terça-feira, 27 de dezembro de 2016

NATAL da União


Natal sem neve não é Natal. É o que muitos dizem a propósito desta quadra festiva.
A noite esgueirava-se devagar no seu silêncio por entre as luzes ainda acesas, dando lugar, pouco a pouco, ao Sol que lá ao longe tentava erguer-se e aparecer radioso no cimo das encostas, afugentando a névoa ainda sonolenta.




Na já tradicional festinha de Natal que a União Progressiva vem fazendo há décadas não houve neve. Mas houve calor humano, fraternidade, solidariedade, amor, alegria e boa disposição.
Foi no passado domingo, 11 de Dezembro, após a missa dominical.
O primeiro piso do Centro de Cultura e Convívio recebeu todos aqueles que se quiseram associar a esta iniciativa da União Progressiva. Sentiu-se a falta daqueles que nos deixaram mas que a saudade e a lembrança não deixam esquecer.
Assembleia e Junta de Freguesia, colectividades congéneres e um grupo animado e colorido do Góis Moto Clube marcaram presença no convívio, e trouxeram, mais uma vez, prendinhas para os mais pequenitos.









Depois do lanche, em que destacamos os excelentes bolos oferecidos por associadas da União, fez-se a entrega sempre tão esperada das prendas.








Da parte da tarde e como também já vem sendo hábito, deslocámo-nos à Cabreira, para na Unidade Residencial Sagrada Família, convivermos alguns momentos com os seus utentes e entregar-lhes uma pequenina lembrança.






A Direcção   

sábado, 17 de dezembro de 2016

FERNANDO COSTA NA REVISTA ARGANILIA



Conforme noticiado, acaba de sair um número da Revista Arganília dedicado à imprensa pampilhosense. Inclui um artigo sobre Fernando Costa, um colmealense que foi colaborador de “O Correio da Serra” e outros órgãos de comunicação regional e local.

Fernando Costa

Trata-se de um artigo muito interessante, da autoria António Domingos Santos, presidente da direção da União Progressiva da Freguesia do Colmeal (UPFC). Nele reencontramos Fernando Costa regionalista e jornalista – duas vertentes indissociáveis no seu percurso e ação -, mas igualmente a pessoa e, em breves referências, o autarca e o pintor. Encontrando, em simultâneo, de modo explícito ou implícito, a história do Colmeal e dos colmealenses, do regionalismo e da UPFC, das conquistas dos que o berço não bafejou e o que alcançaram foi lutando. Na realidade, um artigo muito denso e versátil sobre a versatilidade de Fernando Costa, no amor e na dedicação com que se entregou à causa da melhoria das condições de vida na terra e na região onde nasceu. Procurando sempre a superação e a valorização cultural. Dizia-me, um dia, com a irreverência e o inconformismo que lhe eram conhecidos: “quando me envolvo em qualquer coisa, desde o regionalismo, à escrita e à pintura, é porque acredito em algo: ou acredito em mim próprio ou naquilo em que me envolvo”.

O artigo é fruto da experiência e de uma intensa pesquisa do autor sobre o espólio de Fernando Costa, sendo muito informativo e abrangente, na medida em que contempla aspetos biográficos, factuais e processuais, por exemplo, sobre o modo de escrever de Fernando Costa. Em relação às muitas fotografias que o ilustram, gosto particularmente da intitulada “Subindo a Rua do Carmo”, que mostra o nosso conterrâneo jovem, de pasta na mão, a subir a dita rua com o braço apoiado no ombro acolhedor de Maria do Carmo, sua esposa. 

No plano da forma, o estilo é apelativo e cativante, suscitando o envolvimento emocional e a visualização das situações. Quando o autor diz “Preparava-se para abandonar a fase primitiva do gatinhar pelas escuras tábuas do sobrado” (p. 157), eu vejo, ouvindo receosa o ranger das tábuas, Fernando Costa menino prestes a despedir-se triste da casa que o viu nascer; quando fala da “sua estafada máquina de escrever” (p.186), eu sinto comovida o protagonista cansado de tanto labor e empenho, prestes a regressar, insatisfeito e algo desiludido. Finalmente, diria que o trabalho evidencia ter sido elaborado por alguém que acompanhou a trajetória do amigo e companheiro, do regionalismo e da sua evolução. E que conhece bem a cidade de Lisboa e os seus recantos, como aquele largo “com a estátua do poeta zarolho mas de enorme visão” (p. 160) ou o bulício dos bairros antigos, nos distantes meados do século passado.

António D. Santos

Com o artigo agora publicado, António Domingos Santos presta homenagem a Fernando Costa – imagino que em seu nome pessoal, da UPFC e de todos nós –, contribuindo para o reconhecimento da sua personalidade e ação cívica; ao mesmo tempo, escreve, como disse antes, a história do Colmeal e das suas gentes, elevando a autoestima e engrandecendo o respetivo património cultural.

O destaque que a Arganilia confere ao artigo, mencionando-o com fotografia na capa, é muito prestigiante, atestando a relevância do papel de Fernando Costa e do artigo de António Domingos Santos em si próprio. Parabéns pela pesquisa, pelo trabalho e pela preocupação de preito e registo da memória, cimento identitário do presente e do futuro. Obrigada pela generosidade. 

Lisete de Matos
Açor, Colmeal, Dezembro de 2016

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

BELEZAS E RIQUEZAS DA SERRA. POETAS


Recentemente, encontrei um livrinho que tinha perdido, de tão estimado que o guardava com outras preciosidades. Trata-se de “Canção Popular”, da autoria de Manuel Alves Caetano Júnior (Figueira da Foz, 1954).

Manuel Alves Caetano Júnior nasceu no Sobral, Colmeal, em 1883, sendo filho de Manuel Alves Caetano e de Maria dos Prazeres, tia do meu avô paterno José Martins, que também era do Sobral. Daí a dedicatória: “Pela consideração que tenho por meu primo José Martins, ofereço-lhe este livro em 9 de Junho de 1954. a) Manuel Alves Caetano Júnior”. Era tio-avô de Fernando Pinto Caetano, em cujas “Gentes e Famílias da Freguesia do Colmeal” colhi a informação genealógica, e avô de Lucinda Jordão, que me facultou a fotografia. Obrigada.

Reli o livro enternecida, pelo encanto de que se reveste, mas também devido ao contacto que me permitia com familiares que gostaria de ter conhecido. Dessa obra, que vale a pena ler, enquanto expressão poética do autor e testemunho de um tempo, transcrevo duas produções relacionadas com a serra e a terra.


AMOR À TERRA NATAL
Embora que pelo mundo
Eu ande longe de ti,
Tenho cá bem no fundo
Ó terra onde nasci!

Eu amo as serranias,
Delas sou, tenho amor
A’s paisagens bravias,
Aos matagais em flor.

Gosto sim da minha terra,
De seus vales e oiteiros,
‘Té dos ‘scarpados da serra
Onde as águias têm poleiros.

Assim como as aves têm
Muito amor aos seus locais,
Como elas sou também
E não só, também os mais.

SAUDADE
Na aba da serra umbrosa
Que daqui velo além,
Fui criança venturosa
Lá junto da minha mãe.

Já lá vão que largos anos,
Que perdi aqueles amores,
Meus pais que eram serranos
E ambos eram pastores.

Ó fado, como é triste
Já lá não ter doce abrigo!
Nem sequer já lá existe
Meu rafeiro tão amigo!

À face desta idade
Como outra foi ditosa,
Infância e mocidade
Na aba de serra umbrosa!


A tendência poética e a arte de versejar são transversais a muitas sociedades, entre as quais a portuguesa, e a poesia precede a prosa praticamente em todas as literaturas. Apesar desta regularidade, continuo a reagir comovida e espantada perante o talento e a sensibilidade dos que agarram a escrita e escolhem a poesia, mais ou menos popular ou erudita, para exercer a palavra e intervir, proporcionando aos outros emoção e fruição estética e intelectual.

Na realidade, se a poesia e os poemas são a arte de deleitar pelo uso metafórico e conotativo da linguagem e das ideias, se configuram manifestação de beleza e sugestão estética, então, eu vejo e admiro os poetas como autênticos feiticeiros de ingredientes que transformam na poção mágica e regeneradora que a poesia pode ser. Pois não combinam incorporando, no caldeirão fundo da sensibilidade e da inteligência, estados de alma e sentimentos com a reflexão sobre temas, usando a imaginação e a multiplicidade dos recursos linguísticos? Dom fascinante, notável capacidade de trabalho!

Cingindo-me ao Colmeal, falo de Manuel Alves Caetano Júnior, que também pintava, mas igualmente de Felisbela de Almeida Fontes, José Fernandes de Almeida e Josefina Almeida. São poetas diferentes, do ponto de vista dos estilos e géneros dominantes, mas têm em comum alguns temas, sendo mais e menos intimistas ou hétero e sociocentrados. Com produções de juventude ou pontuais ocorrem-me, ainda, os nomes de José Martins Nunes, oriundo de Ádela e Armando Jacinto de Almeida, natural do Açor, que há tempos me enviou uns versos deliciosos sobre a intrépida aventura da nossa ida à escola, nos remotos anos cinquenta do século passado.


Felisbela de Almeida Fontes é natural de Ádela, Colmeal. Sempre gostou de escrever e começou a fazê-lo bem jovem para “O Colmeal”, o jornalinho a desempenhar o papel de estímulo à escrita, enquanto servia de laço de união entre os colmealenses que iam e ficavam! “Quando não tínhamos notícias e o padre Fernando insistia, fazíamos uns versos”.
Felisbela de Almeida Fontes, a que o blogue http//upfc-colmeal-gois.blogspot. pt e outros meios de comunicação já se referiram, publicou as seguintes obras:
- “Beira Serra meu Portugal escondido”. Ed. da autora, 2012;

- “Um Sonho na Madrugada”, Editorial Minerva, 2011;

Integra as seguintes coletâneas:

- “Poiesis - Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa e Contemporânea”, Vol. XX, Lisboa, Editorial Minerva, 2011;

- “Poética. Antologia da poesia e prosa poética portuguesa contemporânea”, vol. I, Lisboa, Editorial Minerva, 2012;

- “Poética. Antologia da poesia e prosa poética portuguesa contemporânea”, vol. III, Lisboa, Editorial Minerva, 2013.


OBRIGADA
Há coisas belas no mundo,
Que nos tocam cá no fundo,
Que dão lugar a uma história,
Que se escrevem ou se pintam,
Ou se retêm na memória.
De muitas, duas na ideia:
De Ulisses a Odisseia,
Que o grande Homero contou;
De ti as mil maravilhas,
Que a minha alma encontrou.
Mil folhas de louro, hera,
Cravos e rosas vermelhas,
Boninas, lilás silvestre;
Recebe isto, pois de mim,
Pelo amor que me deste.

PASTOR
I
Pastor destas serranias,
Que ao teu gado dás sustento,
Nos montes nascem-te os dias,
E sempre ao rigor do tempo.

II
Cantando por esses montes,
Olhando cada colina;
Beber em todas as fontes,
Água pura, cristalina.

(…)
V
Agora os montes são mudos,
Ao gado não dão comida,
Trocaste-los por estudos,
Serras lindas, tão sem vida.

VI
Chocalhos dantes, que agora,
Num canto adormecido,
Com saudades de outrora,
Seu timbre solta um gemido.

VII
Adeus aldeia, adeus gado,
Vou procurar melhor pão,
No presente está o passado,
Nas marcas que não se vão.


José Fernandes de Almeida foi nascer a Lisboa, mas passou a infância em Ádela, Colmeal, de onde se afirma pertença: “Sepultai-me longe da cidade que me viu nascer / Sepultai-me na aldeia que me viu crescer” (“Quando eu morrer”, in “Metamorfose …”). Começou a escrever quando frequentava a escola, e sempre gostou de o fazer. O primeiro poema - “É tempo” - escreveu-o aos dezoito anos. Tanto pode não escrever, como fazê-lo sem parar. “A pessoa vê um assunto e interessa-se. Inspiram-me especialmente os temas históricos e religiosos”.

O autor publicou:

- “Metamorfose. Desespero, Poesia, Esperança!”, Lisboa, ed. do autor, 1983;

- “Cadernos Poéticos de um Pedregulho”, Lisboa, ed. do autor, 2003.

Atualmente publica em “O Varzeense” (Vila Nova do Ceira, Góis) e, anteriormente, publicou em “O Jornal de Arganil e na revista Arganília (Arganil).


ROUBARAM A BOLA QUE OUTRORA HAVIA
O mundo era imenso no espaço a girar
Todo o sonho livre o podia espreitar
planícies, montanhas, mar que emergia
todo o sonho livre pressentia harmonia;
o mundo era bola em jardim a saltar
que toda a criança podia agarrar,
quando ela pulava cada um corria
bola de todos que a nenhum pertencia!

Mas alguém se lembrou de a bola riscar
E logo outros loucos foram imitar,
Uma porção de traços na bola surgia
Infinito de mãos sobre ela caía
Dividindo a bola que era de jogar,
Hoje o mundo é fronteiras, longe a vogar
E no jardim das crianças morreu a alegria
Pois roubaram a bola que outrora havia!...

A MINHA MÃE
A minha mãe é terra, arado e vento
É semente, é leira e é levada.
É milho, é pomar e é salada
É vide, eira, forno e fermento;

E minha mãe é berço, é crescimento
É caminho, cansaço e pousada,
É praia, utopia, gaivota e fada
É caravela, lágrima e lamento;

A minha mãe é poema enaltecido
É escola e conselho permanente,
É um sempre abraço espargido;

A minha mãe é mar, sabiamente
É verde de Esperança florido,
É um anjo a crescer, eternamente!...


Josefina Almeida é natural de Açor, Colmeal. Começou a escrever para exorcizar sem magoar, as mágoas e dores que a entristeciam. “Para escrever tenho de estar magoada”. Escolhidos o papel como confidente e a poesia como desiderato, primeiro escrevia e deitava fora, depois começou a guardar.

A autora tem poemas publicados no Boletim Cultural do Círculo Nacional d’Arte e Poesia e nas seguintes coletâneas:

- “Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea”, quatro edições, Edições Orpheu, Lisboa, 1988, 1989, 1990, 1991;

- “Antologia de Poesia Erótica Contemporânea, Edições Orpheu, Lisboa, 1989;

- ”XII Antologia do Círculo Nacional d’Arte e Poesia”, Lisboa, 2012;

- “Poética. Antologia da poesia e prosa poética portuguesa contemporânea”, vol. III. Lisboa, Editorial Minerva, 2013.

Nesta qualidade, integra o “Dicionário de Autores da Beira Serra”, de João Alves das Neves, Lisboa, Dina Livro, 2008, p. 31.

Josefina Almeida também pinta a óleo, acrílico e bordado matiz. Expõe desde 2004 e integra as “Imagens de Góis” em http://concelhodegois.weebly.com, da autoria de João Nogueira Ramos. Referem-se-lhe vários artigos publicados em http//upfc-colmeal-gois-blogspot.pt e em órgãos de comunicação locais.


MÃE NATUREZA
Aqui quase me sinto ainda pequena.
Em tristezas não mais quero cismar,
Apenas sentir o cheiro de açucena
E minha alma soltinha a divagar.

Entre raios de Sol que o rosto ilumina
Transbordando de alegria e crença,
A vida é bela, e como nos fascina,
De vivê-la sentimos vontade imensa.

Por aqui há flores que enchem espaços
E, de rocha em rocha, águas cantantes,
Homens e mulheres com força nos braços
E rostos sorrindo, de ternura cativantes.

Aqui no meio do mato e nestas serras,
Penso que todos sentimos esta beleza,
Para mim é viver alegres Primaveras,
Nesta paz infinita, mãe natureza.

SENHOR
Dá-me tempo Senhor
Para reparar no tempo,
No sol, na lua
E até no vento.
Na chuva que cai,
Com pezinhos de lã
Sempre tão fria,
Logo pela manhã.
Olhar a neve
Em farrapinhos,
Gelada também
Forma montinhos.
Ver as nascentes
Que abraçadas
Formam ribeiras
Que limpam mágoas.
Para ver as serras
Dá-me tempo Senhor,
Para ver paz na terra
Alegria e amor.

Quatro poetas, quatro exemplos de audácia e diferença, de conquista do poder da escrita escrevendo. Quatro exemplos de “boa vontade cultural”, materializada na tenacidade com que perseguem os bens simbólicos que distinguem, na distinção e indistinção (social) ainda vigente. Uma honra e, ao mesmo tempo, uma pena, considerando o quase nulo apoio de que estes criadores têm sido objeto, refletido na prevalência das edições de autor e cofinanciadas. Até quando? A todos a minha homenagem e gratidão.

Bom seria que os muitos outros poetas e poetisas, seguramente existentes, dessem a conhecer o seu talento, desse modo nos valorizando e enriquecendo o património imaterial colmealense.

Lisete de Matos

Açor, Colmeal, dezembro de 2016.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

NATAL no COLMEAL





A União Progressiva da Freguesia do Colmeal vai realizar a já tradicional festa de Natal para os mais pequenos e para a população residente.
Será no domingo, 11 de Dezembro, pelas 11 horas, no Centro de Cultura e Convívio. Após a celebração da missa dominical.

Momentos de convívio, de ternura, de alegria e também de alguma saudade.
Um pequeno lanche, preparado com o carinho habitual. Depois, os brinquedos.
O espírito de solidariedade que sempre caracterizou o Movimento Regionalista tem-nos permitido realizar desde há algumas décadas este fraterno convívio de Natal para os que vivem nas nossas aldeias.

A generosidade dos nossos associados e das entidades que sempre nos têm acarinhado tem sido fundamental para que possamos continuar a levar até aos mais novos e aos mais idosos um pouco de amizade e de carinho, assim como alegria e palavras de conforto.

Será para todos nós muito gratificante poder contar com a sua presença.
Esperamos por si!


UPFC 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

FERNANDO COSTA – Regionalista e jornalista serrano



Foi-me solicitado há alguns meses que escrevesse para a arganilia, revista cultural da beira serra, um texto sobre Fernando Costa. O número deste ano seria dedicado à imprensa periódica pampilhosense.

Receei a princípio aceitar tão grande compromisso. Mas depois, compreendi que não seria justo, para quem tão generosamente em mim estava a confiar.
A amizade que durante décadas me ligou ao Fernando Costa, os laços familiares, o acompanhamento nas lides regionalistas, foram determinantes para que assumisse uma tarefa, que sabia de antemão, não iria ser fácil.
Era conhecedor do seu vasto espólio, da existência de inúmeros dossiers repletos de recortes da participação que manteve regularmente na imprensa regional, álbuns com fotografias, estudos, livros, documentos de pesquisa, esboços, etc.

Não me compete a mim apreciar ou fazer quaisquer comentários ao que coligi para este número da revista arganilia que já se encontra disponível.
Não foi tarefa fácil, como temia. Foi uma grande responsabilidade escrever sobre um Homem como Fernando Costa. Mas, ao mesmo tempo, uma honra enorme e um gratificante privilégio.

Agradeço à sua família todas as facilidades concedidas para que este trabalho fosse possível e muito especialmente à Dr.ª Lisete de Matos, pela confiança que em mim depositou e pela ajuda amiga em momentos de algum desânimo e desorientação.

A. Domingos Santos

A Revista Arganilia pode ser solicitada para:
Custa 15,00€ + portes de correio