quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Caminhada pelos trilhos antigos

O ano passado foi assim...

Como nos anos anteriores, a União está de novo a preparar uma caminhada pelos trilhos antigos.
Nos contactos pré-estabelecidos nota-se grande entusiasmo. Já há "exploradores" a tentar desvendar os mistérios desses caminhos, antigamente tão calcorreados e agora tomados de assalto pelas silvas e a evidenciarem os efeitos das intempéries.
Esteja atento ao nosso blogue porque iremos dando notícias.

UPFC

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

COLMEAL - Mostra e venda de artesanato e produtos locais

No Colmeal, face à sua localização, no fim-de-semana da Páscoa vai poder adquirir artesanato ou produtos regionais numa mostra que se pretende ser a primeira de várias. António Duarte, presidente da Comissão de Melhoramentos do Soito, expressou recentemente no blogue da União Progressiva “uma ideia que considera ser útil numa perspectiva de luta contra a desertificação em que todos estamos empenhados – a realização de feiras/mostras tendo em vista o escoamento de alguns produtos locais. A actividade económica na freguesia está muito reduzida e em grande parte motivada pela idade já avançada da maioria da população residente. No entanto, alguns ainda vão teimando em produzir mel e queijo, fazer tapeçaria ou tecidos em lã, construir pequenas casas de xisto ou ainda amanhar courelas de onde retiram os seus produtos agrícolas tratados com muito amor. Alguns dos poucos jovens que ainda vivem nas nossas aldeias vêm produzindo igualmente peças de um artesanato diferente, mais moderno, fruto da globalização e também ele com grande procura. Nas povoações do Soito e do Sobral já foram dados os primeiros passos com mostras como a que agora se pretende efectuar no Colmeal. Também aquando de algumas realizações da União Progressiva, como a canoagem, as caminhadas e há pouco tempo o magusto nas Seladas, se verificou apreciável interesse por produtos como o mel, o queijo de cabra e a aguardente de medronho com mel. Aliado ao interesse em mostrar o concelho de Góis, a freguesia do Colmeal e as suas paisagens, a sua gastronomia e as suas gentes, a União Progressiva tem privilegiado a divulgação dos produtos locais junto dos associados e de todos os que nos visitam, pelo que de imediato expressou a sua concordância a esta ideia e tudo fará para que ela seja coroada de êxito. É fundamental e imprescindível que as restantes Comissões da freguesia e a própria Junta se associem a esta manifestação que visa dinamizar e encorajar os nossos artesãos. O interesse é de todos e este evento pode/deve ser encarado como um motor que visa dotar de alguma esperança os residentes na freguesia. É imperioso sensibilizar os nossos conterrâneos e associados para a sua presença neste fim-de-semana mais alargado e para que adquiram produtos cuja proveniência é de todos conhecida. E levar uma peça de artesanato, um frasco de mel ou uns queijos para oferecer aos amigos é uma maneira simples e simpática de divulgar os nossos produtos. Temos que ser nós, devemos ser todos nós e pelos meios que estão ao nosso alcance, a divulgar, a dar a conhecer o que de bom temos nas nossas terras, nas aldeias que nos viram nascer. Venha estar connosco nesta mostra. Ajude-nos a divulgar os nossos produtos e a nossa freguesia. Os nossos artesãos esperam por si!
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UPFC

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Com o tempo...


Ainda os anos sessenta do século passado não tinham chegado e ali estava ele, em pose, como se de um corredor de automóveis se tratasse, junto a uma velha estrela que terá sido dos primeiros carros a chegar até ao Colmeal.
O local é o do estacionamento habitual. Largo da Fonte como se chamava nesse tempo.
E olhando para a fotografia, das duas uma. Ou o carro é muito grande ou o "corredor" ainda é muito pequeno.
Mas os anos vão passando. O carro já deixou de ser grande. E o jovem deixou de ser pequeno.
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Ultrapassada a fasquia dos cinquenta mantém uma jovialidade invejável. Filho de um "Homem da União", o saudoso Manuel da Fonte, Artur Domingos da Fonte está sempre disponível para ajudar naquilo que for preciso.
Eleito pela primeira vez em 12 de Abril de 1980 como Vogal na Direcção liderada por Fernando Marques Neves.
Mantém-se até 1983 e regressa em Fevereiro de 1988 integrando uma Comissão Administrativa para gerir os destinos da Colectividade que, por essa altura, atravessava um período menos bom. Poucos meses depois, em Junho, verificada a normalidade de funcionamento, é eleito 2.º Secretário na Direcção comandada por Henrique Brás Mendes.
Em Junho de 1990 ascende a Vice-Presidente e em Maio de 1992 passa a presidir ao Conselho Fiscal. Em Março de 1994 regressa à Direcção como Tesoureiro.
Em Janeiro de 2006 e a solicitação do actual Presidente da Direcção aceita regressar ocupando ainda hoje o lugar de Tesoureiro. No período em que esteve afastado nunca deixou de colaborar nas realizações da União tomando a seu cargo a organização dos eventos desportivos.

UPFC

Ciclovia no Colmeal



A estrada Rolão-Colmeal, num esforço meritório da Câmara Municipal de Góis, tem vindo a ser alvo de frequentes beneficiações. Destacamos o pavimento colocado há poucos anos, a limpeza efectuada ao longo do seu traçado e os rails de protecção nas zonas de maior perigosidade.
Mas destacamos também e pela negativa a exagerada profundidade das valetas, nomeadamente em sítios onde a estrada obriga a maior cuidado. Um resvalamento deixará a viatura em muito mau estado se não forem outras e mais graves as consequências. Verifica-se que de cada vez que é colocada uma camada de betuminoso na estrada, esta fica mais estreita e as valetas mais fundas. Mas numa intervenção seguinte volta a acontecer o mesmo. Como cada vez vai ficando mais estreita, isso permite-nos admitir que tudo se prepara para que a freguesia do Colmeal venha a ter a primeira ciclovia do concelho de Góis. Será mesmo?!...

UPFC

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Praia fluvial do pontão



O rio corre devagar acompanhando as voltas do seu traçado de séculos. Pouca água. A época estival cada vez mais longa. As chuvas vão rareando. Por vezes, quando aparecem como que zangadas ou um pouco desnorteadas, provocam alguns estragos.
O pontão. Tantas vezes atravessado. De cá para lá, de lá para cá. Que o digam os que vinham para a escola e que retornavam a casa para voltar no dia seguinte. Que o recordem todos aqueles que por ali passavam, com frio, com chuva, com vento, com neve ou apenas geada.
Lá vai o tempo em que as pessoas cuidavam dos seus bocaditos que agora estão "de relva" e se vêem na foto à direita. Apenas umas couvitas nos asseguram que ainda há quem vá passando por ali.
E a água vai correndo de mansinho, sem sobressaltos, no seu cantar melodioso. Local aprazível que certamente merecerá a atenção dos responsáveis locais e concelhios. Se queremos atrair pessoas às nossas aldeias teremos que lhes proporcionar locais, em que com pequenos investimentos, estes se tornem apelativos. A nossa região é riquíssima em recantos que cativam facilmente quem nos visita.
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Antigamente, quando não havia electricidade e a máquina de lavar era uma miragem, a roupa era lavada no rio. Água corrente, límpida, transparente, cristalina. Onde havia pequenos peixes que vinham dar turras nas pernas. Roupa batida nas pedras e corada ao Sol. Estendida pelas pedras e pela vegetação, como que expostas numa montra.
Numa fotografia de 1952, aqui recordamos Maria Alice Domingos e a mãe Maria José Henriques. No meio, Urbana Henriques. Felizes e contentes em ambiente saudável.

UPFC

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Colmeal – duas linhas

Com este título lemos recentemente na imprensa regional – Jornal de Arganil, um artigo de opinião rubricado por Francisco Silva. Tendo por base duas entrevistas dadas pelo senhor Presidente da Câmara de Góis, vem Francisco Silva manifestar a sua preocupação, que consideramos legítima, pois não encontra nelas referências a quaisquer projectos que possam estar a ser trabalhados para esta freguesia. Com educação e bom senso, como pede o senhor Presidente e como parece ser a postura deste cidadão, apenas vem trazer ao leitor/assinante o modo como leu e interpretou as duas entrevistas a que alude e naturalmente dizer do seu desencantamento. “Intervenientes e críticos”, solicita o senhor Presidente. A crítica construtiva é sempre (deveria ser) bem recebida e a introdução de algum humor não poderá ou não deverá ser mal entendido. Muitas vezes há demasiados críticos (alguns deles estão “profissionalizados”) e muito poucos intervenientes. Nenhuma comissão de melhoramentos ignorará o apelo feito, honrando o papel que desempenharam no passado, e que agora está a ser recordado na passagem dos oitenta anos do regionalismo. As comissões de melhoramentos estão sempre interessadas no desenvolvimento das suas aldeias, em colaborar, e em ajudar, mas dão-se conta de que por vezes não as querem ouvir ou que se tornam incómodas. Comentários e interrogações sobre determinadas aplicações e projectos de utilidade menos evidente ouvem-se às vezes e nos locais menos indicados. Mas quem se digna participar e ir a reuniões públicas na Câmara ou na Junta? Aquilo que para muitos, bem informados ou não, deveria ter andamento, não anda. Informação e presença de responsáveis nas nossas aldeias é fundamental, é imprescindível. O desânimo nas pessoas de idade ouve-se naquelas palavras nossas conhecidas “… já não vale a pena…”. Aqueles que ao longo das décadas saíram das suas terras à procura de melhores proventos já não estarão em condições de voltar para investir. Quando regressam procuram desfrutar do sossego das suas aldeias e esperar, sem qualquer política de aproveitamento e entretenimento de tempos livres, que um dia a linha de partida se confunda com a de chegada. Sabemos que o senhor Presidente da Câmara Municipal de Góis tem um carinho muito especial pelos idosos. Uma área de trabalho que poderá ser melhor explorada com o envolvimento da Câmara, Junta de Freguesia e comissões de melhoramentos. Nos grandes centros e em determinadas freguesias, nota-se uma actividade constante com os idosos e envolvendo uma grande participação. Não se tratará de reinventar a roda, mas fazer algo de parecido. A União Progressiva da Freguesia do Colmeal tem vindo de há tempos a esta parte a direccionar a sua actividade para as áreas social e cultural, de lazer e entretenimento e vem apostando na divulgação do concelho com resultados que poderemos considerar francamente positivos. Com todas as mudanças que se vão vivendo na sociedade e também no regionalismo, será esta uma pequena parte da nossa contribuição para que o concelho de Góis se mantenha vivo. E por favor, não minimizem o trabalho das comissões de melhoramentos. A. Domingos Santos 17Fev2008

ESTÓRIAS DO COLMEAL (VI)

E... FORAM FELIZES PARA SEMPRE!!! Brian acordou. Encontrava-se deitado, debaixo de uma Oliveira. Que Oliveira tão linda! Oliveiras assim, só no Colmeal se encontram, com folhagem miudinha, de uma cor verde única. Uma folhagem bem fechada, como a preservar a Paz que simboliza. Sentiu o cheiro da terra, ainda molhada com o orvalho da madrugada – um orvalho cheio de mistério! Tão brilhante, formado por gotas que pareciam pérolas. Pérolas que pareciam ter saído dalgum colar, do pescoço de uma bela Dama... Levantou-se, olhou à sua volta e pensou “que sorte, viver num sítio tão belo”; “que sorte a dele, poder apreciar a Natureza à sua volta, assim em paz” (sem ninguém a perturbá-lo). Ouviu um ligeiro “sussurrar”: era o vento, um vento a acariciar-lhe o rosto - um vento que parecia murmurar, baixinho, palavras de amor... Deslizou o olhar até ao rio... ainda se via o nevoeiro... ”Poderia haver espectáculo mais lindo do que aquele?” - O Nevoeiro, beijando suavemente as águas do rio, como um manto de algodão doce, ou... como um “monte de farófias” (ele era guloso!). Aquele nevoeiro já não iria subir (já não iria “levantar-se”). O céu estava azul, de um azul compacto, impenetrável. Aproximava-se um belo dia de calor! - O Nevoeiro deixar-se-ia envolver no seio das águas cristalinas do rio Ceira. O Sol, ainda escondido atrás dos montes, estendia já os seus raios - iluminando toda a paisagem - e afagou Brian, como num abraço ameno. Todo o seu Brilho, todo o seu Esplendor... viriam mais tarde – “O Sol do Meio-Dia”! - Que Sensação de Alegria! Quão maravilhoso! O espectáculo do NASCER DO DIA! ________________________________________ Brian, depois de respirar bem fundo e de encher o seu peito com aquele ar tão puro, tão leve, sentiu-se cheio de força, de ânimo, de vontade e decidiu dar início ao seu dia. Seria mais um dia com uma ida ao Colmeal, como habitualmente, onde estariam os seus amigos no “Largo da Fonte”, para... Claro... para mais um dia de diversões e conversações atrevidas! Luxos só para solteirões! Começou a descer o monte, em alegre correria. Chegou à Ponte, desceu até à beira-rio (como era seu costume), ajoelhou-se para lavar a cara com aquela água fresquinha e viu a sua imagem reflectida nas águas transparentes: - “Que estranho, a sua cara estava diferente... parecia arranhado. Também estava desgrenhado, com os cabelos em pé”. Só então reparou nas suas roupas: estavam um pouco rasgadas. E os seus braços tinham também alguns arranhões - Ele não era homem de brigas - Certamente, teria tropeçado na noite anterior, ao subir a Serra, depois de ter deixado os seus amigos, lá no Colmeal. Lembrava-se bem, de se ter deitado debaixo da oliveira... e de ter adormecido imediatamente. “E aquele medo das Bruxas que os seus amigos tinham sentido??!!” Sorriu-se, de certo modo constrangido. “Eles tinham ficado mesmo assustados”. Sorriu novamente. Porém... sentiu um Arrepio: lembrou-se de ter sonhado... a) Olhou outra vez para as águas do rio (que eram o seu espelho). Agora que se tinha lembrado do sonho, não conseguia esquecê-lo. Teria sido mesmo um sonho, apenas? Começou a ter uma sensação de Solidão, uma sensação de Vazio, bem no interior do seu peito: - “Ele estava Só”, “Ele vivia Só”, “Vivia apenas para os Bailaricos. Jantaradas. Festas e mais Festas”. Sentiu Novo Arrepio. “E o calor de uma Família? E a alegria de filhos, em redor de uma fogueira? E o AMOR de uma mulher...?” Subitamente, viu à sua frente aquela moça do Colmeal. Aquela moça de profundos olhos castanhos – olhos que faziam sonhar... sonhar com AMOR... sonhar com carinho, com partilha. Partilha da Beleza. Partilha da Natureza. Enfim... Partilha da Vida na Alegria e na Tristeza. - “Não! Ele estava a “deixar-se apanhar pelas Bruxas”. Não! Tudo não passara de um sonho! A moça, nem estava ali! Ele já estava a imaginar coisas!” - Retomou o seu caminho em direcção ao Colmeal. Ah! Lá estavam os seus amigos! Lá voltariam as conversas! Mas... desta vez, os seus amigos olharam-no de forma estranha: - “Porque não tinha aparecido antes? O que lhe tinha acontecido?” Perguntaram-lhe os amigos, com os olhos muito abertos, como se estivessem a olhar para um Brian diferente. Novo Arrepio – “Afinal, (explicaram-lhe os amigos, para grande espanto seu), ele estivera desaparecido durante vários dias, desde aquele episódio...” Eles nem queriam falar em pormenores. Mas Brian lembrava-se bem – ele tinha proferido as palavras misteriosas, para prender as... (nem ele próprio já queria pensar nisso...) E... naquele preciso momento, por ali passou... a moça dos olhos castanhos (ele estava a “vê-la”: esvoaçando sobre o algodão doce... sobre as nuvens... sobre o Rio...). Brian estremeceu, ele não queria acreditar. “E a sua liberdade? Teria sido mesmo um Sonho, somente… naquela noite... debaixo da Oliveira?” Sentiu uma força avassaladora que o impelia na direcção da moça. Correu para ela, como se “comandado” por alguma Força Superior. Não conseguiu resistir. Obedeceu. Frente a Frente, trocaram algumas palavras, e... olhares... olhares, que muito mais diziam do que milhões de palavras. Poucos meses passados, realizava-se um Casamento no Colmeal!!!! E... FORAM FELIZES PARA SEMPRE!!! _____________________________ Claro, se assim não tivesse acontecido, não estaríamos aqui e agora: - uns a “escrever estórias” - outros a ler, divertidos - outros a pensar: “Tenho de visitar o Colmeal... Sentir o cheiro da terra... Tocar nas águas do Rio Ceira... Sentir o vento na cara... Ouvir o seu silêncio, no alto da Serra... Entrar na Aldeia e perscrutar os Olhares das Gentes” Abraços de Ana, Badana, Rabeca, Susana _____________________________________________
Notas finais: That will shake the unmarried bachelors’ hearts. …It’s meet that the date of its passing I write, …She takes the pen while my head was troubled …The moment that she was writing the date, …From my dream I awoke and my eyes I cleared a) _______________________ b) A chrithfeadh a gcroí ins na críonnaigh aonta ...Bliain an achta so is maith é a scríobh dúinn …Glacann sí peann ‘is mo cheannsa suaite …An aga a bhí sí ag scríobh an data, …Scaras lem néal agus réidheas mo shúile a) “THE MIDNIGHT COURT” b) “CÚIRT an MHEÁN-OÍCHE”

Mostra e venda de artesanato e produtos locais no Colmeal

Apesar de a União Progressiva da Freguesia do Colmeal haver manifestado a sua concordância logo após ter recebido e publicado a proposta no blogue, vimos reconfirmar a nossa predisposição para apoiar e ajudar a dinamizar a iniciativa. Esta ideia que já foi ventilada em ocasiões anteriores, tem quanto a nós e como se costuma dizer, pés para andar. Entre todos os nossos colegas da Direcção e da Delegação existe uma sintonia que nos permite avançar. Avançar para a dinamização, sensibilização e encorajamento dos artesãos locais para o interesse que esta mostra possa vir a ter para eles, não desanimando se os resultados iniciais não forem promissores. Não poderemos esquecer que se trata de uma inovação, de uma primeira vez. Avançar igualmente para a divulgação junto da massa associativa que poderá transmitir um sinal muito positivo para o desenvolvimento do trabalho dos artesãos na nossa freguesia ao adquirir os seus produtos. Esta divulgação e dinamização deverá ser feita por todos nós, por todos os meios ao nosso alcance e onde o blogue poderá/deverá ter um papel muito importante. O fim de semana da Páscoa parece-nos bem para uma primeira experiência já que se admite a presença de um número considerável de conterrâneos nas nossas aldeias. A ajuda que a Junta de Freguesia do Colmeal puder dar será crucial para o êxito desta acção. Sabemos que está ao lado dos nossos artesãos e que tudo fará para lhes proporcionar todo o apoio que for necessário. A nossa Delegação irá estabelecer contactos junto de artesãos no sentido de assegurar as suas presenças. A União Progressiva da Freguesia do Colmeal está disponível para ajudar no desenvolvimento desta iniciativa.
UPFC

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

O nosso blogue

Como é do conhecimento de todos os nossos associados e amigos, temos vindo a privilegiar a informação e o contacto com os Colmealenses. Não só através da habitual e insubstituível comunicação social regional – imprensa e rádio, mas também e de há tempos a esta parte, através das novas tecnologias da informação com a criação deste blogue. Face ao trabalho que temos vindo a desenvolver e de que nos orgulhamos, a nossa política de proximidade tem funcionado e com excelentes resultados. Quando surgiu a ideia e depois a decisão de lançar este espaço pretendia-se que ele “fosse de informação e de debate e onde todos pudessem participar livremente expondo as suas ideias e tecendo as suas críticas.” Assim foi durante bastante tempo até que recentemente, comentários menos próprios e de muito mau gosto, começaram a surgir sob a capa do anonimato. Ninguém pede e muito menos obriga a que se identifiquem. A deselegância nas referências aos naturais das nossas aldeias, a falta de respeito para com a comunidade e apreciações de carácter racista e xenófobo entre outras, que consideramos de extremo mau gosto e infelizes, levam-nos a admitir a introdução, não de medidas censórias mas de protecção, que visem continuar a proporcionar a quem nos visita, um espaço limpo e liberto de comentários excrementícios. O que vem sendo esparramado contra o regionalismo e os regionalistas não nos afecta porque a obra desenvolvida ao longo dos anos fala por si. Neste ano de 2008 comemoram-se oitenta anos do regionalismo no concelho de Góis. Basta percorrer as aldeias do concelho e as dos concelhos limítrofes para se apreciar o trabalho desenvolvido. Denegrir esse trabalho é uma tarefa que alguns (não muitos, felizmente) desenvolvem. Pretendemos que o nosso blogue continue a informar com seriedade e que o debate e a troca de ideias seja civilizado e educado. Pela nossa parte, tudo faremos. Contamos consigo! Porque este blogue é para si! António D. Santos

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Parque infantil



No concelho de Góis existem dois parques infantis plantados ou perdidos nas serras.
Este fica na freguesia do Colmeal. Ao Ventoso.
Onde a estrada esteve parada quando ainda era pequeno e brincava.
Onde foram descarregados os paralelepípedos que depois, em carros de bois, chegaram ao Colmeal para o calcetamento das ruas e do largo. Mas depois a estrada continuou e foi até à sede de freguesia. E depois seguiu para outras localidades.
Do parque temos uma linda vista para o Colmeal, para o Soito e para outras aldeias que se encaixam nas encostas distantes.
Mas porquê aqui? Recordo-me de ter lido algures que teve a ver com os incêndios, verbas comunitárias, etc. Será mesmo?

Foto de António Santos

domingo, 17 de fevereiro de 2008

A União vai aos AÇORES



No final do ano passado colocámos neste blogue uma sondagem auscultando a opinião dos nossos visitantes quanto ao destino preferido para uma viagem.
Havia três hipóteses: Açores, Cabo Verde ou Madeira/Porto Santo.
A primeira foi a mais votada. Respeitando essa vontade, aqui estamos a dar-lhe conta de que vamos aos Açores.

Entre os dias 18 e 25 de Maio iremos visitar as ilhas de São Miguel, Terceira, Pico e Faial.

Com todas as refeições (bebidas incluídas), entradas em museus e outros monumentos, excursões várias nas diferentes ilhas, o programa garante-nos uma semana que não mais esqueceremos.

Atendendo ao número limitado de lugares que nos foram concedidos, solicitamos que, se estiver interessado, nos contacte de imediato para saber mais pormenores e fazer a sua reserva.

Através do nosso e-mail upfcolmeal@netcabo.pt poderá saber tudo o que precisa ou, se preferir, através dos habituais números de telefone.

Venha connosco... porque vai valer a pena!

UPFC

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Mostra e venda de produtos regionais e artesanato no Colmeal

Permitam-me que expresse aqui uma ideia que considero ser útil numa perspectiva de luta contra a desertificação em que todos estamos empenhados. Infelizmente na nossa freguesia já não há muita actividade económica, com exclusão da construção civil e do apoio aos idosos, mas ainda temos algumas pessoas que teimam em desenvolver outras actividades e que muitas das vezes têm dificuldade em escoarem os seus produtos. Refiro-me à produção de queijo, de mel, de artesanato de vários tipos (tapeçaria, lãs, casas em xisto e outro) e de alguns produtos agrícolas. No Soito e no âmbito de alguns convívios já promovemos pequenas iniciativas de venda destes produtos, o mesmo acontecendo no Sobral, mas estas são aldeias pequenas, que não têm a centralidade do Colmeal, que como sede da freguesia é o ponto de convergência de todas as aldeias. Face ao exposto penso que, caso a Direcção da União tenha disponibilidade para o efeito, seria uma boa ideia começarmos a promover com alguma regularidade uma espécie de feiras/mostras de venda destes produtos, sobretudo em datas em que um maior número de pessoas aflui às nossas aldeias. Às associações regionalistas (ou associações de aldeia, uma vez que o termos regionalista parece ter alguns anti-corpos), caberia promover o acontecimento junto dos nossos associados para ali se deslocarem e contactar os potenciais expositores/vendedores. E penso que este BLOG, para além de outros meios de comunicação tradicionais, seria um local adequado. Em meu entender a próxima Páscoa seria uma boa data para começar – por exemplo na Sexta–Feira Santa ou no Sábado, uma vez que Domingo temos a visita Pascal. Esta iniciativa só faz sentido se a UPFC aderir e então contactaríamos as outras colectividades para o efeito. Aguardo uma resposta vossa. Mais uma vez os meus parabéns ao Francisco Silva, ao António Santos e a toda a Direcção da União pela qualidade deste BLOG que começa a ser, sem dúvida, um verdadeiro órgão de comunicação local / regional. Cumprimentos e obrigado pela atenção. António Duarte

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Novo Blogue


Após aturado trabalho de pesquisa, compilação e organização aí está um novo blogue com notícias que foram notícia nos anos 60/70.
Será mais um veículo de divulgação das freguesias do Colmeal e dos Cepos, recordando-nos o que se passava há quarenta, cinquenta anos atrás.
O extinto Boletim Paroquial “O Colmeal” que teve o seu primeiro número em Fevereiro de 1960, vai estar de novo connosco, em nossas casas.
Naquele tempo os naturais e oriundos daquelas duas freguesias, que viviam espalhados pelos quatro cantos do mundo, ficaram agradavelmente surpreendidos quando o primeiro número lhes chegou às mãos.
Agora, num trabalho a todos os títulos louvável do nosso associado Henrique Miguel Mendes, poderá reler e recordar essas notícias, esses apontamentos de reportagem e outras notas, através de um simples clique e também nas páginas do jornal bimensal “O Varzeense”.
Procurando através da Internet em http://o_colmeal.blogs.sapo.pt/ encontrará já disponíveis notas sobre os primeiros quatro números e referências à vida de vinte e dois anos deste boletim paroquial.
Consulte este blogue e participe. Faça os seus comentários. Ajude a divulgar a nossa freguesia, as nossas terras, a nossa região.
Contamos consigo!
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UPFC

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

COLMEAL – duas linhas


“O Cadafaz e o Colmeal preocupam-me muito, porque não vejo maneira de promover algo de inovador para estas aldeias” – entrevista de José Girão Vitorino, Presidente da Câmara Municipal de Góis, ao “Jornal de Arganil” – edição de 7 de Fevereiro de 2008.

Numa outra entrevista publicada em 30 de Janeiro p.p. em “O Varzeense”, apenas uma breve referência aos valores das eólicas que revertem para a Junta de Freguesia do Colmeal. Apenas isso. Mais nada.

Continuamos preocupados com este alheamento. As pessoas que vivem na freguesia do Colmeal, as poucas pessoas que ainda vivem na freguesia do Colmeal, aqueles que vão ficando porque os anos já não lhes permitem grandes aspirações a procurar novos rumos, novas vidas, essas pessoas carregadas de anos e de canseiras, o que hão-de esperar dos seus autarcas nesta recta que se aproxima do seu final?
NADA!!! Apenas o esquecimento.

Continuamos a ver nestas entrevistas que o Colmeal não entra nos planos da Câmara. Que o Colmeal não existe. Perguntamo-nos o que se fez? O que se pensa fazer? Porque não se fez? Porque não se faz?
Nada se planeia para a freguesia? O que a Junta de Freguesia do Colmeal propõe não tem sequência? Por ser a freguesia mais distante vamos esquecê-la?
Será que não haverá mesmo nada de inovador para esta freguesia? Sendo a Câmara a grande empregadora do concelho (“à volta de 140”), não terá entre os seus quadros ninguém com ideias e que possa ajudar a resolver a preocupação do senhor Presidente?
Por vezes encomendam-se “novas ideias” ou “ideias inovadoras” ao exterior, a quem sabe ou a empresas especializadas. Conviria naturalmente conhecer o Colmeal e o resto da freguesia. Ouvir a Junta de Freguesia, a Assembleia de Freguesia ou até mesmo as pessoas simples, porque às vezes até têm ideias… e quem sabe se a colónia de Lisboa…

“Vou pedir às pessoas para colaborarem, serem intervenientes e críticos…, … pelo que peço ao povo do concelho de Góis compreensão, tolerância e bom senso.”
“Deixo também um apelo às Comissões de Melhoramentos que em tempos tiveram um papel muito importante no desenvolvimento das suas terras para que hoje tenham esse grande papel de ajuda, porque se todos nos unirmos poderemos fazer de Góis um “grande” concelho.” (in “O Varzeense”)

“As comissões de melhoramentos limitam-se a fazer os seus almoços e o dinamismo já não é o mesmo como antigamente. Têm as suas casas de convívio, fazem a sua festa anual, mas depois a actividade acaba…” (in “Jornal de Arganil”).

Parece-nos haver aqui alguma distracção e uma apreciação menos cuidada. Não se deve generalizar.
Pelo que nos tem sido possível acompanhar ao longo destes últimos anos da actividade da União Progressiva da Freguesia do Colmeal, estas palavras do senhor Presidente da Câmara são desajustadas e reveladoras de algum desconhecimento do que se passa no seu concelho, ou quanto muito, na freguesia do Colmeal, que ainda pertence ao concelho de Góis.
A colectividade tem privilegiado a informação na imprensa regional, mas também sabemos que nem todos têm acesso ou lêem jornais.
A União Progressiva ainda recentemente levou ao Colmeal, pela primeira vez, setenta e cinco pessoas num convívio que reuniu mais de duzentas e cinquenta.
Tem realizado a canoagem no Ceira com sucesso e com bastantes forasteiros que ficam encantados com as pessoas, com o acolhimento e com as paisagens.
Tem percorrido, nas suas caminhadas, os trilhos antigos da freguesia movimentando largas camadas de participantes, muitos dos quais vêm pela primeira vez à freguesia e ao concelho.
Tem ajudado a divulgar os saberes e sabores da Beira Serra.
Instalou uma biblioteca no Centro Paroquial permitindo assim às pessoas da freguesia do Colmeal o acesso à leitura.
Tem garantido anualmente os festejos de Verão e a prática e manutenção de jogos tradicionais tão do agrado dos filhos da região.
Continua a realizar anualmente a Festa de Natal para os mais pequenos e para os mais idosos.
Faz também o seu almoço de aniversário, como as outras Comissões de Melhoramentos. Movimenta centenas de associados e amigos do Colmeal em várias realizações, plenas de êxito, como os cruzeiros no Zêzere e no Douro.
Tem investido em termos culturais em visitas a museus e monumentos nacionais.
Quer fazer mais e manifesta as suas preocupações tendo em vista as carências mais prementes no Colmeal. E que respostas obtém?

Vamos ficar a aguardar pela próxima entrevista. Ficámos preocupados com a preocupação do senhor Presidente.

Lisboa, 8 de Fevereiro de 2007
Francisco Silva

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Cruzeiros da União




Não se poderá dizer que a travessia de um rio, feita num pequeno bote, seja propriamente um cruzeiro. Claro que não.
Aqui, a reconquista de Almourol parece estar eminente. Nas "tropas invasoras" reconhecem-se Fernando Neves e Manuela Neves, António Santos, Maria Lucília e Manuela Costa.
Amílcar de Almeida parece comandar a segunda leva.
Esta pacífica "invasão" do Castelo de Almourol aconteceu em 1977 quando a União fez uma excursão que andou por aquelas paragens.



Com o andar dos tempos e dos anos, os barcos ficaram maiores. Em 2006, a União fez dois cruzeiros no rio Zêzere, com mais de duas centenas de "navegadores" envolvidos.

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Em 2007 e com barcos um pouco maiores, por duas vezes a União subiu o rio Douro até "avistar terras de Espanha".





E como será fazer um cruzeiro neste navio? Se calhar é grande demais...


UPFC

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

COLMEAL - água em Agosto

"COLMEAL
tem água em abundância


Felizmente o Colmeal tem o problema da água resolvido. Graças ao esforço do pessoal camarário e de alguns populares do Colmeal, foi possível fazer chegar a água da margem esquerda do rio até ao depósito das Seladas, na véspera do Festival. Parabéns à Câmara Municipal por mais esta obra.
Até este momento ainda não se conseguiu esvaziar o depósito e a água, pela primeira vez, chegou com abundância às casas mais elevadas do Soladinho.
Há porém um problema que urge resolver. Junto às nascentes existem duas plantações de eucaliptos. Há que providenciar para eliminar os mesmos, pois, caso contrário, num futuro talvez não distante, o problema reapareceria e a solução seria bem mais difícil."
in Jornal "O Colmeal" n.º 187 - Agosto de 1982



Em Agosto de 1982 era assim...

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Estudos realizados há poucos meses revelam que os portugueses já encaram a poupança de água como um hábito diário. Uma das razões apontadas para esta reviravolta é o esforço desenvolvido em termos informativos, nomeadamente através de campanhas de sensibilização que vão alertando a população para a importância deste recurso natural tão escasso.

Todos nos recordamos dos problemas que se têm vivido na sede de freguesia, nomeadamente no mês de Agosto, com a falta de água.Várias soluções foram surgindo ao longo dos anos, com tomada de água no Ribeiro, na Fontinha, na Panasqueira, no outro lado do rio, no próprio rio, etc.

O Senhor Presidente da Câmara Municipal de Góis, José Girão Vitorino, em entrevista a "O Varzeense" - 30 de Janeiro de 2008, diz a determinado passo "A água da rede não é para regar, é para ser poupada, pois é um bem essencial à vida."

Será que houve informação para sensibilizar a população? Estamos disponíveis para ajudar nessa acção.



Porque no ano passado foi assim...

UPFC

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

As Novas Maravilhas do Mundo no Colmeal


Muito se falou das futuras Novas Maravilhas do Mundo no passado ano e nós, em Portugal, muito encantados ficámos, porque o desvendar do mistério iria ser feito no nosso país, no dia sete, do mês sete, desse mesmo ano sete do recente século XXI.
Das sete anteriores, eleitas no ano 200 antes de Cristo na Grécia e que nós aprendíamos nos bancos da escola, apenas restam as Pirâmides de Gizé, no Egipto.
A Estátua de Zeus ou o Colosso de Rhodes na Grécia, o Templo de Artemis ou o Mausoléu de Halicarnassos na Turquia, os Jardins Suspensos da Babilónia no Iraque ou o Farol de Alexandria no Egipto, ficaram reduzidas à memória pelas guerras, pelo tempo e pelos cataclismos ao longo de vinte e dois séculos.
Candidatas a “novas maravilhas” vieram de todo o mundo.
Do castelo, verdadeiro conto de fadas, às ruínas que ainda hoje são um enigma de uma civilização destruída; da cidade, metade rosa vermelho tão velha quanto o Tempo, ao monumento enigmático de formas femininas e que é uma homenagem ao amor; do colossal monumento que se converteu no símbolo mais marcante de todo o Mundo Novo à cidade misteriosa no meio de África e quase perdida no deserto.
Daquela enorme praça onde a lenda e a história se confundem até ao segredo maia escondido numa cidade milenar de um inestimável valor histórico e artístico; dos silenciosos testemunhos de uma misteriosa civilização marítima perdida, ao rochedo mágico e os seus templos, com dois milénios e meio de história; da muralha construída sobre milhas e milhas de montanhas até à torre que nos leva mais perto do Céu.
Escolher entre vinte e uma candidatas não foi fácil. Até aí, centenas de muitas outras foram sendo observadas, seleccionadas e excluídas. Escolher entre uma cidade, que é um templo e que foi redescoberta do seu manto de vegetação que a preservou, e uma fortaleza vermelha, resultado de uma história de amor, de guerras e de aventuras, não foi fácil.
Fazer uma opção entre o símbolo que melhor representa a sociedade contemporânea e um emblema de um império que outrora acolheu milhares de espectáculos sangrentos; o que dizer de uma basílica, qual jangada de pedra, que navegou em tempos tempestuosos, resistindo a quinze séculos de revoltas, conquistas, tremores de terra e mudanças de civilizações ou escolher o único santuário do mundo que tem o horizonte como paredes e o céu como tecto?
Símbolos de pedra que marcam a passagem entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos, as pirâmides, são a única maravilha que o tempo, o deserto, a ganância e a ignorância não destruíram. Competem nesta escolha a nível mundial com o mistério que perdura naquele arranjo circular de grandes pedras ali colocadas antes do início da Idade do Bronze e em outro continente, com um complexo de 15 edifícios destinados ao culto e construídos entre os séculos XV e XVII.
Foram precisos 2200 anos para que o Mundo assistisse à maior votação da Humanidade para manter vivos grandes marcos da História da Terra.
Depois disto tudo e passados que são pouco mais de seis meses após a decisão tomada em Portugal, em 07.07.07, sabe quais são as Novas Sete Maravilhas do Mundo?
As suas dúvidas poderão ser esclarecidas, muito proximamente, na Biblioteca da União, no Colmeal.
Um conjunto de 21 livros, em tamanho reduzido e de fácil leitura, poderão ajudar a clarificar alguns aspectos que não tenha conseguido reter aquando da escolha das “Sete Maravilhas”, em Julho passado.
Poderá também aceder a pequenos aspectos e curiosidades que por vezes desconhecemos, como por exemplo, o país onde foi criado o primeiro selo mundial ou o porquê da cidade de Petra ter sido esculpida e não construída.
E muito mais. Sabemos que a sua curiosidade desvendará todos estes segredos.

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