domingo, 30 de dezembro de 2012

Mensagem de fim-de-ano



As folhas do calendário mudam a um ritmo que nos parece mais acelerado do que em outros tempos, fruto da vida que levamos e dos hábitos que fomos adquirindo e este ano de 2012 chega ao fim cheio de incertezas e de muitas dúvidas quanto ao próximo que está para chegar.

O que para nós, União Progressiva, mais marcou o ano que agora finda foi a desestabilização criada com a possível extinção da freguesia do Colmeal. A insensibilidade e a crueza do processo da reorganização administrativa do território que se alheou de uma realidade de solidão, isolamento e velhice das nossas gentes e das nossas aldeias deixarão para sempre marcas indeléveis em todos os Colmealenses.

Conseguimos manter as habituais actividades e realizações tal como em anos anteriores. O trabalho desenvolvido pela Comissão de Juventude leva-nos a encarar o futuro com optimismo e a garantir-nos a manutenção da nossa União, associação regionalista a caminho dos oitenta e dois anos de vida.

Como atrás dizemos o ano que agora vai começar não se nos afigura fácil, mas estamos confiantes que o espírito beirão e a força interior que sempre norteou os homens e mulheres do regionalismo, conseguirão enfrentar e derrubar quaisquer barreiras que possam surgir pelo caminho.

A Direcção da União Progressiva da Freguesia do Colmeal confia no futuro e deseja a todos os seus sócios, amigos e a todos aqueles que nos têm ajudado no nosso dia-a-dia a prosseguir a nossa caminhada, um BOM ANO de 2013.

António Domingos Santos
Presidente da Direcção

sábado, 29 de dezembro de 2012

NATAL NO COLMEAL


Domingo, 23 de dezembro de 2012. Quando cheguei, a sala encontrava-se repleta. Tive de pedir ao senhor Manuel, de Ádela, a quem agradeço, o favor de ceder o seu lugar sentado ao meu pai. Celebrava-se, na sala do Centro Paroquial, o convívio de Natal, organizado pela União Progressiva da Freguesia do Colmeal (UPFC), uma iniciativa que leva a cabo há uns anos, como contexto para a distribuição dos brinquedos às crianças, que data de haverá umas seis décadas. 



Esperavam-se este ano menos participantes, devido ao facto de o convívio ter tido lugar mais tarde, mas, a mim, pareceu-me sensivelmente o mesmo número. É verdade que faltavam os residentes que já se tinham juntado às suas famílias para o Natal, mas estavam outros, alguns aparentemente pela primeira vez. Praticamente havia pessoas de todas as terras da freguesia, as quais também se encontravam representadas através de dirigentes das suas coletividades, numa manifestação inequívoca da coesão e da união dos colmealenses em torno dos valores e dos atores que verdadeiramente os congregam e unem. Recordo aqui que a UPFC foi criada em 1931, para promover a melhoria das condições de vida na freguesia como um todo, só mais tarde se tendo verificado o surgimento de coletividades por aldeia ou agrupamentos de aldeias. Sem prejuízo da natural necessidade de afirmação individual a par com o esforço coletivo, todos não eram demais para levar o progresso e o bem-estar às suas terras de origem e, ao tempo, ainda de destino final.


Igualmente presentes, a desejar Boas Festas e um bom Ano Novo, o senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal, Dr. José Rodrigues, o Presidente da Junta de Freguesia e os restantes membros do seu executivo, deputados e a Presidente da Assembleia de Freguesia.

Muito surpreendente, foi a situação que se me deparou ao fundo da sala, quando ali cheguei, depois de uns tantos “com licenças” e encontrões delicados. Parecia a cena de um outro filme! As crianças eram tantas, que o espanto se apoderou de mim, enquanto as observava bebés e mais crescidas, morenas, louras e ruivas, lindas, representando vida e renovação demográfica, presença intercultural e multilinguística.


Embora nem todas fossem visíveis, seriam dezasseis no total, de proveniência, nomeadamente, portuguesa, alemã, italiana e inglesa. Entre elas encontravam-se a Mariana e o Vasco, do Sobral, que recordo de tenra idade e agora já são uns encantadores jovens desabrochados. A UPFC já não precisa de uma carrinha para trazer os brinquedos, como antigamente, mas a presença daquelas crianças e de os seus jovens pais constitui uma promessa e, talvez, um sinal sobre os contornos do futuro da freguesia.

Sem que a máscara seja necessária porque as crianças são bem vindas, a Rose dedicava-se a pintá-las com obras de arte efémeras. Não era a primeira vez que a via a divertir os miúdos daquele modo, mas só desta senti necessidade de a felicitar pelo seu trabalho de criação e animação. Tal como ela, também o Josh se apresentava vestido de palhaço. Ambos vivem na Foz da Cova.



Quando todos já se tinham deliciado com as saborosas iguarias da Anabela e outras senhoras, coube-me a honra de iniciar a distribuição das prendas, com a entrega de um ursinho não a quem parece, mas ao bebé ternurento que o António tem ao colo.










Sendo a infância e a longevidade os protagonistas da festa, os mais idosos presentes - a D. Lucinda Almeida, do Colmeal e o Jaime, do Açor, ela com 85 e o meu pai com 95 anos, também foram chamados ao palco do reconhecimento e dos afetos, para serem brindados com as lembranças que os adultos receberam.


Mais tarde, dei comigo a pensar em como aquela sala se tinha transformado, por iniciativa da UPFC - a demonstrar a pertinência e a atualidade do regionalismo -, em expressão de continuidade e mudança, plataforma de encontro entre o presente, o passado e o futuro. Reunidos sob o mesmo teto, estávamos gente que sempre esteve, gente recém-chegada, gente que um dia partiu e regressou para ficar, gente que regressa, mas não fica, porque as razões que a levaram a partir ou às suas famílias, persistem adaptadas aos tempos de hoje … Gente que partiu e parte por necessidade económica, à procura de melhores condições de vida, gente que vem por disponibilidade ou desprendimento económico e gosto, também à procura das condições de vida que não tinha. Globalidade e localidade, mobilidade e fixação, proximidade e distância, isolamento e cosmopolitismo, singularidade e diversidade, velhos e novos valores… Fantástico! Diria a minha mãe Brancaflor que é por isso que o mundo não tomba!

Gosto muito deste convívio da UPFC. Porque é uma festa intergeracional e intercultural, como disse lá, mas também porque é familiar e íntima. E que este ano foi ainda uma manifestação de coesão, face ao risco de diluição que pesa sobre a nossa identidade. Parabéns à União pela organização do evento e por persistir nela, parabéns aos participantes pela sua presença que justifica a festa. Bem hajam todos pela generosidade, solidariedade e partilha.

Açor, Colmeal, 28 de Dezembro de 2012.

Lisete de Matos

Fotos de Catarina Domingos




quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

REFORMA ADMINISTRATIVA VAI SER VOTADA CONCELHO A CONCELHO

Parlamento analisa a melhor forma de discutir e votar a extinção de freguesias




A proposta do PCP feita à Assembleia da República para que o plenário vote, uma por uma, a extinção e fusão de freguesias, o que poderia significar horas e horas de discussões intermináveis, é hoje analisada na conferência de líderes parlamentares.

É que, na semana passada, o PCP apresentou mais de 700 propostas de alteração que preveem a eliminação de todos os artigos que agregam e extinguem freguesias. A presidente do Parlamento, Assunção Esteves, “ouvirá os argumentos” de todos os partidos “e tomará a sua decisão”.

Para o líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, as centenas de propostas dos comunistas só poderiam ser votadas em conjunto se houvesse unanimidade nesse sentido no plenário da Assembleia.

Diário asBeiras 20/12/2012

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Morreu António Simões Lopes




O professor catedrático do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) e ex-reitor da Universidade Técnica de Lisboa (UTL), António Simões Lopes, morreu esta terça-feira. O corpo está em câmara-ardente, desde as 15h00, na igreja de Algueirão, em Mem Martins, Sintra.

Em comunicado à imprensa, a UTL participa que está de luto. Também o Ministério da Educação e Ciência lamenta o desaparecimento de Simões Lopes.

O professor foi reitor da UTL entre 1987 e 1999. Foi ainda presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, fundador e presidente da Associação das Universidades de Língua Portuguesa, presidente do Conselho de Avaliação das Universidades Públicas e primeiro bastonário da Ordem dos Economistas.

António Simões Lopes licenciou-se em Finanças pelo ISCEF/UTL. Doutorou-se em Economia pela Universidade de Oxford. Foi professor catedrático de Economia do ISEG/UTL. Recebeu os doutoramentos honoris causa pelas Universidades de Kent, no Reino Unido, Federal do Maranhão, no Brasil, Algarve e Coimbra. Era professor emérito da UTL.

Ao longo da sua carreira foi agraciado pela República de França com o “grau de cavaleiro” da Ordem de Mérito. Em Portugal, foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública e com a Grã-Cruz da Ordem do Infante.

Foi investigador do Centro de Economia e Finanças do Instituto Gulbenkian de Ciência. Integrou várias equipas de investigação internacionais nas áreas do Desenvolvimento Regional e do Desenvolvimento Urbano. Era investigador do CIRUS/ISEG/UTL.

O funeral realiza-se na quarta-feira, dia 19, às 10h30, no Cemitério do Alto do Chão Frio, Lourel-Terrugem.

Público 18Dez2012 (texto e foto)

António Simões Lopes, filho de António Lopes de Oliveira e de Emília Simões nasceu no Colmeal (concelho de Góis) em 3 de Fevereiro de 1934. Acompanhando desde muito novo a evolução do movimento regionalista foi presidente da Direcção da União Progressiva da Freguesia do Colmeal entre 23 de Abril de 1967 e 9 de Março de 1969. Actualmente era sócio honorário desta associação regionalista.

A Direcção da União Progressiva da Freguesia do Colmeal sente profundamente o desaparecimento deste seu ex-dirigente, sócio e amigo e envia sentidas condolências á família enlutada.

UPFC    


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Longe/perto das nossas raízes

 








A Comissão de Juventude da União Progressiva da Freguesia do Colmeal foi convidada a participar numa recente iniciativa do Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis subordinada ao tema Juventude do Concelho de Góis e integrou um dos painéis do debate “O afastamento dos jovens do associativismo”.
Jorge Fonte, apresentou o trabalho que a seguir transcrevemos na íntegra. 

A maioria dos membros desta Comissão de Juventude moram aqui, em Lisboa, ou nos arredores, e, até este ano, apenas um residia no Colmeal. Tiago Domingos, meu primo, é um dos nossos milhares de jovens recém-emigrantes. A nossa Comissão de Juventude não tem hoje ninguém que more no Colmeal mas isso não é impedimento nenhum para a continuação deste nosso projecto que visa a promoção do regionalismo e que pretende que o Colmeal não fique esquecido.

Praticamente todos nós estamos a dar aqui os primeiros passos “oficiais” no regionalismo, apesar de termos pais, mães, tios e avós que pertencem ou já pertenceram à União e que já fizeram muito pela nossa aldeia. Crescemos a ouvir histórias de quando o Colmeal era uma aldeia com muito mais gente, com muito mais ideias mas também com mais necessidades, por causa dos tempos em que se viviam, dificuldades que se faziam sentir e que hoje já não se justificam. Hoje, a União do Colmeal serve outros propósitos, ao que nós, como Comissão de Juventude servimos de apoio. E esta Comissão de Juventude só existe com jovens que moram fora da aldeia porque, hoje, não os há no Colmeal.

Uma das nossas principais ideias iniciais foi dinamizar e criar momentos de convívio para a população com o apoio da União. Não nos focámos apenas no mês de Agosto, ou apenas no Verão, período em que há lá mais gente, mas começámos por organizar a festa de Verão em 2011, e este ano também fomos os responsáveis. Mas também fizemos outras coisas. Com a ajuda da União, organizámos um convívio de tunas académicas, que teve lugar aqui nesta Casa concelhia, e alguns meses depois levámos essas tunas ao Colmeal e a Góis onde tocaram para quem quisesse ouvir. Esta foi uma iniciativa que apenas foi possível graças à Mariana Brás, outro membro do nosso grupo e que actualmente está fora do país.

Todos nós temos as nossas vidas, estudamos e trabalhamos longe do Colmeal, mas também fazemos questão de nos manter a par do que se passa por lá, principalmente numa altura em que há tanto em jogo por causa das políticas de ordenamento que nos afectam a todos mas onde pouco podemos alterar.

Apesar de só lá passarmos fins-de-semana grandes, uma/duas semanas ou um mês inteiro no Verão, penso que falo por todos os membros desta Comissão de Juventude quando digo que ao longo dos anos criámos memórias, umas mais tristes outras mais alegres, que ainda hoje nos acompanham e que vamos guardar para sempre. A esperança é que o mesmo possa acontecer com gerações futuras, que infelizmente têm cada vez menos razões para continuar a morar nestas aldeias.

De resto tentamos estar presentes, quando nos é possível, ao ajudar na logística dos eventos da União, como já tem sido o caso das caminhadas, o almoço de aniversário com os sócios e amigos, nos convívios de canoagem e no piquenique da festa de Verão. Temos pouca obra. Nestes curtos dois anos já podíamos ter feito mais, mas também temos noção que este projecto faz parte de uma maratona e não de uma corrida de 100 metros, e é por isso que digo àqueles que nos conhecem para nos darem tempo.

A nossa Comissão de Juventude não foi a primeira criada, já antes outras existiram, desde os anos 70. Como sabem a Juventude dos anos 70 hoje já não é tão jovem como era antes, mas muitas das pessoas que fizeram parte continuaram ligadas ao regionalismo ao longo dos anos, passaram depois pela União e até há quem esteja na actual direcção. Por tudo isto acreditamos que não seremos a última Comissão de Juventude e apesar de todas as indefinições quanto ao futuro, não só da freguesia do Colmeal, como do rumo a tomar, garantimos que podem continuar a contar connosco pois iremos apoiar e tentaremos estar envolvidos ao máximo no regionalismo, mesmo que estejamos a 250km de distância.

Jorge Fonte

Protestos contra a extinção de freguesias



Enquanto no Parlamento se debatia a extinção ou agregação de freguesias, em frente à Assembleia da República centenas de pessoas marcaram presença num veemente protesto contra a intenção deste governo prosseguir a reorganização administrativa do território.



 
A Junta de Freguesia do Colmeal esteve presente e mais uma vez manifestou o seu desacordo a todo este processo, que nos gabinetes ignorou por completo a realidade deste país, nomeadamente do interior desprotegido e cada vez mais abandonado.
A União Progressiva, a mais antiga associação regionalista da Freguesia do Colmeal, esteve presente num gesto solidário com a sua Junta e com todos os Colmealenses.


 
De acordo com o jornal Público do passado dia 6 de Dezembro A Plataforma Nacional contra a Extinção das Freguesias (PNCEF), que assistiu no Parlamento à apresentação do projecto de lei da reorganização administrativa do território, diz que é tempo de "cerrar fileiras" e anuncia que está a ser preparada uma grande iniciativa a nível nacional para protestar contra uma reforma que os autarcas consideram "inconstitucional" e "prepotente".

Segundo o mesmo jornal A ANAFRE também vai assistir à discussão no Parlamento e admitiu à TSF que se o novo mapa for aprovado vai contestar a decisão nos tribunais. O presidente da associação, Armando Vieira, anunciou que fez seguir para o Conselho Europeu uma queixa contra o Estado português por considerar que a reforma administrativa viola a Carta Europeia de Autonomia Local.


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Manifestação no dia 6 de Dezembro, junto à Assembleia da República, em Lisboa.



Recebemos hoje da Junta de Freguesia do Colmeal o seguinte email, o qual passamos a transcrever na íntegra. Apelamos à vossa presença:


Exmo. Sr. Presidente da Direcção,
Vimos pelo presente levar ao conhecimento de V. Exa. que o Executivo da Junta de Freguesia do Colmeal estará presente, conjuntamente com outras autarquias e a ANAFRE, no próximo dia 6 de Dezembro (Quinta-feira), a partir das 14 horas, junto à Assembleia da República, com o objectivo de manifestar o seu descontentamento perante a agregação de freguesias, nomeadamente a Freguesia do Colmeal com a Freguesia do Cadafaz, com sede no Cadafaz (conforme Projecto de Lei n.º320/XII/2.ª - Reorganização do Território das Freguesias).
Assim, convidamos todas as colectividades, conterrâneos e amigos a juntarem-se a nós e ao painel da Freguesia do Colmeal que nos acompanhou na Manifestação de 31 de Março último.
Apelamos à participação, pois não podemos baixar os braços perante esta grande INJUSTIÇA!
Atenciosamente,
Junta de Freguesia do Colmeal

Juventude do Concelho de Góis



No próximo dia 8 de Dezembro pelas 14h30m o Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis organiza um debate sobre a Juventude do Concelho de Góis. Será na Casa Concelhia, na Rua de Santa Marta, 47 – R/C Dtº em Lisboa e terá dois painéis. Num será debatido “O afastamento dos jovens do associativismo” e no outro, “Jovens com Valor” serão partilhadas experiências de alguns jovens do nosso concelho.

clicar na imagem para ampliar

A União Progressiva da Freguesia do Colmeal foi convidada a participar nesta louvável iniciativa e estará representada pela sua Comissão de Juventude.
Jorge Domingos da Fonte, integrado no primeiro painel, apresentará o tema “Longe/perto das nossas raízes”.

Sugerimos aos nossos associados que assistam a esta interessante iniciativa.  
   

Festa de Natal no Centro Paroquial




No próximo dia 23 de Dezembro, pelas 10h30m, a União Progressiva da Freguesia do Colmeal volta a realizar o seu habitual convívio de Natal mantendo uma tradição de quase meio século. O Centro Paroquial Padre Anselmo será pequeno para acolher todos aqueles que se quiserem associar a esta manifestação de amor e carinho com os mais pequenos e também com os mais idosos.



Do convívio do ano passado recordamos estas imagens que queremos de novo repetir. Fraternidade, solidariedade, calor humano. Contamos consigo.

Fotos de Francisco Silva e Nuno Silva 

Calçadas






Ao que sabemos o calcetamento das Ruas Joaquim Fontes de Almeida e Francisco Luís e que se prolongou pelo Estreitinho até à entrada da Alameda Fernando Costa estará quase concluído apenas faltando alguns pormenores. As fotografias que aqui apresentamos foram obtidas no princípio do mês de novembro quando o processo ainda estava a meio e as grelhas centrais ainda não haviam sido colocadas. Estamos convictos que este novo piso nos proporcionará melhores condições para que todos possamos transitar com mais segurança e sem receio de novas e perigosas quedas. 



Os escombros da antiga Casa Mendes, uma vergonha para quem nos visitava, foram finalmente eliminados. Em seu lugar há agora um muro de suporte e um espaço a que a Junta de Freguesia dará o melhor aproveitamento.

Fotos de A. Domingos Santos

Magusto






Mesmo com uns chuviscos à mistura não deixámos de assar umas castanhas no Largo mantendo assim a velha tradição do magusto que em outros tempos juntava muito mais pessoas. A desertificação que se verifica em todas as nossas aldeias e a idade avançada de muitos residentes que evitam as temperaturas menos agradáveis, permanecendo em casa, poderão de certo modo justificar as presenças.








O Rancho Folclórico Serra do Ceira que a todos quis fazer uma surpresa, apareceu nesta iniciativa da União Progressiva para nos presentear com alguns números do seu já vasto reportório. No final comeram-se as castanhas e na alegria da velha tradição os mais jovens divertiram-se a enfarruscarem-se uns aos outros.

Fotos de A. Domingos Santos