de Góis, onde poderá ser visitada até ao próximo dia 17 de Agosto. Na presença do Presidente da Assembleia Municipal de Góis, Dr. José de Carvalho e do Vice-Presidente da Câmara, Eng.º Diamantino Garcia, a exposição foi inaugurada pela Vereadora da Cultura, senhora D. Helena Moniz. Helena Moniz elogiou a beleza e a qualidade do trabalho da artista no domínio da pintura, mas também no das restantes expressões a que se dedica, como o da escrita ou do bordado matiz, agradecendo a disponibilidade para o partilhar com os outros. Na apresentação das obras uma a uma, a artista patenteou a intenção, o carinho e a sensibilidade estética com que as criou, a remeterem para a beleza da paisagem e para a biodiversidade que ainda persistem, para a dureza da realidade (dos incêndios, por exemplo) e para os princípios e valores que enraízam os naturais e oriundos da serra. A propósito, lembrou o Vice-Presidente da Câmara, Eng.º Diamantino Garcia, que o porte, a resistência e a longevidade das árvores, como das pessoas, dependem da qualidade das raízes que as alimentam e prendem à terra. No caso, digo eu, à terra-solo e à “Terra” lugar de nascimento. A inauguração da exposição foi um momento de grande elevação, pela beleza da obra exposta, mas também pelo acolhimento e cordialidade da autarquia anfitriã e dos autarcas presentes, pelo profissionalismo e simpatia dos técnicos e outro pessoal envolvidos, pelo carinho entusiasmado dos muitos familiares e amigos que quiseram acompanhar a artista em mais aquele momento de partilha e reconhecimento social do seu trabalho. Vale a pena visitar a exposição. Ainda nem tinha começado e já uma rapariguita de nove anos gritava para a mãe: “Vem cá, vem cá, que está aqui um quadro que tem uma maçã a rir-se … E aqui a cara de uma pessoa …, e a de um cão!” Era um recanto do Ceira, na Cortada! Depois, mal tinha iniciado, já do livro de comentários constavam os seguintes: “Obrigada por nos brindar com as cores que alegram a nossa terra”; “Uma brisa artística da nossa terra simplesmente fascinante”; “Retrata de uma forma muito colorida e real as realidades desta terra. Bem-haja pelo seu trabalho”. Lisete de Matos Açor (Colmeal), 04/08/2009

Rancho Serra do Ceira

A União Progressiva da Freguesia do Colmeal regista com muito agrado o ressurgimento do Rancho Folclórico Serra do Ceira com diversas actuações anunciadas em vários cartazes de festas neste Verão. Recentemente apresentou-se nas festas do Soito e do Açor e vai actuar no próximo dia 7 em Góis, pelas 21h30m, no Parque de Lazer do Baião, no âmbito da FACIG - Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Góis. Também estão programadas actuações nas festas de Ádela (dia 8 -19 horas), Malhada (dia 9 - 19 horas) e Colmeal - Parque de Merendas das Seladas (dia 10 - 18h30). Com o trabalho árduo que tem vindo a ser desenvolvido certamente outras exibições estarão já em agenda. E não podemos esquecer que o Rancho Serra do Ceira necessita do apoio de todos nós. UPFC

Colmeal de hoje

Já repararam que de ano para ano o Colmeal vai ficando com mais branco, mais brilho e parece remoçado? Pelo postal que anexo, testemunho da minha estada no Colmeal em Julho, vemos várias casas recuperadas, algumas mais em fase de conclusão e, curiosamente, todas com cores claras e alegres. O Colmeal sobressai ao longe e o contraste com o "verde" da natureza é notório.
Não sendo Colmealense visito com alguma regularidade o Colmeal e, confesso, gosto do que vejo. Reconheço o amor que os Colmealense denotam pela sua terra e parabéns pela forma como o demonstram.
Um abraço e até Agosto.
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A. Magalhães Pinto

Lição do Ratinho

. Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !! A galinha disse: - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda. O rato foi até o porco e disse: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira ! - Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações. O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse: - O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não ! Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pegado a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo. Moral da História: Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos! PS.: excelente fábula para ser divulgada principalmente em grupos de trabalho! 'Nós aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos' .

Nevoeiro na serra

Fotos de Pedro Marquês

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Méritos concelhios

MANUEL MARTINS BARATA 2.6 – Proposta de atribuição de Medalha de Mérito a Manuel Martins Barata Foi presente a proposta do senhor Presidente, datada do dia 26.06.2009, propondo a atribuição de Medalha de Mérito a Manuel Martins Barata. Foi defensor das suas raízes e entusiasta do movimento regionalista. Por estas razões, dedicou muito do seu precioso tempo aos problemas da sua terra e da sua freguesia. Neste sentido, soube congregar vontades e desde muito cedo desempenhou vários cargos nos Órgãos Directivos da União Progressiva da Freguesia do Colmeal, envolvendo-se na realização das obras mais emblemáticas da Freguesia. Ao nível mais local, foi um dos fundadores da União e Progresso do Carvalhal, da qual foi Presidente da Direcção ao longo de vários anos. Assim, no Carvalhal, foi o impulsionador da beneficiação da antiga fonte que abastecia a povoação, tal como tudo fez para colaborar na comparticipação do Estado aquando dos arruamentos da aldeia. A electrificação foi um projecto da colectividade, que defendeu da mesma forma que a construção do cemitério naquela localidade. Neste rol, ainda, se pode acrescentar o Projecto e financiamento da rede de águas da aldeia, obra executada pela Câmara Municipal de Góis, com a colaboração da colectividade que ele presidia. Por conseguinte, pela luta incansável pelo bem-estar da sua terra e das suas gentes, consideramos que Manuel Martins Barata é merecedor de reconhecimento público e deve ser agraciado com a Medalha de Mérito do Concelho. A Câmara tomou conhecimento e deliberou por unanimidade dos presentes aprovar a proposta de atribuição de uma Medalha de Mérito a Manuel Martins Barata. FERNANDO HENRIQUES DA COSTA 2.7 – Proposta de atribuição de Medalha de Mérito a Fernando Henriques da Costa Foi presente a proposta do senhor Presidente, datada do dia 26.06.2009, propondo a atribuição de Medalha de Mérito a Fernando Henriques da Costa. Ter crescido e amadurecido em Lisboa, este facto nunca foi impeditivo para esquecer a sua terra. Pelo contrário, orgulhoso das suas raízes, tudo fez sempre para poder contribuir para que a sua região fosse mais aberta, desenvolvida e progressiva. Assim, apesar dos seus poucos estudos (4ª classe), desenvolveu o gosto, de modo autodidáctico, pelas letras, isto é, leitura e escrita. Desde cedo, também, se começou a interessar pelo regionalismo, abraçando a colectividade da sua terra, a União Progressiva da Freguesia do Colmeal. Não se estranha, desta forma, que rapidamente na colectividade assumisse vários cargos, contribuindo, com o seu jeito de ser, na concretização de várias obras de melhoramento local como foram por exemplo: a construção da estrada Rolão-Colmeal; ampliação e calcetamento do Largo da Fonte; electrificação da sede de Freguesia e projectos de electrificação para as restantes terras da freguesia; abertura das estradas para Ádela, Açor e Sobral, entre outros. Teve, ainda, um papel fulcral na construção de balneários junto à ponte ou, na angariação de fundos para o Centro Paroquial Padre Anselmo, onde se organizavam convívios e se encenavam peças de teatro, entre outras actividades que os jovens dinamizavam. Consequentemente, apadrinhou a criação de uma Comissão de Juventude (situação inédita e arrojada ao tempo), que se tornou mais tarde uma escola para muitos dirigentes. Colaborou, ainda, assiduamente com a imprensa regionalista. Foi uma presença constante no Boletim “O Colmeal”. Autor da medalha vencedora dos 50 anos e do monumento aos Pioneiros da União. Passou, de igual modo, pela política, tendo sido Presidente da Assembleia de Freguesia. Por fim, acabou por se concentrar na cultura e entre investigações sobre o Colmeal, Góis e as suas gentes, dedicou-se à pintura “Naïf”, deixando vários quadros que podem ser contemplados em museus nacionais e estrangeiros. Assim, por ser um regionalista convicto, defendia as suas causas com imensa intensidade e paixão, com correcção e entusiasmo, tornando-se, aos olhos de todos, um exemplo a seguir. Por se ter tornado um símbolo para os mais novos e um amante da cultura, consideramos que Fernando Henriques da Costa merece o reconhecimento público de ser agraciado com a Medalha de Mérito do Concelho. A Câmara tomou conhecimento e deliberou por unanimidade dos presentes aprovar a proposta de atribuição de uma Medalha de Mérito do Concelho a Fernando Henriques da Costa. ANTÓNIO DOS SANTOS ALMEIDA (FONTES) 2.8 – Proposta de atribuição de Medalha de Mérito a António dos Santos Almeida (Fontes) Foi presente a proposta do senhor Presidente, datada do dia 26.06.2009, propondo a atribuição de Medalha de Mérito a António dos Santos Almeida. Se todos sentimos com convicção o valor da nossa terra, há alguns de nós que souberam ir para além desse sentimento e arregaçar as mangas para lutar por ele. É por esta razão natural que António dos Santos Almeida soube distinguir-se dos demais ao longo da sua vida, tornando-se um regionalista convicto e um líder nato que arrastava consigo as populações, no sentido de as unir em prol do bem colectivo. Natural do Colmeal, filho de Joaquim Fontes de Almeida (um dos fundadores da União Progressiva da Freguesia do Colmeal) e de Arminda Fontes, desde sempre compreendeu os problemas da sua freguesia, pelo que acompanhou de perto todas as actividades de Colectividade. Assim, quando foi chamado para presidir à Direcção da União Progressiva da Freguesia do Colmeal, aceitou de pronto colaborar com este movimento regionalista e por ele tudo fazer em nome das populações. Com ele, concretizaram-se alguns dos principais melhoramentos na Freguesia do Colmeal, a saber: conclusão da estrada Rolão-Colmeal; ramal para o Soito; ampliação e calcetamento do Largo da Fonte; electrificação da sede da freguesia e projectos de electrificação para as restantes terras; abertura das estradas para Ádela, Açor e Sobral, entre outras. Neste longo rol, aconteceu trabalhar de forma desinteressada como por exemplo quando foi esquecido o projecto de electrificação da Candosa (Freguesia do Cadafaz). Enfim, a vitalidade, o interesse e o empenho foram sempre os seus cartões de visita, tal como acabou por acontecer quando, tudo fez para que a estrada do Vale do Ceira fosse concluída. Por conseguinte, pela vontade, pela determinação, pela liderança e apego à sua região, o reconhecimento público deve ser atestado. Assim, é atribuída a Medalha de Mérito do Concelho de Góis ao Engenheiro António dos santos Almeida (Fontes). A Câmara tomou conhecimento e deliberou por unanimidade dos presentes aprovar a proposta de atribuição de uma Medalha de Mérito do Concelho a António dos Santos Almeida. In Acta da reunião Ordinária da C. M. Góis, de 14.07.2009 Jornal “O Varzeense”, de 30.07.2009

Carvalhal

Foto de Pedro Marquês

ALFREDO ALVES CAETANO

. 2.2 - Comissão Toponímica / Proposta da Junta de Freguesia do Colmeal Foi presente a deliberação da Comissão Toponímica, datada do dia 25.05.2009, relativamente à proposta de atribuição de um topónimo na freguesia do Colmeal. O senhor Presidente informou que a Junta de Freguesia do Colmeal, em 05.03.2009 solicitou à Câmara Municipal a atribuição do topónimo Alfredo Alves Caetano, ao caminho que no Colmeal, liga o Centro Paroquial Padre Anselmo ao Lombo das Vinhas. O senhor Presidente informou que de acordo com o referido ofício, Alfredo Alves Caetano foi um colmealense que exerceu as funções de carteiro na freguesia andando a pé pelas veredas das encostas da serra, alternado seus dias, sendo um pela margem esquerda e outro pela margem direita do Rio Ceira. Era um homem extremamente simpático, amigo de todos e sempre disposto a colaborar naquilo que lhe solicitavam, tendo por isso, e naquele tempo, em cada conterrâneo um amigo. Sempre disponível para o que fosse necessário, também no regionalismo teve um papel preponderante integrando as listas da Delegação da União Progressiva da Freguesia do Colmeal durante vários anos, anos esses em que a colectividade teve papel preponderante na solução de problemas que afectavam as populações. Por último informou, a Comissão Toponímica deliberou por unanimidade emitir parecer favorável, remetendo a presente deliberação à Câmara Municipal para aprovação. A Câmara tomou conhecimento e deliberou por unanimidade dos presentes aprovar a proposta da Comissão de Toponímia de atribuição do topónimo na freguesia do Colmeal. In Acta da reunião Ordinária da C. M. Góis, de 14.07.2009 Jornal “O Varzeense”, de 30.07.2009

A máscara

Alguém a perdeu? Alguém a tirou? O Carnaval ainda vem longe, mas talvez alguém a aproveite entretanto... Foto de A. Magalhães Pinto

A água está com sede de água

. Ano de 2070. Acabo de completar 50 anos, mas a minha aparência é a de alguém com 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água. Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou das pessoas mais idosas nesta sociedade. Recordo quanto tinha 5 anos. Era tudo muito diferente. Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro durante largos minutos. Agora, usamos toalhas embebidas em azeite mineral para limpar a pele. Antes, todas as mulheres mostravam as suas fartas cabeleiras. Agora, raspamos a cabeça para a manter limpa sem água. Antes, o meu pai lavava o carro com a água que jorrava da mangueira. Hoje os meninos não acreditam que utilizávamos a água dessa forma. Recordo que havia muitos anúncios que diziam para CUIDAR DA ÁGUA, só que ninguém lhes dava atenção. Pensávamos que a água jamais poderia terminar. Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados. Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados. As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas da morte. A indústria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas de dessalinização são a principal fonte de emprego e pagam aos empregados com água potável em vez de salário. Os assaltos por um litro de água são comuns nas ruas desertas. A comida é 80% sintética. Antes, a quantidade de água indicada como ideal para se beber era de oito copos por dia e por pessoa adulta. Hoje, só posso beber meio copo. A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo. Tivemos que voltar a usar as fossas sépticas como no século passado porque a rede de esgotos não funciona mais por falta de água. A aparência da população é por demais horrorosa: corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a capa de ozono que os filtrava na atmosfera. Com o ressecamento da pele uma jovem de 20 anos parece ter 40. Os cientistas investigam mas não há solução possível. Não se pode fabricar água, o oxigénio também está degradado por falta de árvores, o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações. Alterou-se a morfologia dos gâmetas de muitos indivíduos. Como consequência há muitas crianças com insuficiências, mutações e deformações. O Governo até nos cobra pelo ar que respiramos: 137m3 por dia e por habitante adulto. Quem não pode pagar é retirado das “zonas ventiladas” que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar. Não são de boa qualidade mas pode-se respirar. A idade média é de 35 anos. Em alguns países restam manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exército. A água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes. Aqui não há árvores porque quase nunca chove. E quando chega a ocorrer uma precipitação é de chuva ácida. As estações do ano foram severamente transformadas pelas experiências atómicas e pela poluição das indústrias do século passado. Advertiam que era preciso cuidar do meio ambiente mas ninguém fez caso. Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando eu era jovem, descrevo o quão bonito eram os bosques. Falo da chuva e das flores, do agradável que era tomar banho, de poder pescar nos rios e barragens e beber toda a água que se quisesse. O quanto nós éramos saudáveis! Ela pergunta-me: “Papá, porque é que a água acabou?...” Então, eu sinto um nó na garganta, porque não posso deixar de me sentir culpado por ter pertencido à geração que acabou de destruir o meio ambiente sem prestar atenção a tantos avisos. Agora, os nossos filhos pagam um alto preço. Sinceramente, creio que a vida na Terra já não será possível dentro de muito pouco tempo porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível. Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto… enquanto ainda era possível fazer algo para salvar o nosso planeta Terra! Autor desconhecido Não queira que um dos seus netos venha a escrever esta carta no ano de 2070. Por isso, faça chegar esta mensagem aos seus amigos e conhecidos. Em cada pessoa que a ler, você estará a criar um pouco de consciência à sua volta. Não nos esqueçamos que “a água está com sede de água”. .

Recantos da nossa freguesia

Foto de Artur Domingos da Fonte

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Abel Nunes de Almeida

Natural do Soito onde nasceu em 27 de Abril de 1918 era filho de José Nunes de Almeida e Maria Júlia de Almeida. Foi aprovado como sócio da União Progressiva da Freguesia do Colmeal em 31 de Março de 1938. Eleito para o seu primeiro cargo como Tesoureiro em 20 de Janeiro de 1946 numa Direcção liderada por António Domingos Neves e que integrava António dos Santos Duarte, José Henriques de Almeida, Eduardo dos Santos Ferreira, Ernesto Braz e João de Almeida. Em 2 de Fevereiro de 1947 passa para 1º Secretário e em 18 de Janeiro do ano seguinte volta ao primeiro cargo que desempenha até 17 de Dezembro de 1950. Regressa então para o Conselho Fiscal como Relator assumindo a sua presidência na Assembleia-Geral de 25 de Janeiro de 1952. Após um curto interregno regressa em 27 de Dezembro de 1955 novamente como Relator onde se mantém durante um ano. Em 1 de Março de 1959 volta à presidência do Conselho Fiscal. Entre 19 de Março de 1961 e 10 de Março de 1963 assume de novo o cargo de Relator nos Conselhos Fiscais presididos por Abel dos Santos e José Braz. Em 12 de Maio de 1968 é eleito para 1º Secretário da Assembleia-Geral quando esta era presidida por Manuel Martins da Cruz e onde António Santos Almeida (Fontes) e João Duarte ocupavam os lugares de Vice-Presidente e Segundo Secretário. Neste que foi o seu último mandato, a Direcção era comandada por António Simões Lopes. Secretaria com João Duarte a Assembleia-Geral de 9 de Março de 1969, presidida por Manuel Martins da Cruz. Cremos ter sido esta a sua última participação como dirigente da União Progressiva. Quando das comemorações dos 75 anos da colectividade recebeu a placa comemorativa pela sua antiguidade como associado. Abel Nunes de Almeida deixou-nos ontem mas o seu nome ficará para sempre ligado à União Progressiva da Freguesia do Colmeal e à Comissão de Melhoramentos do Soito. Até sempre! UPFC

sábado, 1 de agosto de 2009

ÁDELA

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FESTAS EM HONRA DE S. LOURENÇO E N. Sª. DA LUZ
7, 8 e 9 de Agosto
(clicar no cartaz para ampliar)
PROGRAMA Sexta-Feira, 7 de Agosto 22h00 – Início dos Festejos 22h30 – Procissão de Velas em honra de S. Lourenço 23h00 – Inicio Arraial com CONCURSO DE KARAOKE Sábado, 8 de Agosto 09h00 – Início do Arraial 14h00 – Abertura do Bar e da Quermesse 15h00 – PROCISSÃO em Honra de S. Lourenço e Nª Sª da Luz 16h00 – MISSA 17h00 – Tradicional Leilão de Oferendas 19h00 – Actuação Rancho Folclórico SERRA DO CEIRA (Colmeal) 21h30 – Actuação do Agrupamento Duo Musical FLASH Domingo, 9 de Agosto 10h00 – Provas Desportivas Infantis 14h00 – Reabertura do Bar e da Quermesse 18h00 – Tradicional SARDINHADA 23h00 – BAILE com Aparelhagem sonora e Karaoke 00h00 – Encerramento dos Festejos

Josefina Almeida - nova exposição

Josefina Almeida vai apresentar a sua nova Exposição de Pintura "RAÍZES". A inauguração está prevista para as 10 horas do próximo dia 3 de Agosto e deverá contar com a presença do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Góis. Estamos convencidos que o Posto de Turismo de Góis será pequeno para acolher todos aqueles que vão querer apreciar as obras desta nossa conterrânea do Açor. A União Progressiva da Freguesia do Colmeal felicita Josefina Almeida por mais esta exposição que irá engrandecer o seu já vasto currículo. UPFC

Tradições

3. Moinhos e moagem de cereais No perímetro do Soito havia vários moinhos para moer os cereais de várias aldeias, sendo 2 no Rio Ceira (moinho do Cabeceiro, exclusivo do Soito e do Boiço, que também era utilizado por pessoas de Carrimá, Malhada, Loural e Aldeia velha), 3 na Ribeira do Soito (Ribeiro, Pedrancha e Foz do Corgo) e ainda um dentro da aldeia que moía quando se abria o poço da rega (moinho do Curtinhal, que actualmente integra o património museológico da aldeia).
Estes moinhos, todos movidos a água, implicavam a manutenção de açudes e levadas para que a água chegasse em quantidade suficiente. Chegada junto ao moinho, a água era projectada a uma altitude adequada, através de uma caleira em madeira (feita por escavação com uma enchó num tronco de pinheiro), em plano bastante inclinado, a fim de que o rodízio, situado na parte inferior do moinho, se movesse, fazendo assim girar a mó.
O moinho é composto por duas mós, uma móvel acoplada ao rodízio e uma fixa sobre a qual a primeira se move a fim de fazer a farinha, quanto maior for a distância entre as mós, mais grossa será a farinha e vice-versa. Esta distância ajusta-se através de dispositivo próprio (cujo nome não me recorda), conforme o tipo de cereal a moer e a espessura que se pretenda.
Para além das mós e do rodízio, o moinho tem ainda o reservatório onde se coloca o cereal, em forma de funil rectangular (moega), uma espécie de caleira por onde o cereal se dirige para o buraco central da mó móvel em direcção ao espaço entre as duas mós (a quelha), mediante a turbulência provocada por uma pequena roda de cortiça que vai saltitando sobre aquela mó.
A generalidade destes moinhos eram colectivos, com maior expressão dos que se situavam no rio que eram praticamente de todos os habitantes da aldeia (s), que conforme as posses e as necessidades, tinham direito a moer por um determinado número de horas por semana.
Sobretudo no Verão e nos anos de maior seca, apenas os moinhos do rio tinham água suficiente para moer, o que originava que estes não tivessem mãos a medir, trabalhando de forma contínua, pelo que todas as famílias tinham de aproveitar as horas a que tinham direito, mesmo que o seu período de utilização se iniciasse durante a noite, o que acontecia com frequência.
Assim, eram frequentes as deslocações ao moinho em noites escuras e por vezes frias, carregando, às costas, pesados sacos de cereal ou farinha, com uma lanterna de azeite na mão, a fim de alumiar os tortuosos e inclinados caminho. Era frequente a lanterna apagar-se devido ao vento, deixando as pessoas completamente às escuras e com dificuldade em a reacender de novo. Eram tempos difíceis, que apesar de tudo sabe bem recordar.
Por vezes acontecia que o moinho de “alodava”, eventualmente devido aos cereais não estarem suficientemente secos ou pelo inadequado ajustamento das mós, o que atrofiava a moagem e originava do desperdício dos respectivos cereais. Esta era uma situação que gerava o desespero das pessoas afectadas, quer pelos estragos causados, quer pelo facto de não terem obtido a farinha que necessitavam.
Era habitual as crianças a partir dos 6 anos acompanharem o pai ou a mãe, a fim de lhe fazer companhia nestas viagens nocturnas, segurando a lanterna e ajudando a dissipar os medos do desconhecido (lobisomens, bruxas e almas penadas que pairavam sobre aqueles caminhos escuros e íngremes).
Também aqui se verificava o espírito de entre ajuda das pessoas na aldeia, uma vez que era frequente as pessoas que iam buscar a farinha, findo o seu tempo de moagem, levarem o grão dos vizinhos que iriam utilizar as horas seguintes e vice-versa. Era também uma forma de minimizar o esforço de que todos beneficiavam.
Para além da farinha para a broa, de milho (em maior quantidade) e de centeio (em menor quantidade), fazia-se uma moagem específica a fim de obter os “carolos”, uma farinha de milho mais grossa, típica da zona, que eram cozida em água, a fim de fazer acompanhamento (de carne, sardinhas, etc) e da qual também se faziam uma espécie de papas doces.
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António Duarte – Comissão de Melhoramentos do Soito

Colmeal - História e curiosidades (10)

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Terminamos hoje a divulgação do extraordinário trabalho de pesquisa que o Movimento Cidadãos por Góis levou a cabo e que ao longo de dez pequenas séries vos transmitimos. Aqui fomos passando um pouco da história do Colmeal, da freguesia e referindo alguns dos seus ilustres filhos, o que a todos enche de orgulho. Certamente muito mais haverá a dizer.
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1999, 29 de Abril - Morre Monsenhor António Duarte de Almeida, com 70 anos de idade, natural do Colmeal. Foi pároco na freguesia do Colmeal. Um dos padres de maior prestígio da Diocese de Coimbra, tendo exercido também actividade de professor e jornalista. .
2001 - Resultado do censo realizado este ano (residentes): freguesia de Alvares - 1007; freguesia de Cadafaz - 283; freguesia de Colmeal - 229; freguesia de Góis - 2345; freguesia de Vila Nova do Ceira - 997; total do concelho - 4861. Com excepção da freguesia de Góis, estes valores são os mais baixos desde o primeiro recenseamento oficial (1864).
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2001, Dezembro – Grande incêndio na freguesia do Colmeal, registando-se uma área ardida de 1742 hectares. .
2003, 23 de Março – Morre Fernando Costa, do Colmeal. Activo regionalista, dirigente e sócio honorário da União Progressiva da Freguesia do Colmeal. Investigador da História da região e colaborador assíduo da imprensa regional. Foi pintor, com várias obras adquiridas por museus, com realização de várias exposições no país e no estrangeiro, algumas delas premiadas.
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2006, 25 de Outubro – Verifica-se uma das maiores enchentes do rio Ceira, provocando grandes prejuízos.
. UPFC

Panorâmica

Colmeal entre serras... e fios. Foto de Artur Domingos da Fonte

terça-feira, 28 de julho de 2009

Festas de Verão no Colmeal

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(clicar no cartaz para ampliar)
O Colmeal vai estar em festa daqui a duas semanas. De 7 a 10 de Agosto o Colmeal estará diferente, mais alegre e mais concorrido. Muitas casas vão abrir-se para receber os seus filhos. Amigos voltarão a reencontrar-se passado um ano. A União Progressiva assumiu mais uma vez a realização dos festejos e o programa segue o figurino dos anos anteriores. Jogos tradicionais da malha e da sueca, provas de atletismo e natação, jogo de futebol, tiro ao alvo e este ano, pela primeira vez, uma pequena prova de ciclismo. Nas noites de sábado e domingo dois conjuntos musicais irão fazer com que todos dancem e se divirtam. As habituais cerimónias religiosas ocuparão a manhã de domingo e a Banda de Góis dará um concerto na parte da tarde, no Largo D. Josefa das Neves Alves Caetano. Por iniciativa da Junta de Freguesia do Colmeal será inaugurado o Caminho Alfredo Alves Caetano. A quermesse voltará a ter bons prémios, muitos dos quais foram oferecidos pelos nossos associados e amigos. A segunda-feira vai ser ocupada com o tradicional piquenique no Parque de Merendas das Seladas. Este ano iremos poder apreciar de novo o Rancho Serra do Ceira que se encontra em fase de recuperação. As Festas de Verão terão o seu final na noite de segunda-feira com o "Espaço da JUVENTUDE". Não vamos adiantar pormenores mas temos a certeza de que o Largo vai ser pequeno para acolher todos aqueles que não vão querer perder esta iniciativa dos mais jovens. Venha, porque vai valer a pena.
Esperamos por si!
PROGRAMA
Sexta-Feira, 7 de Agosto 20h00 – Abertura das festividades c/ Aparelhagem “SOM ARGUS” 21h00 – Inicio do Campeonato de Sueca Sábado, 8 de Agosto 09h00 - Provas de atletismo e Ciclismo 16h00 – Provas de Natação 18h00 – Procissão Seladas-Colmeal 19h00 – Jogo de Futebol 20h00 – Abertura da Quermesse 21h00 – Final do Campeonato de Sueca 22h00 – Actuação do Conjunto Musical “MP5” Domingo, 9 de Agosto 09h00 – Recepção da Banda de Góis 11h00 – Cerimónias Religiosas com Procissão 15h00 – Reabertura da Quermesse 15h30 – Inauguração do Caminho Alfredo Alves Caetano 16h00 – Concerto pela BANDA DE GOIS 19h00 – Despedida da Banda de Góis 22h00 – Actuação do “FLASH – duo musical” Segunda-Feira, 10 de Agosto 09h00 – Procissão Colmeal-Seladas 10h00 – Campeonato de Malha 13h00 – Pic-Nic no Parque de Merendas das Seladas ..........Sardinha assada e porco no espeto ..........Surpresas diversas 15h00 – Campeonato de Tiro ao Alvo 17h00 – Distribuição de Prémios das Provas Desportivas ..........e Jogos Tradicionais 18h30 – Actuação do RANCHO SERRA DO CEIRA 21h00 – Espaço da JUVENTUDE UPFC