quarta-feira, 31 de março de 2010

FELIZ PÁSCOA 2010

A União Progressiva da Freguesia do Colmeal deseja a todos os seus associados e amigos uma FELIZ PÁSCOA.

A União vai à Madeira

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A União Progressiva da Freguesia do Colmeal está a organizar para o período de 2 a 5 de Outubro próximo uma excursão à bonita ilha da Madeira.
Estamos convencidos que o programa que lhe propomos e revelamos a seguir será do seu inteiro agrado, e com a garantia de passar quatro dias maravilhosos. A Madeira é uma ilha de contrastes e de encantos. Quem a visitar pela primeira vez vai adorar e quererá lá voltar. Sugerimos que proceda à sua inscrição, se possível até ao próximo dia 15 de Abril, para que possamos garantir a reserva de lugar na companhia aérea. Por apenas 530,00 euros por pessoa em quarto duplo e em regime de tudo incluído. Saiba em pormenor as condições excepcionais que lhe oferecemos para esta viagem contactando os nossos dirigentes António Santos – 21 7153174 / 96 2372866 ou Maria Lucília – 21 8122331 / 91 4815132.
1º DIA – LISBOA / MADEIRA Comparência às 05h30 no Terminal 2 do Aeroporto de Lisboa. Formalidades de embarque assistidas pelo Delegado da Palma Tours e descolagem em Voo SATA (S4 461 Y às 07h30m) directo à Madeira. Chegada às 09h10, desembarque recolha de bagagens e de imediato efectuaremos a visita ao Miradouro do Pico dos Barcelos de onde podemos apreciar uma vista magnífica sobre a Baía do Funchal. Condução à Eira do Serrado (1095m), onde teremos uma espectacular panorâmica sobre o Curral das Freiras. O Curral das Freiras era o local onde as Freiras do Convento de Santa Clara se escondiam para fugirem aos ataques de Piratas e Corsários que assolavam a Madeira no séc. XVI. Esta vila esteve sempre muito isolada até ao ano de 1959, quando se construiu a estrada pela qual vamos descer para então podermos saborear o delicioso Bolo de Mel e fazer uma prova de Ginja do Curral. Almoço em restaurante local. Distribuição dos alojamentos no Suite Hotel Jardins d’Ajuda ****. Tarde livre para poder descansar. Jantar no hotel ou em restaurante local.
2º DIA – MADEIRA Pequeno-almoço buffet no hotel. Partida em autocarro de Turismo e com guia local, em direcção a Câmara de Lobos, com uma breve paragem no Pico da Torre, para desfrutarmos a vista sobre a vila piscatória, uma vez pintada por Sir Winston Churchill aquando de uma das suas passagens pela Madeira. Condução até ao Cabo Girão, considerado o Promontório mais alto da Europa e 2º no Mundo. Continuação até à vila da Ribeira Brava – breve paragem para um café ou então se preferir, visitaremos a Igreja desta airosa vila. A viagem segue pela estrada da Serra de Água até ao cume da Encumeada, onde em dias de céu limpo poderemos ver a Costa Norte e Costa Sul da ilha. Descida até S. Vicente, pela estrada velha do Seixal, atravessando uma densa área de vegetação luxuriante, cascatas e falésias. Chegada ao Porto Moniz e almoço em restaurante local. Porto Moniz é muito conhecido pelas suas piscinas naturais. Após a refeição continuamos para o Paúl da Serra, planalto a cerca de 1600 m acima do nível do mar, conhecido como o “tecto da Madeira”. De tarde, teremos a oportunidade de usufruir das infra estruturas do hotel, ou então fazer outros passeios ou visitas ou compras. Jantar no Hotel ou em restaurante local. Alojamento no Hotel.
3º DIA – MADEIRA Pequeno-almoço buffet no hotel. De manhã, saída no autocarro de turismo do hotel e com guia local para fazermos uma visita de meio dia, o qual se inicia com um agradável passeio de teleférico entre o Funchal e o Monte. A Estação do Monte situa-se junto ao Jardim Tropical Monte Palace, no Caminho das Babosas, num cenário encantador. Visita ao Jardim Tropical Monte Palace, que desde a sua aquisição tem sido enriquecido com plantas exóticas endémicas de vários Países, assim como plantas indígenas madeirenses (Laurissilva, nomeadamente fetos, cedros, loureiros, loureiros das Canárias, etc). As lagoas também foram enriquecidas com a introdução de peixes Koi. Foram ainda construídas mais 2 lagoas com a capacidade de 300.000 litros. Os passeios do jardim estão enriquecidos com ornamentações de cantaria, janelas, nichos, pagodes, budas, lanternas e esculturas, de diferentes partes do Mundo, culturas e épocas. A visita inclui ainda uma prova de Vinho da Madeira. Almoço num restaurante da Marina do Funchal. De tarde, teremos a oportunidade de visitar o Mercado dos Lavradores. Em horário (vários) e local indicado transporte no Autocarro do Hotel para a unidade. Tempo livre para usufruir das infra estruturas do hotel, ou então fazer outros passeios ou visitas ou compras. 19h30 – Transporte ao restaurante típico, onde teremos a nossa NOITE TÍPICA MADEIRENSE a qual inclui um delicioso Menu de Espetada à Madeirense, Fado, Folclore e ainda uma música para dançar. Finda a festa regresso ao hotel e alojamento.
4º DIA – MADEIRA / LISBOA Pequeno-almoço buffet no hotel. Check Out e colocação das bagagens no Autocarro. Saída em direcção a Santana. O nosso passeio de hoje começa na Vila da Camacha onde faremos uma pausa para visitarmos a Fábrica de Vimes, com uma vasta exposição de artigos feitos em obra de vime. Seguimos até ao Pico do Areeiro, o 2º mais alto da Madeira e se o dia estiver limpo poderemos até conseguir ver o Pico Ruivo, sendo este o mais alto da ilha. Continuamos até ao interior da ilha até ao Ribeiro Frio onde será feita uma paragem para poder visitar o Parque Florestal e os viveiros de trutas. Neste local poderá observar um pouco da flora madeirense denominada “Laurissilva”, considerada pela UNESCO Património Mundial. Seguimos agora até ao Faial pela estrada das Cruzinhas, para o almoço num restaurante bastante agradável. Após a refeição seguimos até Santana, vila muito conhecida pelas casas típicas, com o telhado feito de colmo. Seguimos pela Portela, por onde podemos observar magnificas vistas sobre o Porto da Cruz e a rocha da Penha D’Águia, até ao Machico – breve paragem. Machico, é uma cidade onde segundo a lenda, desembarcaram os 1ºs navegadores que chegaram à Ilha. Ao final da visita será servido um chá ou café. Em hora a estabelecer localmente, condução para o Aeroporto para iniciarmos o nosso embarque de regresso ao Continente. Descolagem em Voo SATA (S4 466 Y às 21h45m) directo a Lisboa (Terminal 1). Chegada ao Aeroporto da Portela, desembarque, recolha de bagagens e fim dos nossos serviços. Ficamos a aguardar o seu contacto. Estamos certos que teremos a sua companhia. UPFC Fotos de http://www.madeiraislands.travel/

Resistente

Velha árvore "tentacular", no caminho do rio, que continua a resistir aos invernos e à solidão. Foto de A. Domingos Santos

segunda-feira, 29 de março de 2010

DOMINGO DE RAMOS NO COLMEAL

. Celebrou-se ontem o Domingo de Ramos com o qual se inicia a Semana Santa. Na liturgia católica, o Domingo de Ramos relembra, primeiro a entrada triunfal de Cristo em Jerusalém, depois a sua paixão e morte para que, na Páscoa passagem próxima, se possa celebrar a ressurreição, e a ela ter acesso.
Tratando-se de dois actos litúrgicos interligados, são proclamados dois evangelhos. No primeiro, lido antes da bênção dos ramos, recorda-se a já referida entrada de Jesus na Sua cidade, montado num burrinho em sinal de humildade, e sendo aclamado pela multidão que lhe atapeta o chão e o saúda, com vestes, folhagens e ramos de árvore, gritando “Rei dos Judeus” e “Hosana, ao filho de David! Bendito seja o que vem em nome do senhor! …” É em memória deste acontecimento que os participantes na celebração se fazem acompanhar de ramos tradicionalmente constituídos por louro, alecrim e oliveira ou por grandes pernadas de loureiro, que alguns enfeitam com laranjas e outros frutos. No segundo evangelho, lido no decurso da missa, assiste-se à narração do julgamento e condenação de Cristo à morte na cruz, exigida precisamente pela mesma multidão que dias antes O tinha aclamado e proclamado rei. Há dois mil anos como hoje, a manipulação, a traição ou o simples adormecimento, quantas vezes de familiares e amigos, a produzirem efeitos atrozes e devastadores! Envolvendo a celebração festa e drama, alegria e tristeza, os paramentos que o celebrante e os seus acólitos usam costumam ser vermelhos na bênção dos ramos, roxos na missa.
O rito é semelhante em muitas paróquias do interior. Feita a bênção dos ramos junto a uma capela afastada ou em outro lugar, segue-se uma procissão até à igreja, onde se celebra a eucaristia como habitualmente.
No Colmeal, a cerimónia do Domingo de Ramos costuma ser muito concorrida, apenas a do Bodo ou da “Festa” a excedendo em afluência, o que poderá ficar a dever-se a uma apropriação algo cultural e profana do evento. As fotografias, que datam de 1997 a 2009, ilustram sobretudo a bênção dos ramos. Esta é feita junto ao Centro de Dia, onde, no lugar que ocupa, existia uma capela dedicada a S. Nicolau. É aí que as pessoas se reúnem, e aproveitam para conviver enquanto aguardam a chegada do celebrante. A exuberância dos grandes ramos, este ano já um pouco diminuída, e os comentários que suscita transformam os seus portadores nos protagonistas da espera.
Chegado o sacerdote ou um leigo em sua substituição, procede-se à leitura do primeiro evangelho e, logo depois, à bênção dos ramos que os fiéis levantam enquanto o celebrante os asperge com água benta.
Segue-se a procissão até à igreja. Como supostamente na vida, a procissão é hoje integrada do ponto de vista do género, e já não formada por duas filas muito alinhadinhas de homens de um lado e mulheres do outro, como há uns anos.
O refrão bisado do cântico que os crentes entoam, sobressaindo as vozes femininas que todos conhecemos (obrigada!), é uma declaração de fé: “Hosana, Tu reinarás/ na cruz Tu nos salvarás!”
A missa é mais ou menos envolvente, como todas, conforme o celebrante. O Cónego André de Almeida Freire, natural da localidade, costuma fazer uma leitura partilhada e dialogada do evangelho segundo S. Lucas, dizendo ele as falas de Jesus, a Catarina as do narrador e o Tiago as dos restantes intervenientes no julgamento e condenação à morte de Jesus. Resulta muito vivo e comovente. Talvez também porque o evangelho segundo S. Lucas é considerado muito sensível (seria médico); e pictórico, acrescento eu.
Na homilia, o/a celebrante costuma lembrar que Jesus se entregou à morte por incompreensível e infinito amor aos homens, e para os salvar e redimir do pecado e da morte pela ressurreição. Um cântico de amor, chamou este ano à paixão e morte de Cristo o Padre André! Lembra, ainda, que crer na morte e ressurreição de Cristo, é crer no mistério central da fé cristã. Um pouco a despropósito, aproveito para agradecer: aos celebrantes, sacerdotes ou não, que fazem o esforço de subir até ao Colmeal, acompanhando o curso do Ceira ou percorrendo a serra, para connosco celebrar o Domingo de Ramos, a Páscoa, a liturgia dominical ou a despedida de algum ente querido; aos grupos de leigos que asseguram a visita Pascal, mantendo viva a tradição do anúncio da Ressurreição, para que os fiéis nela creiam; aos praticantes que animam a missa, cantando ou a ela ajudando; aos que, no âmbito da igreja católica instituição, lutam pela actualização dos princípios e práticas que potenciarão a sua acção a favor das pessoas e da sociedade. Lisete de Matos Açor, Colmeal, 29 de Março de 2010.

Pedras

Foi um moinho. O moinho da Quinta. Uma cheia repentina transformou-o neste amontoado de pedras. Em tempos muito grão moeu. Tudo organizado como se pode constatar pela listagem que aqui vos trazemos. Cada um sabia as horas a que tinha direito. Recordemos alguns dos nomes. Acácio Mendes da Veiga, António Marques da Costa, Alfredo Alves Caetano, Adriano Bráz de Oliveira, José Elias, José Santos Ferreira, José Antunes de Almeida, Joaquim Nunes Pinto Herds, Manuel da Fonte Herds, Manuel Braz da Costa Jr, Maria Preciosa Henriques. Manuel da Fonte Herds tinha o maior quinhão - 36 horas. Adelaide Martins Mendes, apenas duas. Ao passarmos pela Quinta ficamos tristes com o que vemos. A propriedade privada do moinho tem sido como que um travão para que esta memória do passado seja de novo recuperada. Quando há poucos anos Manuela Costa tomou a iniciativa e deitou mãos à obra nenhum dos seus "donos" se levantou a colocar obstáculos e a exigir o que quer que fosse. Estamos convencidos que os herdeiros das "horas de utilização do Moinho da Quinta" não se oporão a que se tome a iniciativa de o reconstruir e pôr de novo a funcionar. Há que avançar! Documento cedido por Albano Neves Silva

Mimosas

Foto de A. Domingos Santos

domingo, 28 de março de 2010

Trabalho nocturno

Depois de um dia de trabalho duro, José Álvaro Domingos ainda teve disposição para ir fazer duas covas no Parque "Os Pioneiros" para as cerejeiras que seriam colocadas por ocasião do Dia Mundial da Árvore, que se comemorava no dia seguinte. José Álvaro é o Presidente da Delegação da União Progressiva no Colmeal, desde a Assembleia-Geral de 28 de Março de 2009. Tem um historial já longo nas lides do Regionalismo. Foi eleito para o primeiro cargo na União em 31 de Março de 1984 como Tesoureiro da Delegação. Durante estes vinte e seis anos chefiou a Delegação entre 23 de Junho de 1990 e 25 de Fevereiro de 2005, data em que passou para a vice-presidência da Direcção. Sempre prestável, sempre disponível, o José Álvaro Domingos é um exemplo a seguir. Fotos de Artur D. da Fonte

sábado, 27 de março de 2010

Receitas da Freguesia do Colmeal

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Bolo de Café
- 3 Chávenas de açúcar - 3 Chávenas de farinha - 3 Ovos - 1 Colher de chá de bicarbonato de sódio - 1 Colher de chá de fermento
- Café de cevada q.b. Ligue o forno a 180 º C. Unte um tabuleiro e polvilhe-o com farinha.
Misture os ovos, o açúcar, a farinha e o bicarbonato de sódio e mexa bem.
À parte, faça o café de cevada, retire a parte mais líquida e deixe a parte que contém as borras.
Acrescente a parte do café com as borras, ao preparado anterior e mexa bem.
Envolva bem e disponha a massa obtida, no tabuleiro.
Leve-a a cozer durante 30 minutos.
Decorrido o tempo, retire o bolo do forno e desenforme-o. Corte aos quadrados e envolva-os em açúcar. A receita apresentada (Bolo de Café) foi disponibilizada por uma anónima residente no Colmeal

METRO - OBRAS GARANTEM LINHA MAIS 100 ANOS

“Afinal não é só mudar carris...”
Mostrar a dimensão do que já está feito, foi o objectivo da visita. Na próxima semana será lançada a empreitada Portagem-Coimbra-B. Álvaro Maia Seco promete uma “semana excitante”. A visita às frentes de obra no troço Serpins-Miranda do Corvo e Miranda do Corvo-Alto de S. João deixou à vista as implicações do Sistema de Mobilidade do Mondego. Álvaro Maia Seco, presidente do conselho de administração da Metro Mondego, considerou a iniciativa um “acto simbólico” que “mostrou às pessoas o que já aconteceu”, pois a obra “é muito mais do que mudar carris”. A intervenção ao nível dos taludes, das pontes, dos túneis permitirá que “a linha exista durante mais 100 anos”. Apoiante desde a primeira hora do projecto do Metro, Fernando Carvalho, presidente da Câmara Municipal da Lousã, vê “com grande satisfação” cada capítulo das obras e particularmente “a dimensão que já atingiram no troço no concelho da Lousã”. No capítulo do financiamento, Fernando Carvalho desconhece qualquer problema e contrapõe que os três concelhos “têm apoiado as pontes sobre o Douro ou sobre o Tejo, além de outros projectos a nível nacional”, pelo que em sinal de solidariedade “merecem o investimento que está a ser realizado” no Sistema de Mobilidade do Mondego. A intervenção urbanística no Casal do Espírito Santo serve de exemplo às alterações que a Câmara da Lousã tem em agenda. Fátima Ramos, presidente da Câmara de Miranda do Corvo, salienta as consequências positivas do novo interface. “A Câmara pegou no projecto de regeneração urbana e através dos fundos comunitários está a requalificar a Rua Mota Pinto, construindo a nova Praça Fausto Correia e o novo centro educativo”. A nova centralidade da vila reflecte a colaboração entre a Metro Mondego, Refer e autarquia. Por outro lado, as duas empreitadas já no terreno estão a decorrer de acordo com o previsto e na próxima segunda-feira, explica Álvaro Maia Seco, “será lançada a empreitada entre a Portagem e Coimbra-B no valor de 11 milhões, ficando apenas por lançar a empreitada entre S. José e a Portagem, que se atrasou um pouco, mas que será lançada daqui a dois meses”. Na próxima semana, acrescenta, serão conhecidas as empresas candidatas à execução do sistema de telecomunicações. E não só. “Nas próximas semanas será ainda mais excitante porque vão começar as intervenções na envolvente das estações. As pessoas vão perceber melhor o que está em causa”, disse. “Cumpri o essencial” Convidado a analisar a AG da próxima semana, Álvaro Maia Seco afirma que cumpriu “o essencial” daquilo a que se propôs há três anos e confessa que gostaria de assistir, “como presidente ou não, ao acto simbólico da colocação do primeiro carril”. A continuidade na presidência do CA da Metro Mondego “depende” da vontade do secretário de Estado e do próprio Álvaro Maia Seco. “É necessário que a minha visão do que é preciso fazer nos próximos três anos, coincida com a visão do senhor secretário de Estado”, conclui.
Mário Nicolau, Diário as Beiras de 24 Março 2010

Vendaval (2)

Caminho Alfredo Alves Caetano. Inaugurado em 9 de Agosto de 2009. Foto tirada dia 20 de Março de 2010, por A. Domingos Santos

terça-feira, 23 de março de 2010

Limpar Portugal

No sábado passado e apesar do tempo chuvoso os participantes compareceram para ajudar a "Limpar Portugal". A população da freguesia do Colmeal, apesar de maioritariamente envelhecida, não deixou de participar e do Largo D. Josefa das Neves Alves Caetano, após as instruções do seu Presidente da Junta, partiu para os locais previamente assinalados para a recolha do lixo.
Na povoação da Malhada, a viatura cedida pela Câmara Municipal de Góis, aguardava pelos sacos que os voluntários iam trazendo.
Outros pontos serviram para concentração provisória dos lixos para recolha posterior pelas viaturas camarárias.
De novo no Colmeal, a equipa que trabalhou na zona da Malhada, posa para a fotografia com a satisfação evidente do dever cumprido. A União Progressiva foi uma das colectividades regionalistas da freguesia que esteve presente nesta iniciativa. Fotos de A. Domingos Santos

Vendaval passou...

Vendaval passou Nada mais resta... Tony de Matos (1924-1989) Foto de A. Domingos Santos

segunda-feira, 22 de março de 2010

Dia Mundial da Árvore

No passado domingo, 21 de Março, comemorou-se o Dia Mundial da Árvore. A União Progressiva da Freguesia do Colmeal associou-se ao acontecimento e colocou duas cerejeiras no Parque "Os Pioneiros". José Álvaro Domingos, Manuel Martins dos Santos e Artur Domingos da Fonte, dirigentes da colectividade, demonstram a sua satisfação por este gesto tão simples mas de grande significado. Fotos de A. Domingos Santos

A Primavera chegou

Foto de A. Domingos Santos

Escola do Colmeal

Reconstituição da antiga escola do Colmeal num belo trabalho em madeira executado pelo Artur Domingos da Fonte. Se olharmos pela janela podemos ver "a menina dos cinco olhos" em cima da secretária da professora. Fotos de A. Domingos Santos

sexta-feira, 19 de março de 2010

Chá e simpatia

Estamos habituados a vê-la beber chá e podemos garantir que a chávena não continha qualquer outra bebida dissimulada. Estamos habituados à sua presença nos vários eventos que a União Progressiva vem realizando, quer sejam caminhadas, excursões, piqueniques, almoços ou nas festas no Colmeal. Sempre com o seu sorriso simpático e afável, cativando quem com ela priva. Maria Lucília Domingos Pinto Carreira da Silva deu os seus primeiros passos pelo Regionalismo na extinta Comissão de Juventude. Em 18 de Março de 1973 foi eleita com António de Almeida Bráz, Maria Antonieta Fontes de Almeida, Aurora Henriques Bráz, Margarida Adelaide Granjo dos Reis e Ana Paula de Oliveira Barata. Quando António dos Santos Almeida (Fontes) liderava a Direcção e Manuel Martins da Cruz a Assembleia-Geral. De todos quantos foram eleitos nessa A.G. apenas Maria Lucília e o actual presidente da Direcção, António Domingos Santos, ao tempo 2º Secretário da Assembleia-Geral, se mantêm "activos". De 18 de Março de 1978 e até 28 de Março de 1981, Maria Lucília desempenhou o cargo de 2º Secretário na Direcção de Fernando Marques Neves. Passou para 1º Secretário da Assembleia-Geral com Fernando Pinto Caetano em 26 de Março de 1983 e assim se manteve até 25 de Junho de 1988. Após um interregno o seu nome voltou a integrar a lista dos dirigentes que foram eleitos na A.G. de 26 de Junho de 2003 - Relator do Conselho Fiscal, trabalhando com António Ferreira Ramos e António Costa. A partir de 25 de Fevereiro de 2005 passou a presidir ao Conselho Fiscal e tem dado um contributo valiosíssimo à Direcção, com a sua presença e disponibilidade constantes. Queremos continuar a vê-la tomar o seu chá e a irradiar a sua simpatia nas nossas realizações. Foto de F. Carreira da Silva Arquivos da UPFC

Zonas de Intervenção Florestal

Não deixe de estar presente nesta Acção de Informação que se realizará no próximo dia 3 de Abril, às 14 horas na Sede da Junta de Freguesia do Colmeal.
UPFC

Canoagem no Ceira

Saudamos o Quinzenário "O Varzeense" na passagem do seu 47º aniversário e que neste número nos deu honras de primeira página com a Canoagem no Ceira, recentemente realizada. Para todos os que trabalham e colaboram neste jornal do concelho de Góis enviamos os nossos mais sinceros parabéns. UPFC
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quinta-feira, 18 de março de 2010

quarta-feira, 17 de março de 2010

Plante uma árvore

Um dos objectivos do mais recente projecto da Comissão Europeia é incentivar os portugueses a "criarem raízes" com as florestas nacionais. Serão plantadas cerca de dez mil árvores em cem municípios do continente. A iniciativa "Plante uma Árvore", que decorrerá até ao próximo dia 21, encontra-se inserida na comemoração do Ano Internacional da Biodiversidade. Segundo a representante da Comissão Europeia em Portugal, Margarida Marques, "O número de árvores que vão ser plantadas é simbólico. O que queremos transmitir com esta iniciativa é a urgência de os portugueses começarem a tratar e preservar as florestas nacionais. Para combatermos as alterações climáticas, não chega plantar árvores. temos de criar as condições necessárias para que possam crescer e reproduzir-se naturalmente. E isso só conseguimos através da cooperação de todos os portugueses." É urgente que todos estejamos sensibilizados para combater as alterações climáticas. Plantar árvores não será suficiente, mas a floresta é um bem essencial para a qualidade de vida de todos nós.

domingo, 14 de março de 2010

Caminhada

O ano passado foi simplesmente espectacular e muito participada a caminhada que nos levou "Pelos trilhos do vento e da solidão". As comissões de Aldeia Velha, Malhada e Soito colaboraram com bastante entusiasmo e muito contribuíram para o sucesso que se verificou nesta iniciativa. Este ano e será já no próximo dia 1 de Maio, vamos voltar aos nossos trilhos antigos. Partindo do Largo D. Josefa a caminho das Seladas seguiremos pela estrada velha até ao Sobral. Depois continuaremos até ao Vale de Asna onde esperamos visitar as instalações e se possível apreciar o queijo ali produzido. Segue-se a Mimosa, Saião e de novo Sobral, antes de voltarmos à estrada velha para nos reunirmos no almoço-convívio que nos vai esperar no Parque de Merendas nas Seladas. A Delegação da União Progressiva no Colmeal tem estado a manter os contactos indispensáveis com a Junta de Freguesia para o necessário apoio e colaboração pois alguns dos caminhos, que não têm movimento, estão a carecer de limpeza. Brevemente daremos mais pormenores sobre esta caminhada, que à semelhança da do ano passado, espera que surja um padrinho ou uma madrinha para lhe dar um nome. Faça a sua sugestão e colabore connosco enviando-nos um comentário com um nome para a caminhada. A nossa Delegação no Colmeal e até ao dia 20 de Abril aceita inscrições que terão um valor simbólico de 7,50 euros. UPFC Fotos de Francisco Silva