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quinta-feira, 28 de março de 2013

A COMARCA DE ARGANIL online



A Comarca de Arganil no seu 113º ano ao serviço do Regionalismo atingiu hoje, 28 de Março de 2013, o número 12.000.

Para assinalar a publicação deste número e de acordo com informação inserta na sua página 3, a partir da presente edição A Comarca de Arganil está online e pode ser consultada na íntegra através do site www.acomarcadearganil.pt

Durante o próximo mês de Abril essa consulta será gratuita.

Acompanhar as novas tecnologias é uma prova inequívoca de que os seus responsáveis estão atentos à evolução que se opera diariamente na comunicação e que a nossa imprensa regional continua a modernizar-se para bem dos seus leitores.

A União Progressiva da Freguesia do Colmeal congratula António Lopes Machado e todos quantos trabalham neste semanário por mais esta inovação.

UPFC

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Uma visita ao Açor na Serra do Açor





Com este título publicou o semanário regionalista A Comarca de Arganil o Editorial assinado pelo seu Director António Lopes Machado. Foi no dia 27 de Setembro. Por nele se fazer referência a Ádela e ao Açor, aldeias periféricas da nossa freguesia do Colmeal e do concelho de Góis, e também a duas associadas da União Progressiva da Freguesia do Colmeal, que muito apreciamos e estimamos, entendemos aqui proceder à sua transcrição.

“O Açor é uma pequena ave de rapina, da família dos falcões, que deve ter existido em grande número no alto concelho de Arganil, entre os rios Alva e Ceira, e que deu o nome à serra.

Mas não apenas à serra, mas a duas povoações da região, já nos vizinhos concelhos de Góis e Pampilhosa da Serra, o que significa que o açor era por aqui muito conhecido, como era naturalmente nas ilhas atlânticas, a que deu o nome de Açores.

A cinco quilómetros da Selada das Eiras, que é um ponto de derivação na Serra da Aveleira, depois das Torrozelas, há uma pequena aldeia chamada Açor. É o Açor de Ádela, que é a povoação que lhe fica mais próximo. Pertence à freguesia do Colmeal e concelho de Góis; e ali perto, do outro lado do rio Ceira, há outra povoação designada Açor, próximo das Boiças, que pertence à freguesia de Fajão e concelho da Pampilhosa da Serra, onde já não vive ninguém. A serra imensa estende-se por um e pelo outro lado do Ceira e a vida não será fácil vivê-la por ali, principalmente no Inverno, e pelo seu isolamento, embora hoje já tenham estradinhas muito razoáveis.

Ainda conheci regionalistas ao Açor e às Boiças, que muito fizeram pela sobrevivência das povoações, mas isso não chegou, naturalmente por falta de recursos que por a qui não abundam.

Mas voltando ao Açor de Ádela, onde ainda residem quase tantas pessoas como em Ádela, apesar de ser mais pequena. O Regionalismo também por aqui teve sempre grandes tradições.

Fui lá visitar duas senhoras que, com elevado grau de cultura para o meio, continuam a viver ali todo o ano ou a maior parte, apesar do seu isolamento no meio da imensa serrania.

A Dr.ª Lisete de Matos, funcionária superior do Ministério da Educação, reconstruiu a casa da família e manteve-lhe o aspecto original de paredes em xisto, com um bonito jardim e um castanheiro à porta. O castanheiro era a árvore mais maravilhosa que tínhamos nas nossas terras serranas mas que foram desaparecendo. Mas na serra ainda se dão, se fossem devidamente cuidados mas, infelizmente, as árvores que proliferam livremente são o pinheiro e o eucalipto, que dão madeira com menos tempo.

A Dr.ª Lisete de Matos escreveu em 1990 um livro muito interessante: «Gente da Serra do seu Quotidiano e Costumes». E depois outros se seguiram. Ocupa-se de pequenas coisas, dos objectos e do seu significado, quase as fazendo «falar». Gosta de escrever e interessa-se pela vida local, e logo no seu primeiro livro sublinhou: «População por demais apegada ao torrão natal, ao seu esforço se ficou a dever, durante décadas, a abertura de estradas, mais tarde o seu alcatroamento; a construção de lavadouros e fontanários; à existência de telefone, água e luz nas aldeias. Ligas de Melhoramentos, Liga de Amigos, Uniões Progressivas, etc., estas, por sua vez, filiadas na Casa do Concelho de Góis, casa da Comarca de Arganil, Casa das Beiras e outras agremiações regionalistas», afirma ao falar da sua terra.

E também ela gosta de participar. É presidente da Assembleia de Freguesia do Colmeal e dirigente da Associação Amigos do Açor.

Vive a vida local. Estuda os objectos e o seu significado, aparentemente insignificante e vai guardando alguns que já não se usam com vista a um museu local. É assim que se faz a história de um povo, que é grande ou pequeno conforme as pessoas que nele nasceram e dele se ocuparam.

A sua irmã, Josefina de Almeida, dedica-se à pintura a óleo e tem já uma obra notável que tem exposto em vários locais, designadamente em Lisboa, em Arganil e em Góis, onde ainda recentemente fez uma exposição com relativo êxito, em que a terra e a região estão presentes.

A serra e particularmente a região, sempre tiveram apaixonados pela Pintura, bastando para tanto recordar Guilherme Filipe e Fernando Costa.

Passámos por ali antes dos recentes incêndios e chamei a atenção do meu sobrinho e motorista Manuel para a densidade florestal apreciável, permanentemente ameaçada pelos incêndios, o grande flagelo que não raro deixa rastos dramáticos, como ainda agora aconteceu na freguesia de Coja, o que muito se lamenta.”

in “A Comarca de Arganil” Nº 11.975 de 27 de Setembro de 2012


quarta-feira, 2 de março de 2011

Comarca "pereceu, mas renasceu com mais responsabilidade"

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Fundação Memória da Beira Serra - A Comarca de Arganil apresentou corpos sociais, em cerimónia no Casino Estoril
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«Mais do que a organização, mais do que o engenho, foi o amor que nos mobilizou a todos, para não deixarmos cair a Comarca». A afirmação foi de José Dias Coimbra, fundador e vice-presidente do Conselho de Administração da “Fundação Memória da Beira Serra – A Comarca de Arganil”, aquando da apresentação dos corpos sociais daquela instituição, numa cerimónia que decorreu sábado no auditório do Casino Estoril. A Misericórdia, “motor de arranque” da Fundação, segundo Dias Coimbra, «não podia alhear-se da eventual perda da memória colectiva que radica na Comarca». Afinal, sustentou, «são 111 anos de acontecimentos, mais de um século». A cerimónia, que juntou muitas individualidades, deve ser entendida como «uma homenagem a todos quantos passaram pela Comarca e que a ela entregaram o seu melhor em prol do desenvolvimento das comunidades e a todas as ilustres personalidades que se dedicam a causas, dando ao Jornal A Comarca uma marca da região que perdura e que luta por melhores condições», afirmou. A Comarca, vincou o também provedor da Misericórdia de Arganil, «pereceu, mas renasceu, com mais responsabilidade e com um novo projecto, mas mantendo a sua matriz, dar valor à Beira Serra e alertar para as suas necessidades». Com efeito, sublinhou o dirigente, «sob o lema, cultura, cidadania e informação, a agora Fundação Memória da Beira Serra – A Comarca de Arganil é e deverá ser mais do que um título semanal, deverá ser também um agente mobilizador de vontades, dando origem a mudanças», explicando que será precisamente por esse motivo que a Fundação «procurará criar o Museu da Imprensa Regional e das Comunidades da Língua Portuguesa, como tributo à Imprensa Regional». Refira-se que este projecto será de dimensão nacional, procurando reunir o maior número de colecções de jornais que, ao longo dos tempos, fizeram parte do universo da Imprensa Regional, pretendendo igualmente agregar os títulos que marcaram e marcam presença nas comunidades portuguesas emigradas. Outro dos projectos da Fundação será o de «dinamizar a cidadania, realizando ciclos de conferências sobre temáticas actuais e essenciais para a promoção do desenvolvimento da região». Também deverá ser um «pólo capaz de congregar as instituições e as comunidades, tornando-se um agente de mudança positiva e de estímulo à reflexão sobre novos paradigmas da sociedade actual». Exemplo disso, disse Dias Coimbra, «são as várias instituições e autarquias que se associaram ao projecto», como é o caso da ADIBER, Misericórdia de Arganil e as câmaras municipais de Arganil, Góis, Tábua, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Miranda do Corvo, Lousã, Penacova e Vila Nova de Poiares. Regresso de 111 anos de história
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Já para José Dinis dos Reis, presidente da Assembleia-Geral da Fundação, o renascimento da Comarca «está relacionado com a vontade de ganhar ânimo», e comentou que a Beira Serra tem «todas as razões para se considerar um lugar vítima de desatenção, mas também cheio de força», declarando que vê a Comarca, como «parte dessa força e como um valor colectivo que nos cabe fortalecer». Segundo Mário Assis Ferreira, presidente do Conselho de Administração, este projecto, «pelo seu sentido abrangente, tem todos os factores para representar uma força aglutinadora, em função da evocação da memória da Beira Serra». Com efeito, sustentou, uma Fundação «não se limita ao objectivo de relançar um Jornal que era a carta de família dos emigrantes, é todo um conjunto de actividades, de natureza cultural e filantrópica que representam o plasmar de um sentido regionalista que a todos deve entusiasmar». «A Comarca está de volta e com ela regressam 111 anos de história, contados nas linhas de um Jornal que sempre promoveu a Arganilidade e o regionalismo», declarou Ricardo Pereira Alves. Por isso, afirmou o presidente a Câmara de Arganil, «abre-se hoje uma janela para o futuro», mostrando «orgulho, enquanto autarca, não apenas pela constituição da Fundação que ficará sedeada em Arganil, mas sobretudo pelo renascer da A Comarca que, ao longo dos seus 110 anos, participou na construção das nossas comunidades, difundindo e ajudando a promover Arganil e toda a região da Beira Serra, pelos quatro cantos do mundo». Corpos sociais Assembleia-geral:
Presidente: José Dinis Reis Vice-presidentes: Regina Anacleto e António Ramos de Almeida 1.º Secretário: Susana Redondo;
2.º Secretário: Ernesto Coelho; Vogal: Victor Dias Conselho de Administração:
Presidente: Mário Assis Ferreira Vice-presidente: José Dias Coimbra 1.º Secretário: Miguel Ventura;
2.º Secretário: António Carvalhais Tesoureiro: Fernando Dias;
Vogais: Jorge Pereira, Mário Pereira Gonçalves, Mário Vale, Carlos Andrade, José Pereira, Sérgio Castanheira, Francisco Baptista, António Pedro, Filipa Maia e Nuno Gomes Conselho Fiscal:
Presidente: Pedro Pereira Alves Vice-presidentes: Adriano Lucas e Armando Dinis Cosme;
Secretário: Alberto Mateus;
Relator: Carlos Henriques Director Geral da Fundação Memoria da Beira Serra – A Comarca de Arganil: José António Castanheira; Director do Jornal A Comarca de Arganil: António Lopes Machado, coadjuvado por Nuno Gomes; Director do futuro Museu da Imprensa Regional e das Comunidades da Língua Portuguesa: João Alves das Neves Escrito Por Isabel Duarte
in Diário de Coimbra, 28/02/2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Exclusivo - Capa da Comarca de Arganil

Chega quinta-feira, dia 23 de Dezembro, às bancas, o nova edição do jornal A Comarca de Arganil. Mais uma vez, e como é costume, este vosso Blog dá em primeira mão a 1ª e a Última página desta nova edição.
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Constituída Fundação “A Comarca de Arganil”

. Edição especial do centenário jornal vai ser lançada até ao final do ano, anunciando um novo ciclo de vida para “A Comarca”. A última edição do jornal “A Comarca de Arganil” foi publicada em 10 de Junho de 2009, seis meses depois de ter sido pedida a insolvência da empresa proprietária do título. Entretanto, um grupo de cidadãos determinados em «não deixar morrer» aquele jornal centenário, cuja primeira edição remonta a 1 de Janeiro de 1901, pôs mãos à obra e decidiu criar uma Fundação para retomar a publicação do jornal. E nasce, assim, a Fundação “Memória da Beira Serra – A Comarca de Arganil”, cuja escritura foi assinada na passada segunda-feira e pretende pôr nas bancas, até ao final do ano uma edição especial, prevendo-se a sua publicação regular a partir de Fevereiro do próximo ano. Como outorgantes da Fundação estão 10 elementos, “Os 10 magníficos”, nas palavras de Dias Coimbra, que encabeça o grupo, que inclui Fernando Manuel Dias, Dinis Cosme, António Carvalhais, Jorge Pereira, Mário Vale, António Lopes Machado, Pedro Pereira Alves, Carlos Andrade e Nuno Gomes. Sedeada na Academia Condessa das Canas, a Fundação tem fins «informativos, culturais, educativos, sociais, artísticos, científicos e filantrópicos, a desenvolver em toda a Beira Serra e, em particular, nos concelhos de Arganil, Góis, Pampilhosa da Serra, Oliveira do Hospital e Tábua». Dotada com o património inicial de dois mil euros em numerário, esta dotação será reforçada com os bens adquiridos, em Maio, no âmbito do processo de insolvência da empresa A Comarca de Arganil, que correu no Tribunal de Arganil, avaliados em 275 mil euros e adquiridos com dinheiro proveniente de donativos feitos pela comunidade, com vista à sua posterior transferência para a Fundação, tendo a Misericórdia de Arganil assumido o papel de «fiel depositária dos mesmos». Os bens em causa incluem o título “A Comarca de Arganil”, o arquivo fotográfico, a colecção impressa do jornal, maquinaria diversa, incluindo o designado “prelo”, mobiliário de montagem do texto e respectivos tipos, letras em chumbo, carimbos, separadores, diversas obras editadas, entre outros. Além de «manter e perpetuar, adaptado à actualidade, o jornal “A Comarca de Arganil”, como veículo de informação, de promoção e defesa dos interesses de toda a região da Beira Serra e como elo de ligação entre as populações aí residentes e aquelas que, noutras paragens, continuam afeiçoadas à Beira Serra», a Fundação pretende, também, «organizar e manter o espólio histórico de “A Comarca”, através da criação de um Museu da Imprensa Regional e das Comunidades Portuguesas, projecto que será pioneiro em Portugal». Promover acções tendentes ao desenvolvimento sustentado e integrado da região da Beira Serra, realizar e promover acções de formação e debate, instituir prémios e conceder bolsas de estudo, desenvolver iniciativas de solidariedade e acção social, através do estabelecimento de acordos de cooperação com o Estado, promover e patrocinar actividades artísticas e editoriais, são, ainda, alguns dos muitos fins a que esta Fundação se destina. Fazer reviver a Beira Serra
«É com muita emoção que vos dirijo a palavra», começou por afirmar Dias Coimbra, na cerimónia de assinatura da escritura, realizada no salão nobre da Misericórdia de Arganil, enfatizando que o movimento que se constituiu para «não deixar ir abaixo a Comarca, não é contra nada, pois sempre co-existiram dois jornais em Arganil» e «só nos juntámos para evitar que desaparecesse» e lembrou a sua importância, referindo que «para quem estava no estrangeiro era a carta da família» Para Pedro Pereira Alves é «um momento histórico para Arganil, para a Beira Serra e para toda a região» e «também um momento importante para afirmarmos a nossa característica regionalista e os nossos valores». «Ao fazermos reviver a Comarca, estamos em condições de fazer reviver a Beira Serra e é também uma forma de afirmarmos a coesão regional». Jorge Pereira recordou que «a Comarca não morreu, mas caiu e de uma forma inglória» e «não merecia o que lhe aconteceu». Todavia, adiantou um dos antigos administradores «não era possível continuar, daí ter pedido ajuda, ela veio e dentro de dias a Comarca aí estará e é uma grande alegria para mim», sublinhou emocionado. Os corpos sociais da Fundação deverão estar constituídos dentro de 30 dias, e, para além dos 10 fundadores, irão incluir outras pessoas de concelhos vizinhos, nomeadamente, Góis, Tábua, Pampilhosa da Serra, Miranda do Corvo, Lousã, Penacova, Vila Nova de Poiares e Oliveira do Hospital. in Diário de Coimbra, 08/12/2010

quarta-feira, 10 de junho de 2009

A publicação de "A Comarca de Arganil" vai ser suspensa

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A gerência da “Empresa de A Comarca de Arganil, Lda” anunciou a suspensão da publicação do seu jornal semanário regionalista “A Comarca de Arganil” a partir de amanhã, dia da sua publicação. O artigo assinado pelo actual director [que pode ser lido através da sua edição online], lança reprimendas várias para justificar o facto de não conseguir “reunir as condições necessárias que permitam manter em publicação o jornal”. O editorial termina um “relativo” até breve, que também esperamos!
in A princesa do Alva, 09/06/2009 Acabou a Comarca!!! Dia 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguêsas, é também dia de luto para a Imprensa Regional. Publica-se neste dia o último número de A Comarca de Arganil. Nas bancas desde 1901, chega ao fim uma parte importante da história de Arganil. É um dia triste para o Concelho e para o regionalismo. Aqui fica - em exclusivo - a última capa do jornal. "A COMARCA suspende a sua publicação a partir do presente número, informação esta de tremenda responsabilidade visto que, ininterruptamente, se vinha publicando desde 1 de Janeiro de 1901. Explicações encontram-se dadas num “Esclarecimento” da Gerência da Empresa, hoje também, publicado. De facto, quem é honesto, dificilmente consegue vencer as dificuldades. Entrámos em processo de insolvência pelos motivos explicados e já conhecidos. Todavia não conseguimos reunir as condições necessárias que permitam manter em publicação o jornal. Aguardamos agora a decisão judicial que decorre daquele processo no Tribunal de Arganil, para depois se ver o que será possível fazer-se. Simultaneamente encerram também as instalações comerciais. Os últimos tempos têm sido difíceis de controlar e os problemas agravar-se-iam se não fossem, de imediato, estancados. Só com boas palavras, as quais agradecemos, não conseguimos vencer as “crises” que nos afectam. Desculpem-nos a sinceridade. Desde a impossibilidade de recurso ao crédito, aos cortes das comunicações telefónicas, de fax, de Internet, tudo nos tem sido feito e para cúmulo nunca ninguém apareceu como negligente ou culpado. Também os CTT nos recusaram o envio de uma emissão do jornal, porque, unilateralmente e sem qualquer aviso prévio, declinaram o contrato existente. E não havia pagamentos em atraso! Assim não é possível resistir. Infelizmente parece ser o País que temos... Aos assinantes, que já pagaram a assinatura para além do semestre em curso, as nossas desculpas e a esperança de poder ainda vir a compensá-los. Despedimo-nos até... esperamos que relativamente breve."
In: A Comarca de Arganil http://arganil.blogspot.com/
http://www.portaldomovimento.com/