quarta-feira, 31 de outubro de 2007

O nosso cartão de visita




Quando visitar o BLOG não deixe de ir espreitar o ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS DA UNIÃO.
Com um simples clique, poderá encontrar algumas como estas do "cartão de visita" mais fotografado na freguesia do Colmeal... ou encontrar caras que conhece ou de quem ainda se lembra.
Viver o presente, recordar o passado... tudo faz parte das nossas vidas.
E não esqueça... se tiver fotografias antigas contacte-nos.
Nós agradecemos-lhe e os Colmealenses também.


Colecções já publicadas:

-Colmeal Julho 2004

-Colmeal Outubro 2004

-Magusto no Colmeal em 29 de Outubro de 2004

-Almoço comemorativo do 74º. aniversário da UPFC no restaurante A Lareira nas Caldas da Rainha em 25 de Setembro de 2005

-Cruzeiro no Zêzere da UPFC em 7 de Maio de 2006

-Caminhada da UPFC em 3 de Junho de 2006

domingo, 28 de outubro de 2007

O Magusto... é já no sábado




Vamos passar por campos de vinhas com as parreiras a ganhar tons ainda não inventados de amarelo, vermelhos e ouros velhos,



por encostas matizadas de um colorido só possível numa manhã soalheira de Outono



e com as eólicas vigilantes lá no cimo como que a ver para onde vamos ou o que andamos a fazer por ali.



Castanheiros seculares que vão resistindo aos anos e aos fogos



assim como tapetes de fetos que enchem de uma beleza ímpar as encostas que vamos percorrendo.



Vamos encontrar muitas aldeias salpicando montes e vales



atravessaremos a antiga ponte sobre o Ceira, já em Góis



visitaremos as pequenas casas de xisto e o lagar na Cabreira para mais uma fotografia



e no Parque de Merendas das Seladas (contamos com a colaboração do tempo) haverá um almoço para mais de duzentas e vinte pessoas, entre as quais destacamos 70 que pela primeira vez nos visitam.


Todo o Colmeal


e nós também... já estamos à vossa espera.

Estamos certos de que vão gostar e que voltarão.
Até sábado! Até sempre!
UPFC


Foi há um ano...



Há um ano atrás, as fortes chuvadas que se fizeram sentir obrigaram o rio Ceira a sair do seu leito normal e a abdicar da sua doce quietude.
Muita destruição ao longo do seu percurso, ainda hoje visível em certos locais.


Um ano depois e sereno como de costume, o Ceira lá vai deslizando com suavidade recebendo as folhas que o Outono lhe entrega para companhia.



No Colmeal, quem não se lembra de como ficou o moinho que havia sido recuperado?
Um monte disforme de pedras...


Ou a quantidade anormal de árvores que foram arrancadas?
Nem os mais antigos se recordavam de uma coisa assim.
A.S.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

O Magusto foi assim no ano passado...



A caruma estava seca

Um especialista na matéria tomou a seu cargo a tarefa principal
Muitos "mirones"... mas também não estavam lá para trabalhar...

A chuva miudinha não afastou ninguém

Conviveu-se, comeram-se castanhas, apreciou-se a água-pé


Os torresmos estavam bons demais para durarem muito tempo..

O arco-íris matizou os céus do Colmeal

E no dia 3 de Novembro como vai ser?


Garantimos-lhe que vai haver muito mais gente.
Os dois autocarros estão quase completos.
Temos neste momento 170 inscrições para o almoço.
Sopa serrana, enchidos, porco no espeto, arroz de feijão, sobremesas... vinho, cerveja, águas, refrigerantes...
Torresmada, castanhas, água-pé, jeropiga...
Mais de 60 participantes neste convívio irão pela primeira vez ao Colmeal.
Vamos recebê-los como só os beirões sabem receber as suas visitas.
Como irá estar o tempo? ... é sempre uma incógnita.
Apenas sabemos que não será impeditivo para o êxito desta iniciativa da União.
As senhoras já só pensam nas sobremesas que irão fazer...

Venha ajudar-nos a receber as nossas visitas.

UPFC

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

A SALA DE VISITAS DO COLMEAL

O Largo D. Josefa das Neves Alves Caetano (antigo Largo da Fonte), foi inaugurado após ampliação, por seu filho Marcello Caetano em 16 de Agosto de 1961.
Mais um melhoramento em que a União se empenhou, para o progresso e desenvolvimento do Colmeal e da freguesia.

Desde sempre foi a sala de visitas da povoação. Ponto de encontro, de chegada e de partida, aqui se situa o comércio local.
Local obrigatório para quem quer ir tomar a bica, jogar uma partida de cartas, saber as últimas novidades, ou simplesmente ver passar o tempo.
Nos dias de festa torna-se pequeno face ao movimento de pessoas e viaturas.





Há anos atrás, porque havia necessidade de se efectuarem umas obras no "barroco" deitou-se parte do muro abaixo para que passasse uma máquina.



As obras fizeram-se, a máquina foi-se embora... mas o muro ou o que restava dele ficou, sem qualquer protecção (felizmente não houve nenhum acidente) anos e anos a fio. E foram mesmo muitos.





Finalmente este ano e para quem visitou o Colmeal em Agosto, deparou-se com o muro já reconstruído e pintado, dando um ar completamente diferente ao Largo D. Josefa.





A sala de visitas apresentava agora um aspecto que não se lhe via há muito tempo.
A actual Junta de Freguesia reconheceu a necessidade da reposição do muro e as melhorias que já introduziram no referido "barroco" indiciam que outras se aproximam e que os Colmealenses merecem.




Mas a brancura e limpeza do muro contrastava com os contentores do lixo e com o vidrão. Certamente que as entidades competentes estarão atentas a esta situação e procurarão um melhor sítio para a sua localização.



Não faz sentido, tal como em nossas casas, termos o caixote do lixo na sala de estar.

A. Domingos Santos

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

O concelho de Góis quantas freguesias tem?

Recebemos hoje, após pequena pausa para férias, o jornal de referência do nosso concelho, que ansiosamente aguardamos todas as quinzenas. E como sempre “devoramo-lo”, lendo-o nas linhas e por vezes nas entrelinhas. Já em número anterior nos tinha assaltado uma dúvida, mas julgámos ter entendido mal. Nem sempre quem lê compreende perfeitamente quem escreve e, por vezes a dificuldade é acrescida, quando eventualmente quem escreve não consegue transmitir o que outro diz. Desconhecemos se será o caso. Ficámos satisfeitos por saber do desenvolvimento que se está a operar numa das freguesias do concelho, do nosso concelho de Góis. Já anteriormente havíamos lido e também com satisfação, que outra freguesia do concelho, do nosso concelho de Góis, vinha referenciada e havia merecido grande destaque pelas obras que estavam a decorrer e outras que se perspectivavam para um futuro que se desejava próximo. Na freguesia onde está instalada a sede de concelho tudo se vai conseguindo. Tememos que face ao reordenamento do território que se falava meses atrás ele já esteja a ser aplicado ao nosso concelho, pois que, pelo que vamos lendo as outras duas freguesias já não deverão existir. Ou se existem devem estar melhor do que as outras três. Claro que “frases tiradas do contexto da notícia ou da reportagem” podem ter sempre outra interpretação. Mas vejamos estes breves apontamentos do texto que o jornalista pode não ter percebido bem “… acrescentou ainda que outras freguesias que o preocupam são também Vila Nova do Ceira e Góis onde ainda há um bom número de jovens.” Será que as outras duas que raramente são faladas, não são motivo de preocupação e tudo estará bem? Ou já só têm pessoas idosas e não há que perder tempo. Como se costuma dizer no Colmeal, o mais certo que nós temos… é ir para trás da igreja. Provavelmente já nem terão forças para periodicamente irem cumprir o dever cívico. Mas estamos confiantes, porque segundo se lê “não podemos olhar só para os votos”. Vamos olhar para o quê? Vamos olhar para onde? Para ver … é preciso lá ir e olhar. E visitas quadrienais são meramente insuficientes. Certamente estaremos a ser injustos. O senhor jornalista que nos perdoe porque respeitamos o seu trabalho. Certamente trocámos as linhas. Estaremos com atenção à chegada de próximos números. Talvez tenhamos a grata satisfação de ler alguma linha sobre o trabalho desenvolvido pela equipa constituída há mais de dois anos, para execução de melhoramentos de espaços públicos e áreas envolventes da aldeia do Colmeal. E de outros projectos que desconhecemos. E de outras coisas para resolver, como a falta de água que se verifica sistematicamente no mês de Agosto e que está a afastar as pessoas de visitarem a aldeia. Estamos muito preocupados… porque o esquecimento é a última coisa que queremos para a freguesia do Colmeal e para os seus poucos e idosos residentes. Eles existem. Ficaram ou voltaram às suas aldeias de origem. Merecem respeito. Precisam de carinho. Não podem ser excluídos, esquecidos ou marginalizados. O que dizer de um pai que tem cinco filhas e só se preocupa com três?... Vamos estar atentos a um dos próximos números. Francisco Silva Lisboa, 25 de Setembro de 2007 in O Varzeense, de 30/09/2007

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

VAMOS FAZER O MAGUSTO NO COLMEAL

No próximo dia 3 de Novembro a União volta a fazer o MAGUSTO no Colmeal.

No passado domingo, aquando da realização do nosso almoço de aniversário, vários sócios e amigos da colectividade dirigiram-se-nos no sentido de fazermos uma excursão ao Colmeal, pelo Magusto.
Os apelos e sugestões não caíram em saco roto, como se costuma dizer.


Numa reunião improvisada em plenos jardins da Quinta, tudo ficou combinado e decidido.

Haverá uma excursão (preço único de 25 euros c/ almoço incluído) que sairá de Lisboa pelas 7 horas do local habitual (Sete Rios – frente ao Jardim Zoológico).
O regresso do Colmeal será cerca das 18 horas.



Pela uma da tarde, o almoço de cariz regional e confeccionado pelas senhoras do Colmeal, será servido no Parque de Merendas das Seladas, se o tempo o permitir.
Em alternativa teremos preparado um recinto coberto.
Se por acaso já estiver no Colmeal e quiser associar-se ao nosso almoço, serão apenas 6 euros.

Temos recebido bastantes solicitações de pessoas que não conhecendo ainda a nossa região a gostariam de visitar e sabemos que as expectativas criadas são grandes.
Vamos procurar mostrar-lhes o que de mais belo a natureza deu ao concelho de Góis e à freguesia. As serranias, o rio Ceira, as aldeias dispersas e sobretudo as pessoas, simples, afáveis, generosas e simpáticas para quem as visita.



Cerca das 16 horas iniciaremos o magusto, com castanhas, água-pé e torresmos.
A União Progressiva da Freguesia do Colmeal convida os Colmealenses a reviverem e partilharem esta antiga tradição.



Estamos convencidos que vão ser momentos bastante agradáveis onde nos iremos divertir e conviver com familiares e amigos.
Os bolos, filhós e sonhos, sempre muito apreciados, serão mais uma gentileza das senhoras.

Solicitamos o favor de efectuarem a vossa reserva (excursão e almoço), se possível até de 30 de Outubro, para os seguintes contactos:

Colmeal - José Álvaro Domingos / “Bela” – 235 761490
Lisboa - António Santos – 21 7153174 / 96 2372866
»»»»»»»- Maria Lucília – 21 8122331 / 91 4815132

Venha passar connosco um dia diferente e reviver esta tradição do MAGUSTO.
Como nos anos anteriores o magusto é grátis e é uma oferta da União.


Mas venha mesmo… porque estamos à sua espera.

A Direcção


quarta-feira, 3 de outubro de 2007

A União comemorou os seus 76 anos


A manhã acordou bastante chuvosa e os aguaceiros que caíram sobre Lisboa e arredores não foram impeditivos para que os dois autocarros rumassem a Pataias.


Para os lados do Colmeal a situação não se apresentava melhor. A chuva fez companhia na primeira parte do trajecto mas quando chegaram a Fátima, onde assistiram à missa dominical, já o dia se apresentava com um sol radioso.



Quem partiu da capital fez a primeira paragem em Alcobaça.
Situada na confluência dos rios Alcoa e Baça (daí a origem do seu nome), povoada por romanos e árabes, foi com a fixação dos monges de Cister, contemporânea da independência de Portugal, que Alcobaça ganhou a importância que veio a ter.



Em torno do grande mosteiro, os monges desenvolveram grande actividade, religiosa e cultural, ensinando os conhecimentos mais actualizados da Europa. Assim foi durante séculos, até 1834, ano em que foram extintas as ordens religiosas.



Classificado Património Mundial pela UNESCO e recentemente votado como uma das sete maravilhas de Portugal, o Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça está considerado como a construção mais expressiva de arquitectura cistercience em toda a Europa.



O monumento de maior importância na história da arquitectura medieval em Portugal teve a sua criação intimamente ligada à do próprio país.
Em 1153, D. Afonso Henriques entregou a carta de fundação do mosteiro à Ordem de Cister, a qual, duas décadas depois, procedeu à instalação provisória na abadia velha onde hoje se situa a Igreja de Nossa Senhora da Conceição.
Apenas em 1223 se deu a mudança dos monges para as dependências do novo mosteiro.



A simplicidade da igreja, combinada com a sua grandeza, produz uma impressão única. Destaca-se a construção abobadada e a sua planta em forma de cruz latina, com três naves e quatro capelas.

Mereceram a nossa visita a Sala dos Túmulos, as Capelas do Senhor dos Passos e do Relicário, o Claustro do Silêncio ou de D. Dinis e a Sala dos Reis, onde se podem apreciar estátuas dos reis de Portugal até D. José I.
O enorme refeitório e a impressionante cozinha forrada de azulejos com uma altíssima chaminé ao centro, assente em oito colunas metálicas, no que foi a primeira utilização de metal na construção civil portuguesa.
É dado um especial realce aos túmulos de D. Pedro I e de D. Inês de Castro – considerados a obra máxima da escultura tumular.


Depois, foi continuar a viagem para uma visita rápida à feira dominical em Pataias onde tudo se vende e tudo se pode comprar. E houve quem aproveitasse e fizesse boas compras.
Alguns minutos antes da uma, já na Quinta, com a chegada de todos, começavam as primeiras manifestações de alegria.






Seguiu-se o almoço para mais de cento e sessenta convivas, onde os jovens e muitas senhoras davam um ar de alegria a todo o conjunto.




No momento próprio e numa curtíssima intervenção, o presidente da União saudou os participantes, entre os quais se encontravam dirigentes das colectividades congéneres e dois membros da Junta de Freguesia. O seu presidente, por motivos particulares, não pôde estar presente.
Passou em revista as várias realizações desde o almoço dos 75 anos.
O magusto, a inauguração da Biblioteca da União e do EspaçoArte aquando da Festa de Natal, a repetição da canoagem em Março e a colocação de árvores na Alameda Fernando Costa.
A caminhada recriando a “rota do carteiro”, dois magníficos cruzeiros ao Douro Vinhateiro e as Festas de Verão em Agosto, no Colmeal.
Manifestou a sua satisfação pelo envolvimento, pelo carinho e incentivos recebidos, perfeitamente evidentes naquela sala e em mais este evento.
Referiu a comunicação privilegiada que se tem mantido com os associados para além de uma presença bastante assídua na imprensa regional e na Rádio de Arganil.
Reafirmou o apoio que a União Progressiva dará à transferência do Centro de Dia para a Casa da Residência e a disponibilidade para ajudar na tão desejada recuperação da igreja no Colmeal.
Gostaria de poder dizer que a situação do terreno da Cova estava em vias de solução ou que a cedência da escola estava bem encaminhada.
Deu a conhecer a existência do blog da União recentemente criado na Internet, pelo associado Francisco Silva. Pretende-se que venha a ser um meio de comunicação eficaz junto de todos os sócios e amigos do Colmeal.
A terminar a intervenção neste almoço comemorativo dos 76 anos da União, a todos dirigiu palavras de muito apreço e gratidão.





O espírito regionalista sente-se bem vivo na freguesia do Colmeal.





Continuou o convívio com o conjunto privativo da Quinta.



E ainda houve tempo para um sorteio onde, para além de uma bonita toalha bordada, saíram duas sacolas estampadas com belas paisagens do Colmeal.



O sócio José Brás Victor, aniversariante neste dia, ficou emocionado quando o coro afinado dos presentes na sala lhe cantou os parabéns.



Depois do lanche e pelas sete da tarde, já com o sol a despedir-se, foi o regresso aos pontos de origem.
Mais uma página, a letras de ouro, fica gravada para a história futura da União Progressiva da Freguesia do Colmeal.

A Direcção