terça-feira, 31 de agosto de 2010

A UNIÃO vai comemorar os 79 anos

Venha ajudar-nos a cortar o bolo e a cantar os parabéns! No próximo dia 26 de Setembro, pelas 13 horas, vamos realizar o nosso almoço de aniversário comemorativo dos 79 anos de existência da União Progressiva. A saída de Lisboa será feita, como habitualmente, de Sete Rios – frente ao Jardim Zoológico, pelas 7 horas e 15 minutos. Com uma pequena paragem para o pequeno-almoço seguiremos pelo Colmeal onde nos encontraremos com os participantes locais. Continuaremos depois pela bonita estrada do Vale do Ceira até Góis, onde vamos almoçar e confraternizar no simpático restaurante “Retiro dos Sabores”. Para os que se deslocarem da sede de freguesia, pelas 12 horas haverá transporte para Góis e também para o regresso, cerca das 17 horas. A ementa é aliciante:
Entradas (rissóis de carne e de camarão, pastéis de bacalhau, croquetes, coxinhas de frango, chamuças e perninhas de caranguejo). Enchidos caseiros e tábua de queijos. Martini, Favaios, vinhos branco e tinto, sumos e águas.
Sopa d’Avó ou Juliana
Bacalhau à Casa com Migas e Ducheses;
Lombo Recheado servido com Frutas
Mesa de laminados de frutas e doces
Bolo de aniversário. Café e digestivos Bar Aberto e Música ao Vivo. Solicitamos o favor de efectuar a reserva do seu lugar tão cedo quanto possível (data limite de 18 de Setembro), para um dos seguintes contactos: Colmeal – José Álvaro/Anabela Domingos – 235 761490 Lisboa – António Santos – 21 7153174 / 96 2372866 ..........Maria Lucília – 21 8122331 / 91 4815132 Os preços são os seguintes: Com transporte desde Lisboa: 30 euros; Do Colmeal ou em transporte próprio: 25 euros. Estamos certos que vamos poder contar com a sua presença e de seus familiares.
A União comemora 79 anos ao serviço do Regionalismo e sem a sua presença a festa não terá o brilhantismo que todos pretendemos.
Esperamos por si! A Direcção

Festa de Nossa Senhora do Livramento - Aldeia Velha 2010

No dias 20, 21, 22 e 23 de Agosto em Aldeia Velha, realizaram-se os habituais festejos em honra de Nossa Senhora do Livramento, padroeira daquela localidade, tendo os mesmos contado com o apoio da mordomia, da Liga dos Amigos de Aldeia Velha e Casais e da J. F. Colmeal. Cumprindo o programa, na sexta-feira dia 20, toda a aldeia foi ornamentada a rigor.
No sábado realizaram-se a missa, sermão e procissão acompanhados pela mini-banda "Melodias de Sempre". Antes do almoço, fez-se um leilão bastante participado que reverteu para a nossa padroeira. De tarde, no recinto da festa da colectividade, a mini-banda brindou todos quantos assistiram, com um animado concerto. Seguidamente o Rancho Folclórico Serra do Ceira fez uma grandiosa actuação onde não faltou, para terminar o seu habitual fado serrano onde todos os presentes puderam participar. De noite, o conjunto Pimba Pimba animou os mais resistentes que dançaram até de madrugada. No domingo de manhã, fez-se a recolha de ofertas para o leilão da L.A.A.V.C. De tarde o Grupo de Concertinistas de Góis fez a sua actuação tendo-nos brindado com os sons tão tradicionais da nossa zona beirã. Depois de uma tarde animada e de cariz regionalista onde não faltaram as habituais sardinhas oferecidas pela L.A.A.V.C. nem a presença de algumas entidades do concelho de Góis, com o aproximar da noite, Tó Grilo e suas bailarinas deram um espectáculo que se prolongou até altas horas da noite. O dia de segunda-feira foi o ultimo dia da festa. Como já tem sido hábito, foi o dia dos torneios de chinquilho (de manhã) e de sueca (à tarde). Todos os participantes nos torneios tiveram direito a um excelente almoço na Casa do Convívio. Os festejos terminaram já de noite e com a entrega dos troféus aos participantes. De salientar e agradecer o empenho e dedicação de todos quanto contribuíram para o sucesso da nossa festa. Desde o mais pequeno ao menos pequeno, todos colaboraram quer na ornamentação dos recintos da festa, quer na preparação da comida e dos petiscos. Acompanhe por fotografia, alguns dos momentos aqui relatados em http://vigiando-das-caveiras.blogspot.com/ Obrigado
Henrique Miguel Mendes

PARABÉNS

“As primaveras avançam, o espírito rejuvenesce e a experiência torna-nos mestres . As agruras da vida adoçaram-lhe o coração e enternecem aqueles com quem habitualmente convive. As raízes da amizade são profundas, tornando fácil o amor e o carinho “. Para o meu grande amigo, MANUEL MARTINS DOS SANTOS (o Sr. Manuel da Eira) um terno e forte abraço, no dia 25 de Agosto, na passagem de mais um Aniversário. Magalhães Pinto (Senhora da Hora/Matosinhos)

Historietas das nossas avós

Bichinha gata
Bichinha gata Que comeste tu? Sopinhas de leite Onde as guardaste? Debaixo da arca Com que as tapaste? Com o rabo do gato Sape, sape, sape! Recuperação de A. Domingos Santos

Lar de idosos do Cadafaz avança

Vai ser lançado nos próximos dias o concurso de atribuição da obra do Lar de Idosos da Freguesia de Cadafaz, em Góis, que será construído na Cabreira. O projecto, que está orçamentado em cerca de dois milhões de euros, deverá ser adjudicado em meados de Setembro e está previsto que a construção comece pouco depois. A estrutura vai ter quartos individuais e duplos com um total de 42 camas. O lar vai ter capacidade para cerca de 80 utentes que vão poder usufruir de sala de refeições, lavandaria, sala de convívio, instalações sanitárias adaptadas às necessidades dos seniores e gabinete de saúde com atendimento médico, entre outras funcionalidades. Sonho antigo
O projecto do Lar de Cadafaz existe há mais de uma década. De acordo com o presidente da Comissão Pró Lar, Daniel Neves, “este é um sonho muito antigo. Há mais de 12 anos que tentamos andar com esta ideia para a frente. Foi um sonho que esteve adormecido e foi reanimado”.
Recordando a época em que a ideia voltou a ganhar vida em 1998, o agora líder da comissão ocupava o cargo de presidente da Junta de Freguesia de Cadafaz. Na época, convidou “as instituições particulares de segurança social (IPSS) da freguesia para uma reunião com o objectivo de apresentar e discutir o projecto que acabou por ser aceite”.
Mais de dez anos depoisDaniel Neves assegura que a caminhada não tem sido fácil, mas conta com “apoios essenciais”. Os principais impulsionadores do projecto têm sido a Câmara Municipal de Góis, a Cáritas Diocesana de Coimbra e os Compartes de Cadafaz, uma associação que, graças ao desenvolvimento de parques eólicos na zona, “tem dado certezas em relação ao apoio e ao investimento a longo prazo necessários num projecto como este”.
Além destes parceiros, o líder da comissão assegura que “há outras instituições e muitos particulares que continuam a colaborar com donativos” para a construção de uma estrutura que vai criar mais postos de trabalho na localidade. 25 novos postos de trabalho
Com o investimento milionário vão surgir 25 novos empregos “muito importantes para a freguesia”, um sinal de esperança para “uma localidade que está a sofrer os efeitos da desertificação”. De acordo com o presidente da comissão, “esta é uma oportunidade para fixar os habitantes na terra”, que fica mais vazia de ano para ano.
Com o projecto quase a ser adjudicado em concurso, já se fazem contas para o final da empreitada. Daniel Neves explica que “a obra é bastante grande, mas deverá demorar cerca de um ano e meio a estar concluída. Esperamos que assim que o projecto esteja atribuído, a construção do lar possa começar”.
Tendo em conta os números, todas as previsões apontam para que em 2012 Cadafaz veja finalmente o seu sonho tornar-se realidade.
in Diario As Beiras

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A FESTA DO AÇOR. REVISITADA

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Com o habitual programa profano-religioso, mas mais profano, teve lugar no fim-de-semana passado a Festa do Açor. A Festa celebra-se em honra de Nossa Senhora da Saúde, um dos atributos de Nossa Senhora de que todos carecemos. Se Deus assim o entender, lembrou o Padre Carlos, restando-nos a nós essa esperança, e a responsabilidade pela adopção de comportamentos saudáveis! Momento alto da Festa foi a actuação do Rancho Folclórico Serra do Ceira. Enquanto aguardavam a entrada em cena, os elementos mais jovens do grupo treinavam os dotes maternais, a Elsa, um dos mais antigos, espantava com o lenço o calor que se fazia sentir!
O rancho actuou com agilidade e destreza, revelando ter feito importantes progressos do ano passado para este. Muitos parabéns por isso! Continuem! Sobretudo a divertir-se, convivendo, tocando, cantando e dançando! Ah!, gostei do contentamento expresso no rosto de alguns dos elementos do rancho, e da oportunidade da sensibilização para a problemática dos incêndios que o seu presidente fez. Atrás dele, um amigo nosso fazia exercícios de aquecimento!
Os fiéis não foram suficientes para encher a catedral de azul, silêncio e meditação que o Padre Carlos viu no espaço aberto onde a missa foi celebrada, mas os que nela participaram fizeram-no com empenho e devoção. As leituras do dia falavam de desilusão com os bens terrenos e da necessidade do desprendimento deles, porque nunca se sabe a hora da chamada!
Muito pretendidos e concorridos foram as sardinhas apetitosas que a Isabel e o Zezito iam assando, e o comboio que a seguir se formou, apitando e transportando energia e boa disposição!
Embora me tenha parecido que a Festa atraiu menos participantes do que em anos anteriores, nomeadamente para as noites dançantes, foi um sucesso. Parabéns aos seus organizadores! Também pelo almoço-convívio do dia seguinte, que, para alguns, representou o melhor da Festa. A Elsa até tocou! Muito bonito!
Açor (Colmeal), 2 de Agosto de 2010. Lisete de Matos

"MEMORIAL"

Um "MEMORIAL" à Primavera e a beleza no Colmeal.
Entretanto, um GIRA-SOL dedicado à Mariana Brás. M.Pinto

Historietas das nossas avós

. Pico, pico, saranico "Pico, pico saranico tu que vais e eu que fico. Salta a pulga da balança, diz o rei que foi à França. Os cavalos a correr, as meninas a aprender, qual será a mais bonita que se vai esconder? Uma fita amarela para cortar a goela, uma barra de sabão para cortar o coração, um martelo bem agudo para cortar o ... e tudo..." É um pouco "hard", o final. A minha avó do Colmeal contava-me isto, quando eu era pequenita, "picando-me" os deditos das minhas mãos. Aurora Braz

domingo, 1 de agosto de 2010

Governador Civil de Coimbra no Colmeal em 7 de Agosto

(clicar no documento para ampliar)
Por motivo de férias só agora nos é possível proceder à divulgação do ofício enviado pela Junta de Freguesia do Colmeal. UPFC

Entrevista da Presidente da Câmara de Góis

De uma entrevista dada pela Senhora Presidente da Câmara Municipal de Góis, Dr.ª Maria de Lurdes Castanheira (LC) ao Diário de Coimbra (DC) e publicada em 26 de Julho, retirámos esta pergunta e a resposta dada. DC E relativamente à terceira idade, sector que sempre lhe mereceu especial atenção?
LC É efectivamente um grupo vulnerável relativamente ao qual muitas vezes não há um olhar atento. Não é o que acontece em Góis. Tranquiliza-me muito o trabalho das IPSS, conheço-as todas, trabalhei com algumas e colaborei com outras. Temos uma taxa de cobertura excelente, com quatro lares de idosos, bons serviços ao domicílio, centro de dia, ATL, projectos para ocupar os idosos. Porém, não podemos esquecer que estamos num concelho muito disperso, com aldeias com poucos habitantes e ainda não há remédio para a solidão. Julgo que a Câmara tem todas as condições para criar um serviço de apoio aos idosos mais isolados que querem continuar na sua casa. Há muitos anos fui defensora de projectos tipo tele-alarme, serviço que tem uma central, que pode ser criada na vila, com operadores que funcionam 24 horas. Podemos não ser os promotores, mas criar condições, dinamizar uma parceria. Confesso que me preocupam particularmente Colmeal e Cadafaz, as freguesias envelhecidas do concelho. Têm alguma cobertura de apoio domiciliário, pela Caritas Diocesana de Coimbra e pela Misericórdia de Góis. Temos condições para implementar um lar, que pode dar resposta às necessidades destas freguesias e quero enaltecer o trabalho do Conselho Director dos Baldios da Freguesia do Cadafaz, que tem parcerias no âmbito das energias renováveis e tem canalizado esses meios financeiros para o futuro lar, cuja entidade promotora é a Caritas de Coimbra. Lamento que a tutela não tenha aprovado a candidatura da Caritas, a Câmara assumiu as terraplanagens, que estão prontas, e o projecto vai avançar. Então sim, com o lar da Freguesia de Cadafaz, temos uma cobertura total.
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Folhas soltas de Cadafaz

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São os antigos textos históricos que nos vão aumentando a curiosidade e o conhecimento acerca dos nossos antepassados, cuja valiosa fonte tem sido obtida através da exaustiva pesquisa dos nossos historiadores e investigadores, sendo a sua divulgação quer literária ou informática a grande difusora. Infelizmente nem sempre é possível obter tais conhecimentos – é o caso de Cadafaz sem qualquer sector de literatura disponível ou meios informáticos – inclusivamente até os testemunhos pessoais se têm deixado perder. Mas… Cadafaz não foi nem é apenas um mito – o povoado existe e existiu – não foi por acaso o aparecimento das primeiras habitações no Codeçal – não foi por acaso a sua mudança ou seja a comunidade, para o local actual, nem sequer as ruínas de grandes casas que ainda conseguimos descobrir além dos muitos e dispersos terrenos de cultivo cujos socalcos tentam mostrar a obra humana tal como os soutos, os olivais e os muitos e variados engenhos que ajudaram a criar gerações. Por tudo isto temos de acreditar que também aqui a obra das gentes do povo rural foram de grande vulto. Diz-nos o historiador J. H. Saraiva no seu livro A História Concisa de Portugal – “não tem sido fácil o conhecimento das acções do povo por falta de documentação escrita. A totalidade do que se dispõe está ligada à Igreja e a propriedade, ou uma e outra, pois só o clero sabia escrever. Desde muito cedo tiveram os seus cartórios (estes já existiam no tempo do rei D. Afonso Henriques). Mas há vestígios que mostram que o povo desempenhou acções decisivas e de grande determinação.” No entanto, as dificuldades parece que se vão atenuando e a investigação profícua, pelo que vamos tendo conhecimento de dados valiosos e interessantes. É o caso do pequeno resumo de texto que passarei a transcrever com o devido respeito ao seu autor Dr. José Tengarrinha, visto tratar-se de Cadafaz e Colmeal. “Nas freguesias do Colmeal e Cadafaz, concelho de Góis, em 1777/1779, os agricultores recusaram-se apesar das ameaças e intimidações, a satisfazer excessivas e arbitrárias jogadas cobradas em cada triénio especialmente às pessoas mais pobres e exigidas pelos feitores do donatário da vila, conde de Vila Nova.” Alguns anos mais tarde surge nova referência sobre as mesmas povoações. “Nos lugares de Cadafaz e Colmeal, concelho de Góis, os agricultores resistiram colectivamente em 1782/1783 às exigências de maiores foros superiores aos determinados no foral feitas pelos contratadores das rendas do donatário de Vila Nova. Cadafaz teria de passar a pagar anualmente 50 alqueires de pão e Colmeal 32 e os rendeiros passaram a exigir 459 alqueires sem que as terras de cultivo tivessem aumentado. Os excessos de cobrança foram ao ponto de um tal João Moniz, por não possuir um alqueire de pão, lhe fizeram pagar a dinheiro 440 réis e a Luíz Braz 420 e a Manuel Simões 450 e a Sebastião Fróis 460 tudo no ano de 1782 em que os preços do trigo e centeio não tinham atingido tais níveis.” A leitura destes textos e de outros que se passaram por todo o país, comprova qual a classificação e exploração do povo rural, não só do trabalho agrícola como dos bens monetários e humanos. No entanto, e actualmente as frases são diferentes “chiques e imperceptíveis” não referindo o povo da gleba mas sim o povo que continua a trabalhar e tenta viver a sua vida honesta, são estes que continuam a pagar, os foros… jogadas… fintas… etc. etc. tudo em nome de impostos. Felizmente o povo é pacato e só se irrita quando o clube perde… A. Silva in “O Varzeense” de 30 de Maio de 2010

Projectos para melhorias

Foto tirada dia 16-07-2010 na ponte do Colmeal, onde se encontravam a preparar o projecto para fazer melhoramentos no rio com a colocação de uma represa de forma a melhorar a área de banhos. Vitor Santos

Historietas das nossas avós

Talvez só os mais velhos se lembrem desta historieta que as nossas mães e as nossas avós nos contavam quando éramos pequenitos. Prendiam a nossa atenção e nós íamos aprendendo estas coisitas tão simples à força de as ouvirmos repetidamente. Os anos entretanto foram passando por nós (felizes os que vão envelhecendo sem ficarem velhos) e as historietas foram sendo substituídas por outros métodos comunicacionais. Seria interessante recordar aqui uma historieta que talvez você tenha ouvido em pequeno. Ficamos à sua espera. Era uma vez um gato maltês Era uma vez Um gato maltês Tocava piano E falava francês Queres que te conte outra vez? Era uma vez Um gato maltês Saltou-te às barbas Não sei que te fez Queres que te conte outra vez? Era uma vez Um gato maltês Tocava piano Falava francês A dona da casa Chamava-se Inês O número da porta era o 33! Queres que te conte outra vez? Era uma vez Uma galinha pedrês E um galo francês Eram dois Ficaram três… Queres que te conte outra vez? Recuperação de A. Domingos Santos

Bermas limpas

À entrada da povoação do Colmeal, pela Páscoa de 2010. Cerejeiras "fazendo pela vida". Fotos de Francisco Silva

Xutos e Pontapés são "cabeça de cartaz" da concentração motard, em Gois, de 19 a 22 de Agosto

Motards de todo o país são esperados em Góis em meados de Agosto, naquela que já é considerada como a segunda maior concentração, depois de Faro Durante quatro dias, de 19 a 22 de Agosto, Góis vai transformar-se num autêntica “vila motard”. Com um orçamento de cerca de 400 mil euros e com um programa muito rico em actividades desportivas e espectáculos a 17.a concentração mototurística do Góis Moto Clube, aguarda a visita de 20 mil pessoas, entre inscritos, participantes e visitantes. Os lemas das edições anteriores mantêm-se, nomeadamente do Parque Natural Mototurismo, evento que, como explicou Jaime Garcia, «tem uma grande afluência de visitantes e todos os concelhos vizinhos acabam por ter benefício com esta concentração», e o lema “Ta-se bem”, demonstrativo do «ambiente familiar que se vive aqui durante estes dias, de descontracção e de descanso, podendo também desfrutar do rio Ceira». Nestes dias, todos os organismos colaboram e apoiam esta iniciativa, pois para além do apoio imprescindível dos Bombeiros Voluntários de Góis, do Centro de Saúde e GNR, conta ainda com o apoio do município de Góis, um parceiro «fundamental, quer em termos financeiros, quer logísticos», como enfatizou o vice-presidente do Góis Moto Clube, pois «a concentração decorre num autêntico parque de campismo que o município fez». Muitas empresas locais também estão a apoiar o evento, assim como o Governo Civil de Coimbra. Outro grande parceiro, desde a primeira edição do certame é a “Sagres”, agora “Sagres Zero”, pois, como enfatizou aquele responsável, «é importante passar a mensagem que existe um produto que é 100% sem álcool, associado a quem anda na estrada, pois a nossa segurança e a dos outros é essencial». O custo da inscrição será de 35 euros e engloba um brinde, uma t-shirt, a possibilidade de circular no recinto a qualquer hora, três refeições e uma bebida. Bastante expectante com esta edição, Jaime Garcia sublinhou, na conferência de imprensa de apresentação do certame, que, com este evento, «Góis já representa mais uma alternativa aos festivais de Verão, com a qualidade do cartaz que temos e com o acampamento». Programa “recheado”
A abertura das inscrições decorre no primeiro dia, 19 de Agosto, que tem noite livre e entrada gratuita para o recinto, onde poderão ver os espectáculos de “Morango Tango” e “Nineout” e dançar na tenda electrónica que ali estará todas as noites. No dia 20, o período da manhã é reservado à abertura da feira motociclista, animação de rua e desportos radicais e à noite assiste-se à actuação dos “Ponto e Vírgula”, “The Animals”, desfile drenaline, com apresentação de equipamentos e actuação do “Rouxinol Faduncho” a encerrar a noite. Já para sábado, 21 de Agosto, está previsto um encontro de vespas, um encontro Honda Mini-Trail e um Bike Show, enquanto que à noite realiza-se a entrega de prémios Bike-Show e entrega dos prémios aos clubes, fechando a noite com os “Xutos e Pontapés”. No último dia decorre o já habitual passeio turístico pelo concelho de Góis e um almoço. Destaque ainda para a exposição de motos subordinada ao tema “Carbono Zero”, realizada em parceria com a Câmara Municipal de Góis e que tem a ver, como explicou Jaime Garcia, «com a necessidade de se encontrar uma solução para preservar o ambiente». Com efeito, sublinhou o dirigente, «já é possível andar de moto sem fazer poluição, nem sonora nem com gás poluente, através das motos eléctricas que vão estar em exposição, no sentido de divulgar estes modelos». Presente na conferência, António Sérgio, adjunto do governador civil, felicitou os dirigentes anteriores do Góis Moto clube porque «conseguiram dar a este evento um cariz nacional», afirmando que «a nossa preocupação é juntar todas as forças de segurança para que as coisas funcionem, apelando a comportamentos seguros e responsáveis». Até porque, sustenta, «certamente que haverá bom senso, mas há questões de segurança que têm de ser seguidas por cada uma das pessoas que participem no certame». O adjunto do Governador Civil do distrito de Coimbra considerou ainda que este evento «serve também para valorizar Góis, num enquadramento paisagístico único e que já se encontra inscrito na oferta turística do distrito».
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Escrito por Isabel Duarte in Diário de Coimbra