segunda-feira, 23 de abril de 2012

DIA MUNDIAL DO LIVRO



O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril. Trata-se de uma data simbólica para a literatura, já que, segundo os vários calendários, neste dia, em 1616, desapareceram importantes escritores como Cervantes e Shakespeare. A ideia da comemoração teve origem na Catalunha: a 23 de Abril, dia de São Jorge, uma rosa é oferecida a quem comprar um livro. Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo.

Partilhar livros e flores, nesta Primavera, é prolongar uma longa cadeia de alegria e cultura, de saber e paixão.

Com o objectivo de criar e consolidar os hábitos de leitura e elevar os índices de literacia dos portugueses, o Programa de Promoção da Leitura da Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas tem desenvolvido, desde 1997, centenas de projectos e milhares de acções de difusão do livro e promoção da leitura, em parceria com diversas entidades públicas e privadas.

Campanhas como o Dia Mundial do Livro pretendem chamar a atenção para a importância do Livro como bem cultural, fundamental para o desenvolvimento da literacia e consequente crescimento económico. De igual forma, a leitura contribui para minorar a exclusão e promover a auto-estima e a capacidade de integração social.

O primeiro valor da leitura é o prazer que proporciona a quem a realiza. Só este objectivo bastaria para justificar plenamente a promoção de hábitos de leitura. Aqui o livro apresenta-se como um instrumento insubstituível para a formação do leitor, ao mesmo tempo que aumenta o seu gosto estético e desenvolve a sua capacidade literácita. O hábito de ler, na criança, estimula a imaginação, fomenta e educa a sensibilidade, cultiva a inteligência e dá-lhe instrumentos essenciais para toda a vida. Está provado que as crianças que crescem num ambiente que favoreça o acesso aos livros têm mais possibilidade de se tornarem leitores para toda a vida. Mas os livros, por si só, podem não ser suficientes. É preciso encontrar a porta que lhes permita entrar no seu interior.


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